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sábado, 21 de dezembro de 2013

FELIZ NATAL


Desejo a todos os homens e mulheres de bem, um FELIZ NATAL, com muita saúde, paz e sucesso; e aos que me fizeram mal (sem que eu merecesse), que recebam do destino o que este provavelmente lhes reserva.

JUIZ BRASILEIRO É UM MEIO-CIDADÃO


É um equívoco supor que a categoria dos juízes possa ter representantes no Congresso Nacional, porque, para se candidatar o juiz tem de se aposentar; caso em que continua integrante da magistratura, mas deixa de ser juiz. 
Por isso, costumo dizer que o juiz é o único meio-cidadão deste País, porque garante a cidadania completa de todo brasileiro (de votar e ser votado), mas ele próprio só tem a legitimação ativa (pode votar), mas não tem a legitimação passiva (não pode ser votado). Quem se apresentar ao eleitor como um "juiz candidato" a cargo eletivo estará mentido, porque já não será mais juiz. Não existe "juiz inativo", mas "magistrado inativo". Nós,  os magistrados inativos, sim, podemos ter representantes no Congresso Nacional. 

VOCÊ SABIA?


O nome original do bairro de Copacabana era Sacopenagen, em razão do grande número de socós (passarinhos) que habitavam o local. O nome atual data de 1746, quando foi construída ali uma pequena capela para abrigar a imagem da Senhora de Copacabana, santa padroeira da Bolívia. 

POR UMA JUSTIÇA MAIS JUSTA


Quando abrir o vinho da família na noite de NATAL, faça um pensamento positivo, para que a Justiça brasileira seja mais responsável e menos injusta do que tem sido, porque um dia você, ou alguém que você ama, pode ser mais uma vítima dela; como eu fui, sem merecer. 

ONDE ESTÁ A FELICIDADE?


"Não existe um caminho para a felicidade; ela própria é o caminho; mas só o encontra quem merece" (Inspirado em Mahatma Gandhi)

DÊ DE PRESENTE O LIVRO DO FURACÃO NESTE NATAL


"Amigos,. Grande livro este. Dê de presente neste Natal. Vocês vão ver os fatos reais que este ilustre desembargador passou nas mãos do STF. Uma mentira tão grande, uma armação tão grande, típica de filme... Comprem e leiam. Abraços." (Walquíria Molina)

SOBRE O LIVRO DO FURACÃO


"Um dos melhores livros que li com toda certeza, mostra as injustiças da justiça, a sujeira por parte daqueles que possuem o poder, apoiados pela mídia, defendendo somente seus interesses. Esse livro é fantástico." (Felipe Matos)

APRESENTAÇÃO DO LIVRO DO FURACÃO

(continuação)
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"Nesta oportunidade, busco demonstrar como fui alvo de um esquema dos mais perversos armados contra um ser humano pela Polícia Federal, estimulada pelo Ministério Público Federal e autorizada pelo Supremo Tribunal Federal, cujo principal objetivo era evitar que eu não chegasse à presidência do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, como seu candidato natural, pela ordem de antiguidade, e para não incomodar nessa função o Poder Público, que se considera muitas vezes acima da lei e da Constituição.
Por ter uma consciência judicante mais afinada com as necessidades do povo do que com os afagos aos poderosos, tornei-me uma pedra no sapato dos que não me queriam ver presidente do Tribunal a que pertencia, a ponto de montarem contra mim uma operação tão perversa quanto espalhafatosa, com tramas e montagens que fazem corar o mais descrente dos cidadãos na Justiça.
Dividi os assuntos em tantas partes quantas necessárias para esclarecer o que realmente aconteceu, ou seja, os fatos e a versão verdadeira desses fatos, porque aquela concebida pelas mentes que compõem a parte malsã da Polícia Federal fica por conta de quem quiser acreditar nela.
Costumo dizer que “o juiz, quando quer, quer, e, quando não quer, não quer, e ponto final”, pouco importando a lei ou as provas; pelo que se, apesar de tudo, quiserem me condenar, nada poderei fazer para impedir que condenem.
Espero que o Supremo Tribunal Federal, em face de todos os esclarecimentos que faço, se debruce sobre as provas para descobrir a verdade, mandando fazer uma perícia sobre as conversas entre eu e meu genro por uma entidade neutra, que não seja o Instituto Nacional de Criminalística, que é um órgão da própria Polícia Federal e jamais vai comprometer a própria instituição; como aconteceu, aliás, no processo do meu genro, em que procurou por todas as formas obstaculizar a participação na perícia determinada pela juíza do professor e perito Ricardo Molina, para não se ver desmascarada na farsa montada contra nós."
(continua na próxima semana)
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Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHODO FURACÃO Geração Editorial), encontrável, inclusive na versão e-book, na livrarias SARAIVA  e TRAVESSA, e em www.livrarias.saraiva.com.br, www.travessa.com.br, www.livrariacultura.com.br e também em www.estantevirtual.com.br, www.bondfaro.com.br e em outras livrarias do País.

NOTA: Atualmente o processo penal se encontra no STJ, para onde o STF chutou a bola, depois de ter, irresponsavelmente, recebido a denúncia, que não tem nem pé nem cabeça, a não ser na cabeça de Élzio Vicente da Silva (Polícia Federal), Antônio Fernando de Souza (ex-procurador-geral da República) e Cezar Peluso (ex-ministro do STF).

domingo, 15 de dezembro de 2013

FELIZ NATAL DOS NETOS DE CARREIRA ALVIM

Este é Antônio, a rapinha do tacho de Bianca e Rafael.

Este é João Silvério, filho de Luciana e Silvério Junior.

                               Este é João Pedro, filho de Bianca e Rafael.


Esta é a princesa Maria Luíza, filha de Bianca e Rafael.


 Os netos de Carreira Alvim desejam a todos os bloguistas um FELIZ NATAL, com muita saúde e paz, formulando votos de que a justiça brasileira (especialmente o STF), que foi injusta com seu avô, cometa menos injustiças em 2014.

FURACÃO É ACESSADO NO EXTERIOR


   Na semana que passou, o blog do furacão foi acessado na Malásia, EUA, Reino Unido, Alemanha, Portugal, Rússia, China, Dinamarca e França.
   No mês passado, só no Brasil, foram 4.224 visualizações de página.
   Estamos transpondo as nossas fronteiras, para mostrar a justiça brasileira pelo avesso.

PODEMOS ACREDITAR NA NOSSA JUSTIÇA?


PRÉDIO DO STF EM BRASÍLIA
Como se sabe, o governo nada mais é do que a integração dos três poderes do Estado: Legislativo, Executivo e Judiciário.
A mídia noticia,hoje, que o Supremo Tribunal Federal inflou a quantidade de beneficiários do plano de saúde do órgão para receber um repasse maior de recursos da União usados na assistência médica e odontológica dos servidores. Pelo menos nos últimos três anos, a instância máxima do Judiciário informou à Secretaria de Orçamento Federal (SOF) que o STF-Med -- um plano de autogestão -- tem entre 6,1 mil a 6,7 mil titulares, dependentes e agregados, quando, na verdade, o plano não conta com mais de 4,2 mil usuários. 
Como o Poder Judiciário é também governo, tanto quanto o Poder Executivo, tem-se o governo (Judiciário) enganando a si próprio (pensando enganar o Executivo).
Embora informe o STF que os "problemas já foram corrigidos", não seria de se aplicar ao caso a teoria do domínio do fato, que ele aplicou no processo do mensalão? No caso do mensalão, o domínio do fato foi atribuído a José Dirceu; mas, no caso do STF, quem teria esse domínio do fato? Ou seja, quem, devendo saber do que acontecia lá dentro, acabou não sabendo?
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NOTA: Eu, particularmente, não acredito no STF, porque ele recebeu contra mim uma denúncia (CEZAR PELUSO) por algo que não fiz, baseado em mancomunações da Polícia Federal (ÉLZIO VICENTE DA SILVA), aceitas pelo Ministério Público (ANTÔNIO FERNANDO DE SOUZA). 
Vou gritar esta verdade aos quatro ventos, enquanto tiver voz, ainda que não seja ouvido pela Justiça. 

COISAS ESTRANHAS E OBSCURAS


"Tem muita coisa estranha ainda nessa decisão. Precisamos ver quais são os interesses por trás da devassa feita na carreira do Desembargador José Eduardo Carreira Alvim. Muita coisa ainda obscura por ser revelada". (Wladmir Batista de Lara)

PARA MEDITAR


"Posso não concordar com nada do que dizes, mas defenderei até a morte o teu direito de dizer" (Voltaire)

UMA MARTELADA NO CRAVO E OUTRA NA FERRADURA


     O AI-5 foi assinado por 22 dos 23 membros do Conselho de Segurança Nacional (a tropa de choque da ditadura), comandado pelo presidente Costa e Silva, o segundo na linha ditatorial a comandar o País entre 1964  1985. Os ministros-atores funcionaram como encarnações alegóricas da hipocrisia e da pusilanimidade. A única exceção nesse grupo foi o mineiro e Vice-Presidente PEDRO ALEIXO, que se recusou a assinar um documento que instaurava no País o reino do arbítrio, da tortura e do terror; inclusive suspendendo a garantia constitucional do "habeas corpus" até pelo STF contra as suas maquinações. A partir daí, um preso, acusado de delito político, ficaria incomunicável por dez dias -- cinco dias a mais do que o Alvará de 1705, usado para arrancar confissão dos inconfidentes mineiros. Quase arrependido de ter assinado esse Ato, Costa e Silva teria dito: "Peço a Deus que não me venha convencer amanha de que Pedro Aleixo é que estava certo". Mas não chegou a arrepender-se, porque morreu em plena ditadura. 
   Dois remanescentes daquele Conselho continuam vivos, sem demonstrar qualquer arrependimento: Jarbas Passarinho, ex-ministro do Trabalho e da Previdência, e Delfim Netto, pai do "milagre econômico", que acabou sendo um "desastre econômico" Jarbas Passarinho, ao emitir o seu voto, pronunciou a maquiavélica frase, que até hoje está colada na sua alma e na dos brasileiros: "Às favas todos os escrúpulos de consciência". Delfim Netto tornou-se muito respeitado pelos antigos adversários que agora estão no poder (leia-se: os petistas que combatiam o AI-5) e dos  quais tem funcionado como uma espécie de conselheiro ou guru. E tão respeitado se tornou para e pelos petistas, que estes parecem ter atualizado a "passarinhada": "Às favas todos os escrúpulos éticos".
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NOTA: Transcrição inspirada (quase literalmente) no editorial  de Zuenir Ventura "Para não esquecer", publicado e divulgado pela mídia no dia 14 do mês em curso. 

APRESENTAÇÃO DO LIVRO DO FURACÃO

 (continuação)
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Nos dias seguintes, os telejornais de todo o país entraram numa histeria coletiva de exibição da matéria, falando sem cessar de esquemas de compra de sentenças que incluiriam vários desembargadores, eu inclusive, tendo a certa altura sido colocada no ar uma frase com a minha voz, dizendo “a minha parte em dinheiro, tá?”, explicada como uma ligação minha para meu genro, pedindo que a minha parte na negociação fosse paga em dinheiro.
As reportagens foram tão exageradas que um delegado da Polícia Federal, chamado Emmanuel, declarou à Rede Globo que “aquela operação era um divisor de águas” no combate ao crime organizado no Rio de Janeiro, tendo sido eu e o desembargador Ricardo Regueira alçados à condição de bandidos mais perigosos do país.
O detalhe que faltou nessas reportagens é que nada disso era verdade, mas fruto de uma armação, forjada pela Polícia Federal, sob o comando do delegado federal Ézio Vicente da Silva, numa investigação sob a tutela do então procurador-geral da República Antônio Fernando de Souza, e supervisionada pelo ministro Cezar Peluso do Supremo Tribunal Federal, que, mais tarde, viria a relatar contra mim uma denúncia formulada pelo mesmo procurador-geral da República, convencendo o Plenário daquela augusta Corte de que havia sérios indícios de minha participação na quadrilha de bingos.
 Nada havia de concreto além de maquinações, montagens de provas e suposições contra mim e o desembargador Ricardo Regueira, mas, sem um exame meticuloso, o procurador-geral da República induziu o ministro do Supremo Tribunal Federal a me supor um marginal, tendo eu sido execrado publicamente pela mídia, apesar de todo o meu passado de juiz e de professor de Direito, com uma das maiores obras já produzida individualmente por um escritor neste País; e inclusive conhecido da maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal, com muitos dos quais convivi ao longo da minha carreira.
Em outros termos, fui julgado sem saber por que razão, e previamente condenado através da imprensa sob os auspícios do Supremo Tribunal Federal, cujo ministro teve poder para mandar me prender, mas não para fazer com que a operação que ele próprio havia supervisionado acontecesse, como ele próprio determinara, em “segredo de justiça”. 

(continua na próxima semana)
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Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável, inclusive na versão e-book, nas livrarias SARAIVA e TRAVESSA, e em www.livrarias.saraiva.com.br, www.travessa.com.br, www.livrariacultura.com.br e também em www.estantevirtual.com.br, www.bondfaro.com.br e em outras livrarias do País. 

domingo, 8 de dezembro de 2013

QUEM COM FERRO FERE, COM FERRO SERÁ FERIDO

"FACÇÃO DE SP TAMBÉM TENTOU SE APROXIMAR DE MINISTROS DO STF"

(...) "Uma das escutas, gravadas com autorização da Justiça e exibida ontem pelo "Jornal Hoje", da TV Globo, flagrou um preso conversando com a advogada Lucy de Lima sobre uma audiência com um ministro do STF:
-- O João te falou que eu consegui agendar com o ministro? -- pergunta Lucy.
-- Ele falou, dia 14 do mês que vem, né? -- responde o preso.
-- Escrevi um testamento para a assessora dele conseguir que ela agendasse. Sabe quem é esse homem que vou falar? É abaixo do Lula -- diz Lucy.
Segundo o Ministério Público, Luci de Lima se referia ao ministro CEZAR PELUSO, que, na época, era presidente do STF. Vinte dias depois, o preso voltou a conversar com a advogada.
-- Felipe, acabei de vim (sic) do homem! -- disse Lucy.
-- E aí, doutora? -- perguntou o detento.
-- Ele perguntou para onde aquele amigo do Felipe quer ir. Eu falei aquela (penitenciária) lá de Sorocaba, sabe? Mas ele falou pra eu falar pra qual quer ir.
PELUSO não foi encontrado para comentar a reportagem." (...) 
(Publicado em O GLOBO de 13.10.13, p. 10).
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NOTA: O ex-ministro CEZAR PELUSO é o mesmo que mandou grampear o meu gabinete e meus telefones; depois foi com o INSTITUTO DE PESQUISA E ESTUDOS JURÍDICOS (IPEJ), num encontro que coordenei em Buenos Aires, lá permanecendo com sua esposa por cinco dias no Hotel Panamericano, sob o patrocínio da Consulex, e, na volta, ofereceu contra mim uma estapafúrdia denúncia, em que, para que ela tivesse algum sentido "o tempo teria que ter corrido para trás". Tudo baseado em transcrições de conversas telefônicas minhas com meu genro, "montadas" e "manipuladas" pela Polícia Federal (ÉLZIO VICENTE DA SILVA), com o apoio do então chefe do Ministério Público Federal (ex-procurador geral ANTÔNIO FERNANDO DE SOUZA). E há quase sete anos estou NO OLHO DO FURACÃO, com um processo penal caminhando a passos de tartaruga, esperando que eu morra, para que possam julgar extinto o processo, sem nenhuma consequência para os meus irresponsáveis algozes. 
PELUSO nunca foi encontrado para esclarecer nada que fizesse. Comigo também foi assim, pois muitos jornais tentaram, em vão, ouvi-lo. 
A conversa denunciada pela mídia, envolvendo o ex-ministro CEZAR PELUSO, só foi possível devido a gravações telefônicas: do mesmo jeito que ele as autorizou contra mim.

A LÍNGUA PORTUGUESA NO JORNAL "O GLOBO"


Saiu  em O GLOBO desta semana, na coluna de Merval Pereira, da ABL: 
"A queda de mais de 10% nas ações ordinárias da Petrobras reflete não apenas as dificuldades de gestão por que passam a estatal, mas, sobretudo, o descrédito da política econômica do governo".
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UÁI: o verbo "passar" não deveria estar no singular (passa), concordando com "estatal", em vez de no plural (passam), concordando com as "dificuldades"?
Afinal, quem passa é a "estatal" e não as "dificuldades". 
Ou será que não?

VASCO (JOÃO SILVÉRIO) E FLUMINENSE (CARREIRA ALVIM) JUNTOS COMO SEMPRE


Este é o meu neto JOÃO SILVÉRIO, filho da Luciana e do Silvério Jr., vascaíno de excelente qualidade. O Vasco caiu hoje, juntamente com o Fluminense (time do avô Carreira Alvim), mas o João Silvério, não, mesmo porque estava sentado, e fazendo o sinal da vitória, já para o seu time, quando voltar de novo para a  primeira divisão.

RICHARD JOBIM EMUNDS




Este é o cantor RICHARD JOBIM EMUNDS, cantando na festa de Luiz Bangel, no Rio de Janeiro, quando cantava a música "La vie en rose", em homenagem a Carreira Alvim e sua mulher Tetê Carreira Alvim e a outros convidados presentes. 
Atualmente, o cantor se apresenta em Buenos Aires. 

AINDA A FESTA DOS BANGEL NO RIO DE JANEIRO

Carreira Alvim, Terezinha Yamada, Tetê Carreira Alvim e Regina Lemos Gonçalves
Vera Bangel, mulher do aniversariante, e Carreira Alvim
Terezinha Yamada, Tetê Gonçalves, Richard Jobim Emunds

OS CARREIRA ALVIM NA FESTA DE LUIZ BANGEL



Carreira Alvim e Tetê prestigiam a festa de aniversário de Luiz Bangel, no dia 7 de dezembro, no Rio de Janeiro, onde aparecem também o aniversariante e sua esposa Vera.

A JUSTIÇA TARDA PARA OS HOMENS, MAS NÃO PARA DEUS.


"Quando acreditam na inocência de quem é inocente, por palavras ou gestos, isso alivia a angústia de se esperar pela justiça, que tarda para os homens, mas não para Deus, que não faltará, porque Ele é fiel." (Anônimo)

O QUE MAIS DÓI É SER CONDENADO PELO QUE NÃO SE FEZ

"Lamentável que fatos como estes ainda aconteçam em nosso judiciário. Fui condenado, há pouco tempo, por uma juíza de minha comarca, ao pagamento de uma indenização de danos morais bem acima de minhas condições financeiras. Bem! Consegui baixar o respectivo valor junto ao tribunal justiça do meu Estado; mas o que mais doí no ser humano é ser condenado por atos que ele não cometeu, ser julgado, taxado e humilhado por fatos que ele não realizou: o meu caso. Senti na minha pele o que V. Sª sentiu. Mas pode acreditar: DEUS é maior que todas estas injustiças." (Moreira Henrique)

PARA MEDITAR DUAS VEZES


"A vida é feita de etapas, cada uma delas com um propósito diferente. Isso quer dizer que nem todas serão maravilhosas. Quando vier a tempestade, não fuja nem tenha medo. Passada a tempestade, o sol surgirá para seu alívio."

PALAVRAS DE FAUSTO SILVA DEPOIS DO JOGO


"PAIS QUE NÃO TEM JUSTIÇA É O PAÍS DA BAGUNÇA".
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NOTA: Eu, que fui vítima dela, que o diga.

APRESENTAÇÃO DO LIVRO DO FURACÃO

(continuação)
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Antes de ser levado para a carceragem em Brasília, fui despido para ser examinado numa sala onde se encontravam um homem e uma mulher que, depois, me disseram ser uma médica, para fazer o exame de corpo de delito. Mais tarde fui posto num avião para Brasília, juntamente com todos os demais, algemado e conduzido em condições nada confortantes, pois fui do Rio de Janeiro a Brasília com uma goteira em cima de minha cabeça.
Isso ocorreu numa sexta-feira, e já no domingo a Rede Globo de Televisão pôs no ar uma reportagem mostrando os policiais federais entrando nas casas dos donos de bingo, derrubando paredes a marretadas em busca de dinheiro escondido, com os donos de bingo, alguns dos quais bastante idosos e até um ancião, sendo levados algemados pelos federais.
Nessa reportagem, anunciava a repórter que “nunca antes no Brasil tantos poderosos caíram juntos em tão pouco tempo”, enfatizando que eu era um dos presos, juntamente com o desembargador Ricardo Regueira, por estarmos, segundo ela, envolvidos com a máfia dos bingos.

Sem qualquer explicação sobre o dinheiro encontrado na casa de um bingueiro, a câmera mostrava pilhas e pilhas de cédulas artisticamente dispostas para mostrar volume, exibindo em seguimento fotos minhas e do desembargador Regueira, a sugerir que aquele dinheiro era nosso e que era propina para autorizar o funcionamento de bingo, cujas decisões nem sequer tinham sido proferidas por nós. 
(continua na próxima semana)
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Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável, inclusive na versão e-book, nas livrarias SARAIVA e TRAVESSA, e em www.livrarias.saraiva.com.br, www.travessa.com.br, www.livrariacultura.com.br e também em www.estantevirtual.com.br, www.bondfaro.com.br e em outras livrarias do País.