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domingo, 25 de março de 2012

CARREIRA ALVIM NA BAND-RIO-AM, FALANDO SOBRE A JUSTIÇA BRASILEIRA

Na próxima sexta-feira, dia 30 de março corrente, estarei no programa CSB-NOTÍCIAS, da BAND-RIO-AM, falando sobre assuntos de interesse nacional, relacionados com a justiça brasileira, e, num desses programas o foco será a mídia irresponsável e as suas nefastas consequências na sociedade a que deveria servir.
O programa é transmitido pela BAND-AM 1360 khz, das 20h às 21h, podendo ser ouvido também pela internet www.sempreaovivo.radio.br  em qualquer parte do Brasil e do mundo.

DIVULGANDO AS INJUSTIÇAS DA JUSTIÇA BRASILEIRA

Se voce foi vítima ou conhece alguém que foi vítima da justiça brasileira, como eu fui, mande o seu relato para carreira.alvim@yahoo.com.br, que divulgarei neste blog, para que a sociedade conheça a justiça que tem.
Me ajude a divulgar a entrevista em www.programasosverdade.com.br, que dei à TV sobre o furacão.

BLOG DO FURACÃO É ACESSADO NO EXTERIOR

O blogo do Furacão foi visitado 60 vezes nos EUA, 16 vezes na Alemanha, 10 vezes na Rússia, 12 vezes em portugal, e uma vez na Suiça, na Colombia, na Espanha e na Índia, para indicar apenas alguns países interessados no que acontece com a Justiça brasileira.

DEPOIMENTO PRESTADO POR CARREIRA ALVIM, MAS QUE O CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA NÃO LEU.

 (continuação)
     "Isso é uma inverdade. Isso não aconteceu. A conversa aconteceu, mas se V. E.xª ler as conversas V. Exª vai verificar que não tem nada a ver com o problema de bingo. E o bingo só saiu porque era assunto relacionado com a máquina e falei para ele que eu tinha dado uma liminar e que a liminar estava muito questionada. Não que eu tenha me arrependido do que fiz. Por Deus do céu! Tudo o que fiz, eu faria de novo, porque não teve nada de escuso por trás das minhas decisões. Era um problema de consciência. Eu pensava assim e sempre tive muita certeza -- hoje não tenho mais -- de que aquela garantia que a Constituição me dá eu teria aqui, de eu não ser responsabilizado pelo erro de minhas decisões, porque, se fossem erradas, os Tribunais cassariam.
     Mandei uma mensagem de final de ano para o Ministro PELUSO -- não sei se chegou às suas mãos --, desejando que ele agilise o meu processo porque eu não quero morrer com um bandido, como o (...) morreu, porque ele foi acusado de agora decreta a prescrição pelo falecimento, o que é um absurdo na legislação brasileira. Eu acho que a família deveria ter o direito de provar que ele não teve culpa disso, mas, infelizmente, a prescrição acaba deixando o cidadão no libro. Essa é a história do Doutor (...).
     DESEMBARGADOR FEDERAL ABEL GOMES (RELATOR): Aproveitando que V. Exª tocou no assunto, na oportunidade, já então para aprofundar mais, essa questão do diálogo de terceiro que V. Exª menciona, ou dessa interpretação dada ao diálogo desse Advogado, Sergio Luzio, de que parte do dinheiro seria para conseguir, perante o Tribunal aquil, essas liminares."

(continua na próxima semana).

MONTAGEM DE UMA FARSA


 (continuação)

"Na CPI do Grampo instalada pela Câmara dos Deputados, e presidida pelo então Deputado Marcelo Itagiba, o perito professor Ricardo Molina, da Universidade de Campinas, afirmou que a imprensa tem feito um desserviço em muitos casos, pois no caso do desembargador Carreira Alvim a Rede Globo de Televisão colocou no ar uma frase que inexiste na gravação, tendo colocado isso no ar com transcrição.
Um desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, meu amigo de muitos anos, me disse que, naquela Corte, todos ficaram atônicos com a minha prisão, e não se mostravam dispostos a acreditar no que acontecia até ouvir a malsinada frase, “montada” com a minha voz, divulgada pela mídia; o que, aliás, aconteceu com a opinião pública em geral. E esse próprio amigo, um desembargador, me disse que eu tinha que provar que aquela frase não era minha; mas o acusado não tem que provar nada, porque a prova do fato típico é de quem acusa.
A então deputada Marina Maggessi me disse em alto e bom som, na sessão da CPI do Grampo em que fui ouvido na Câmara dos Deputados, que ela chegou ter uma audiência com o ministro Cezar Peluso, do Supremo Tribunal Federal, que comandava as investigações contra mim, a quem disse que ele estava sendo usado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal; mas que infelizmente ele não lhe deu ouvidos.
                Essa montagem da frase feita Polícia Federal só veio à tona no processo a que responde meu genro, na Justiça federal do Rio de Janeiro, porque, se dependesse do Supremo Tribunal Federal, onde o processo penal se encontra literalmente parado, ou do Conselho Nacional de Justiça, onde correu o procedimento administrativo, a verdade ainda estaria no limbo, e eu sem saber de onde partira a maldita frase que eu não havia pronunciado. Nem o Supremo Tribunal Federal, antes de receber a denúncia contra mim, e nem o Conselho Nacional de Justiça, que me julgou em sede administrativa se interessaram em apurar a verdade dos fatos, preferindo acreditar na versão absurda criada pelo Ministério Público, para me afastar do Tribunal."
 
                     (continua na próxima semana).
 
Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável em www.saraiva.com.br ou em www.bondfaro.com.br.
 
 

DECIFRA-ME OU TE DEVORO (3ª parte)

(continuação)
"Ao término do evento de Buenos Aires, foram convidadas as mais altas autoridades presentes, brasileiras e estrangeiras, para um jantar num restaurante escolhido a dedo para a ocasião – jantar este que foi também patrocinado, desta feita pela agência organizadora do encontro, pelo professor Edmundo Oliveira e por mim Carreira Alvim –, e, mais uma vez, percebi, que apesar de a cadeira reservada ao ministro Cezar Peluso estar localizada ao meu lado, ele arrumou uma desculpa para sentar-se do lado oposto, dizendo que precisava conversar com alguém que estava desse outro lado.
Como não sou nenhum idiota, percebi que a minha presença incomodava o ministro, pois ele me evitava onde eu estivesse, mas eu não me dava conta do motivo de sua atitude, o que só veio a ocorrer no dia 13 de abril de 2007, quando fui atingido pela operação Hurricane. Foi aí que a ficha caiu e pude decifrar o enigma.
A minha incredulidade com o que tinha ouvido desse delegado de Santa Catarina era tanta, que, nada tendo que pesasse na minha consciência, tentei infantilmente uma ligação para falar com o ministro [Cezar Peluso], para saber se era verdade o que estava acontecendo; mas não consegui, porque ele estava viajando; e não conseguiria mesmo que não estivesse, porque ele sabia do que se tratava."
(continua na próxima semana)

Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável em www.saraiva.com.br ou em www.bondfaro.com.br.

SAIBA QUE SEU LIVRO FOI DE GRANDE VALIA


"Tudo bem Dr. Alvim,
Gostaria somente de me solidariezar com o senhor. 
Sou engenheiro, aos meus vinte e nove anos, e mesmo com a idade quero iniciar meu curso de Direito e mudar de profissão. 
Saiba que seu ivro foi de grande valia. 
Um grande abraco. 
Marco Lanza Serson."

NOTA - Mensagem recebida pelo Facebook.

SEU EXEMPLO E SUA ATENÇÃO MUITO ME ENTUSIASMAM.


"Bom dia, Professor. 
Dificílimo, mas não impossível recomeçar aos cinquenta e sete anos, depois de seis anos constrangido a não usar as dependências da OAB, o que provocou um total afastamento do meios jurídico.
Seu exemplo e sua atenção muito me entusiasmam, animam, encorajam e ensejam esperança. 
Obrigado.
Fernando Claro Dias."

NOTA - Mensagem recebida pelo Facebook.

OS FALSOS AMIGOS.

"AMIGOS SÃO MUITOS ELES,
COMO AVES DE ARRIBAÇÃO
SE FAZ BOM TEMPO ELES VÊM,
SE FAZ MAL TEMPO ELES VÃO."

A INCOERÊNCIA E HIPOCRISIA DA ORDEM JURÍDICA E SOCIAL BRASILEIRA.

      A ordem jurídica e social brasileira é, vergonhosamente, incoerente e hipócrita.
    Eu, como desembargador federal e ex-vice presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, fui preso e colocado numa cela da Polícia Federal juntamente com outros contraventores, por ordem do ministro Cezar Peluso, então vice-presidente do STF e atual presidente da Corte, sem que tivessem sido respeitadas as prerrogativas constitucionais da magistratura --, que, para esse fim, valeram menos do que uma folha de papel higiênico --, ou que fosse respeitado meu “direito de ir e vir”, que não prevaleceu sobre uma montagem feita contra mim pela Polícia Federal, assessorada pelo Ministério Público Federal, e coadjuvada pelo Supremo Tribunal Federal.
     No entanto, diariamente as pessoas são assaltadas nas vias públicas, no Rio de Janeiro (Leblon, Ipanema, Copacabana), porque os bandidos usam uma moto para cometer o crime, com um dirigindo e o outro armado, na garupa, cometendo assaltos; e, quando se pensa em proibir as “caronas de moto”, sem as quais tais crimes seriam impossíveis, a mídia se assanha na defesa dos caronistas e caroneiros, ao argumento de que essa medida é uma afronta ao “direito de ir e vir” protegido pela Constituição.
      Moral da história: O "direito de ir e vir" dos bandidos vale muito mais do que o "direito de ir e vir" de um juiz brasileiro. 

segunda-feira, 19 de março de 2012

BLOG DO FURACÃO É ACESSADO NO EXTERIOR.

"O blog do Furacão foi visitado 81 vezes nos EUA, 14 na Rússia, 13 em Portugal e 11 no Reino Unido, para indicar apenas alguns países interessados no que acontece na justiça brasileira."

CARREIRA ALVIM FAZ UM PEDIDO SOBRE OS PEDIDOS DE AMIZADE

Devido ao grande número de pedidos de amizade feitos para o meu Facebook, peço aos futuros amigos que reenviem suas mensagens a partir do dia 20 de abril, porque, até, lá, não poderei receber novas mensagens, tamanho o número das que se encontram na fila para ser recebidas. Existe a opção do Linkedin, do Myspace, do Sonico, do Twitter e do Twoo. Se quiserem me prestigiar num desses, estou às ordens.

CARREIRA ALVIM FALA SOBRE O "FURACÃO" NO PROGRAMA S.O.S VERDADE.

Quem tiver interesse em conhecer os bastidores da "Operação Hurricane" e saber o que está por detrás da trama que as instituições (POLÍCIA FEDERAL, MINISTÉRIO PÚBLICO E SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL) armaram contra Carreira Alvim, para que este não chegasse à presidência do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, entre no site www.programasosverdade.com.br e assista à entrevista. 

ESSA INJUSTIÇA NÃO PODE SER ESQUECIDA.

         "Desembargador Carreira Alvim, o senhor é um grande herói e um verdadeiro vencedor. Admiro seu trabalho. Agradeço pela sua atitude, pois acredito que o povo tem o direito de saber o que aconteceu e o que acontece. Pode ter certeza que tem muita gente que te respeita como um maravilhoso profissional na área do Direito e da justiça. Parabéns! Continua divulgado tudo o que acontece em seu blog, palestras, rádios entre outros. Essa injustiça não pode ser esquecida. Estarei sempre ao seu lado! Vivi."

               NOTA - Mensagem recebida pelo Facebook.

AINDA BEM QUE V. EXª SE POSICIONA EM RELAÇÃO AOS "ABUTRES" E "RAPOSAS".

         " Prezado Professor, boa noite. Tudo bom?
     Vi a sua entrevista no Programa SOS Verdade. Parabéns pela coragem e autenticidade! Esse vídeo tem que ser disseminado pela Internet e enviado a outros meios de comunicação! Já pensou em conceder entrevistas a outras emissoras, como a Band, a Record ou o SBT?
          Estamos juntos na caminhada. Ainda bem que V. Exa. se posiciona, em relação aos "abutres" e "raposas" como se você fosse clara de ovo que sempre vai crescer!! Tenha fé!!
           Estive recentemente na sua terra natal visitando uns parentes meus. Lugar bacana.
           Forte abraço."

NOTA - Mensagem recebida de Marconi Cunha pelo Facebook.

DEPOIMENTO PRESTADO POR CARREIRA ALVIM, MAS QUE O CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA NÃO LEU.

(continuação)
     "E, na segunda vez em que REGUEIRA esteve no meu gabinete -- nenhuma das vezes teve nada a ver com máquina, com jogo, com nada --, foi me pedir autorização para (...) viajar. Por quê? Porque ele me contou que Vossa Excelência [des.fed. ABEL GOMES], inclusive, tinha deferido várias autorizações para ele viajar, inclusive, às vezes até contrariando a opinião do Ministério Público, que era contra, e que, numa das últimas decisões, havia denegado. Eu nem cheguei a saber por que motivo foi ou não foi denegado. O (...) tinha negócio no exterior e precisava ir não sei aonde porque tinha uma reunião. 
     Eu falei: "REGUEIRA... 'Parece-me que foram duas ou três conversas que tive com ele -- disso eu não me recordo; se ele conversou esse assunto comigo foi no Gabinete. Depois eu o chamei e falei exatamente isto: REGUEIRA, eu pode até dar a liminar para ele viajar, porque, se o passaporte está com ele, se ele está respondnedo a processo, mas tem bens no Brasil, não acredito que ele vá fugir. Veja bem, embora afirmar isso absolutamente eu não posso, mas a presunção é de que não vai haver fuga. Mas eu não vou fazer isso porque eu sou a bola da vez. Eu dei uma decisão sobre bigo [liberação de máquinas] que está controvertida. O Tribunal anula. Se eu der a liminar para o (...), o Presidente cassa. Se o Presidente não cassar, o Tribunal cassa. Então, eu não vou fazer por isso." Ele entendeu e falou assim: "CARREIRA, estão bom!" E foi para Brasília; não sei se ele conseguiu essa autorização em Brasília para ele viajar.
Doutor ABEL GOMES, não teve absolutamente nada a ver com bingo, nem com coisa nenhuma. No dia em que encontrei com esse homem na Polícia Federal, perguntei: "O que você está fazendo aqui?" Eu supunha que fosse alguma coisa liga à decisão, porque eu tinha dado. Não que houvesse motivo, mas, pelo menos, eu tinha dado uma decisão.
     Pensei assi: "Bem, eles estão me prendendo porque eu dei uma decisão favorável". Hoje em dia, em vez de recorrer de decisão de juiz, o normal é denuncia o juiz. O Ministério Público denuncia, para ir para o Tribunal, é prender o juiz, é pedir o afastamento do juiz.
     Quando chegou a esse ponto, eu pensei: "Eu não sei por que estou sendo preso". E, depois, fui saber dessas conversas, que ele teria ido interceder por alguém etc."

(continua na próxima semana)

A PERGUNTA QUE NÃO PODE CALAR: QUEM REALMENTE DEU DECISÕES PARA O FUNCIONAMENTO DE BINGOS NO TRF-2?

     Tendo o procurador-geral da República, ANTÔNIO FERNANDO DE SOUZA, dito na denúncia oferecida contra mim e o desembargador federal Ricardo Regueira, que se formou no Tribunal Regional Federal da 2ª Região uma "quadrilha" para viabilizar o funcionamento do jogo de bingo no Rio de Janeiro, e, não tendo nem eu e nem o Ricardo Regueira, proferido uma decisão sequer sobre "autorização" para funcionamento de bingos, porque o que eu fiz foi conceder três liminares para liberar "máquinas caça-níqueis", apreendidas na marra pela Polícia Federal, onde está o fundamento dessa maldita denúncia, se TODOS OS DESEMBARGADORES QUE DERAM AUTORIZAÇÃO PARA O FUNCIONAMENTO DE JOGOS DE BINGO NO RIO DE JANEIRO CONTINUAM LÁ NO EXERCÍCIO DA FUNÇÃO?
     Por que o Ministério Público e o Ministro Cezar Peluso do STF não têm interesse em apurar, realmente, quem proferiu decisões sobre o jogo de bingo no Rio de Janeiro, conforme denuncio no meu livro "Operação Hurricane: Um juiz no olho do furacão", no capítulo "Decisões sobre o funcionamento de bingos no Tribunal"?
     A justiça federal de primeira instância, no processo penal que lá teve curso, continuou batendo nessa mesma tecla, de que teria havido "venda e compra de decisões sobre bingos", antes mesmo que o STF decida se realmente ocorreram os fatos (e, na verdade, não ocorreram) que embasam tanto a denúncia na superior quanto na inferior instância. As "suposições" continuam pairando sobre a "verdade", porque a Justiça, com essa maldita venda nos olhos não consegue enxergar a realidade, para o que seria bastante uma leitura atenta dos autos do inquérito (mas que ela não quer ler).
     Conforme pesquisa que realizei no site do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, são os seguintes os desembargadores que proferiram decisões sobre jogos de bingo, e com base nas quais mandei que as máquinas de caça-níqueis fossem restituídas: Valmir Peçanha, Sergio Schwaitzer, Frederico Gueiros, André Fontes, Guilherme Calmon, Poul Erik, Raldênio Bonifácio, Benedito Gonçalves, Fernando Marques, Reis Friede, Liliane Roriz, Julieta Lunz, Alberto Nogueira e Vera Lúcia Lima (confiram os processos em que essas decisões foram prolatadas no livro do Furacão).