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segunda-feira, 29 de julho de 2013

CARREIRA ALVIM NA BAND-AM-RIO 1.360 KHZ

 
Na última sexta-feira de julho, CARREIRA ALVIM esteve na BAND-AM-RIO 1.360 KHZ, dando as suas impressões sobre os movimentos de rua, estranhando que, além das cobranças feitas ao Executivo e do Legislativo, não tenham cobrado também a eficiência do Judiciário, uma das mais morosas e desacreditadas instituições deste País.
CARREIRA ALVIM retornará à BAND-RIO, às últimas sextas-feiras de cada mês, ao programa CSB NOTÍCIAS, das 20 às 21h, para tratar de um assunto de interesse público.
Participem do programa pelo telefone 2543-1360.

ENQUADRE O FURACÃO

 
Se você conhece um policial, um membro do Ministério Público ou um juiz, desembargador ou ministro de tribunal superior, dê-lhe de presente o livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável para compra nas livrarias SARAIVA e em www.saraiva.com.br, www.estantevirtual.com.br, www.bondfaro.com.br e em outras livrarias do País.
Esses profissionais precisam ver como as suas instituições funcionam pelo avesso, quando deveriam funcionar para garantir a se3gurança dos cidadãos, inclusive dos juízes.
 

UMA ANÔNIMA OPINIÃO SOBRE A JUSTIÇA BRASILEIRA

Triste situação. Porém, relembro aos senhores magistrados que estas situações de abusos somente se proliferaram porque a esmagadora maioria dos juízes faz vistas grossas, quando réus ou suspeitos relatam abusos cometidos nas investigações.
A Polícia e o Ministério Púbico somente agem assim porque não possuem freios, nem controle da validade dos seus atos pelo Poder Judiciário.
Na grande maioria das vezes, o magistrado é um mero carimbador das decisões dos delegados e promotores, reproduzindo-as na íntegra. (Mensagem deixada em "Carteira de juiz só serve de passaporte para ir ao banheiro", no blog http://operacaohurricane.blogspot.com).

DITADO MINEIRO

"Deixa o tacho que a fervura vem de baixo".

PARA MEDITAR E CONCLUIR

"O mundo está cheio de gente boa que por toda parte só vê gente que não presta."

TORÇO PARA QUE A JUSTIÇA SEJA FEITA.


Prezado professor, 
Neste momento, terminei de ler a sua obra a respeito do que aconteceu na "Operação Hurricane".
Adianto que compartilho do seu sentimento, pois minha atuação na área do Direito Aduaneiro me fez passar, apesar do pouco tempo, por algumas situações nas quais inocentes sofreram prejuízos sem tamanho em decorrência dos abusos, desmandos e das criações da Polícia Federal, Ministério Público Federal e pela Receita Federal do Brasil.
Parabéns pela obra. 
Torço para que a justiça seja feita. 
Com máximo respeito, meus votos de estima e consideração. 
Cordialmente, 
Luciano Bushatsky Andrade de Alencar (Advogado).






VOCÊ SABIA?


O escritor Pedro Nava parafusava os móveis de sua casa a fim que ninguém os tirasse do lugar.

DESMONTANDO A TRAMA [DA POLÍCIA FEDERAL]


(continuação)
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"Numa determinada passagem do seu relatório, a Polícia Federal diz que eu sabia que estava grampeado, mas que não contava com a sua Contra Inteligência --, na verdade uma Contra Burrice --, que acompanhava meus passos e me fotografava aonde quer que eu fosse, e que foi assim que eu teria sido “apanhado”.
Essa afirmativa não é verdadeira, porque, se fosse, teria ela juntado as fotos no inquérito policial e o denunciante as tinha incluído também na sua denúncia, e lá as únicas fotos que existem são as do restaurante Fratelli, fato que eu nunca neguei, e não por conta de ter fotografado, contestando apenas a versão do fato que a Polícia Federal e o ministério público deram desse episódio.
Conseguimos que, no processo do meu genro, perante a Justiça federal, fosse autorizado pela juíza que o perito professor Ricardo Molina, da Universidade de Campinas tivesse acesso aos diálogos que tivemos e à conversa onde falou do milhão para Carreira Alvim, tendo-lhe sido entregues dois arquivos de áudio compactados e duas folhas, contendo registros da Polícia Federal, nas quais constavam referências às gravações, bem assim quesitos específicos para que fossem respondidos de forma fundamentada."

(continua na próxima semana)
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Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável nas livrarias SARAIVA e também em www.saraiva.com.br, www.estantevirtual.com.br, www.bondfaro.com.br e nas livrarias de todo o País.

sábado, 20 de julho de 2013

AJUDE A MELHORAR AS INSTITUIÇÕES NACIONAIS.

Se você ou algum parente ou amigo seu foi vítima das instituições nacionais (Polícia, Ministério Público ou Justiça), poste a sua indignação neste blog ou mande sua mensagem para carreira.alvim@yahoo.com.br para que seja repassada para as redes sociais, e chegue ao conhecimento da sociedade brasileira.
Não se envergonhe de ter sido vítima das instituições e contar a sua versão, porque os algozes só fazem o que fazem porque confiam no silêncio das suas vítimas.

O QUE VOCÊ PENSA DA NOSSA JUSTIÇA?

Você já observou que, na pesquisa sobre a justiça brasileira, 4% acham-na ótima (talvez os banqueiros), 4% acham-na boa (talvez as próprias instituições nacionais), mas 33% acham-na RUIM e 58% acham-na PÉSSIMA.
Dê o seu voto e participe da enquete.

DÊ DE PRESENTE O FURACÃO PARA O JUIZ DA SUA CIDADE.

 
Como a Justiça nem sempre funciona por dentro como ela funciona por fora, dê de presente o livro do furacão para o juiz de direito da sua cidade, para que ele conheça melhor a instituição a que serve e consiga ser mais justo nas suas decisões.

DITADO MINEIRO

"O sapo só vê a falta que a água faz depois que a lagoa seca."

PARA MEDITAR

"O hipócrita se esforça constantemente para parecer bom, embora seja mau." (Soren Kierkegaard).

UM LEITOR QUE CRÊ NA PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA versus UM JUIZ QUE NÃO ACREDITA.

Prezado Professor. Gostaria de dizer que sou um entusiasta do Direito Processual Civil e fiquei feliz em ver o seu perfil no Facebook, apesar de não conhece-lo pessoalmente. Aprecio suas obras acadêmicas, no entanto, me impressionei mesmo com o livro "Operação Hurricane". À época das notícias, um professor da graduação, que lecionava Ciência Política e já tinha se aposentado como magistrado, deu um discurso emocionado em sala, chorando e demonstrando sua indignação com tudo o que foi veiculado, chegando a dizer que rasgou e queimou todos os livros seus que tinha em sua biblioteca, tamanha a decepção que lhe abateu. Aquilo me marcou muito, contudo, sempre estimei o contraditório e nunca aceitei a primeira versão dos fatos que me apresentam. "Operação Hurricane" é realmente muito interessante, li em três dias. Aproveitei este espaço na rede social para dividir essa experiência com o senhor. Abraços. Roberto Pedreira, leitor.

VOCÊ SABIA?

 
Machado de Assis, nosso grande escritor, ultrapassou tanto as barreiras sociais bem como físicas. Machado teve uma infância sofrida pela pobreza e ainda era míope, gago e sofria de epilepsia. Enquanto escrevia Memórias Póstumas de Brás Cubas, Machado foi acometido por uma de suas piores crises intestinais, com complicações para sua frágil visão. Os médicos recomendaram três meses de descanso em Petrópolis. Sem poder ler nem redigir, ditou grande parte do romance para a esposa, Carolina. (Contribuição de Stella).





 
 

DESMONTANDO A TRAMA


"Uma das grandes preocupações do meu advogado sempre foi com as minhas conversas, gravadas pela Polícia Federal com autorização do Supremo Tribunal Federal, porque eu tinha a minha consciência tranquila do que tinha conversado com meu genro; nada parecido com o que suponha (e sabia) a Polícia Federal que houvéssemos conversado.
Em diversas oportunidades em que estive com meu advogado ele me fazia ver a importância de uma perícia nos discos rígidos que continham a minha conversa com o meu genro; e ninguém mais que eu desejava isso, porque eu tinha certeza de que havia sido vítima de uma farsa montada pela Polícia Federal.
Fazendo uma verificação auditiva da minha conversa com o meu genro, verifiquei que realmente o que conversáramos naquela oportunidade nada tinha a ver com as suposições da Polícia Federal; e isso poderia ser facilmente comprovado por uma perícia técnica.
Ficava a imaginar a razão pela qual a Contra-Inteligência da Polícia Federal, em quem se supõe um mínimo de bom senso e responsabilidade seria capaz de montar uma conversa para me incriminar, sabendo que essa maquinação poderia ser desmontada por uma perícia técnica; a não ser que tivesse o único propósito de desmoralizar, para que eu não chegasse à presidência do Tribunal; mesmo que mais tarde pudesse ser desmentida."
(Continua na próxima semana)
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Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável nas livrarias SARAIVA e também em www.saraiva.com.br, www.estantevirtual.com.br , www.bondfaro.com.br e nas livrarias de todo o País.

domingo, 14 de julho de 2013

FAMÍLIA UNIDA EM TORNO DA DIGNIDADE


SERIA UM CUSPE HISTÓRICO


Eu teria cuspido na cara dele, pois já que estava sendo humilhado, compensaria com uma atitude injuriosa histórica. Um processo a mais não amainaria  minha ira na defesa da minha honra. (Francisco Mello dos Santos, advogado).
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Comentário aposto no blog em CARTEIRA DE JUIZ SÓ SERVE DE PASSAPORTE PARA IR AO BANHEIRO.

FURACÃO NO EXTERIOR

Na semana que passou, o blog do furacão foi acessado 114 vezes nos EUA, 25 na Rússia, 8 em Portugal, 6 na Alemanha, 2 na Espanha, França, Holanda e Ucrânia e 1 na Austrália.
É a (in)justiça brasileira cruzando as nossas fronteiras.

A POEIRA COMEÇA A SAIR DE DEBAIXO DO TAPETE

 
Quando conversei com um ex-colega da Justiça Federal do Rio de Janeiro, disse-me que a história que corria (boatos) -- nos "corredores" das repartições dos dois órgãos na época -- era a de que havia um esquema fortíssimo de "nepotismo cruzado" entre as administrações do TFF-2 e do MPF no Rio de Janeiro, e que V. Ex.ª pode ter sido "derrubado" na "Operação Hurricane" justamente para que não assumisse a Presidência do Tribunal (como seria em conformidade com a práxis da casa) porque não estava "ciente" do tal esquema. (Mensagem recebida de H. Soza)

OPERAÇÃO HURRICANE CIRCULA PELO PAÍS


A INDIGNAÇÃO CHEGA TAMBÉM PELA REDE SOCIAL (2ª PARTE)

(continuação)
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Seu texto me ensinou bastante a respeito do universo jurídico através de um linguagem didática, mas na qual o senhor expressa um turbilhão de sentimentos, e me fez sentir uma empolgação a mais para cursar Direito, o que começarei a partir de agosto na Universidade Federal do Ceará. Gostaria muito de um dia ter o prazer de conhecê-lo pessoalmente, ser sua aluna, estudar por suas outras obras, assistir palestras suas, ouvir mais relatos sobre esse triste episódio ( se não for incômodo), bem como tornar-me uma profissional tão competente como o senhor.

Recomendarei a leitura de sua obra para o máximo de pessoas que eu puder a fim de que também se afeiçoem à sua pessoa. O mundo necessita de seres humanos honrados e pautados no bom-senso como o senhor. Desejo que, num futuro iluminado pelo Altíssimo, o senhor consiga provar sua inocência totalmente à contraditória justiça humana, porque, para a divina, tudo sempre está esclarecido.

Com apreço,

Allana Elena Marques.
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VOCÊ SABIA?

Euclides da Cunha, autor de "Os Sertões", foi Superintendente de Obras Públicas de São Paulo e o engenheiro responsável pela construção de uma ponte em São José do Rio Pardo (SP). A obra demorou três anos para ficar pronta e, alguns meses depois de inaugurada, a ponte simplesmente ruiu. Ele não se deu por vencido e a reconstruiu. Mas, por via das dúvidas, abandonou a carreira de engenheiro. (Contribuição de Stella).
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NOTA: O País saiu lucrando, pois perdeu um engenheiro, mas ganhou um dos maiores escritores da sua história.

MORRE UMA DAS VÍTIMAS DO FURACÃO

(continuação0
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Não tenho dúvida de que o desembargador Ricardo Regueira foi a primeira vítima do maldito furacão, porque, a partir daí, ele perdeu toda a vontade de viver, apesar da minha advertência de que não podia morrer prematuramente, para dar esse prazer aos seus algozes.
Se existir Paraíso, tenho a certeza de lá estará o desembargador Ricardo Regueira, embora não sejam muitas as almas com as quais ele conviveu que terão a oportunidade de encontrá-lo lá, porque se existe um local mais adequado para quem comete tantas injustiças, como os juízes, este lugar jamais será o paraíso; creio até que será o oposto dele.
Depois da morte do desembargador Ricardo Regueira, eu espero continuar tendo forças para continuar lutando, porque a minha morte seria para a Justiça um grande lenitivo, com o arquivamento também do meu processo; pois, não são consistentes as provas contra mim, fruto apenas da imaginação da parte malsã da Polícia Federal.
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Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável nas livrarias SARAIVA e também em www.saraiva.com.brwww.estantevirtual.com.br,  www.bondfaro.com.br e em outras livrarias do País.

domingo, 7 de julho de 2013

O QUE FALTOU NOS PROTESTOS DE RUA

Por que os protestos nas redes sociais e principalmente nas ruas não pediram a redução da carga tributária que sufoca o contribuinte brasileiro? Será que  todos estão satisfeitos em ser extorquidos pelo Governo do PT e associados?

VAMOS HOMENAGEAR O DESEMBARGADOR RICARDO REGUEIRA

O nosso colega e amigo Desembargador RICARDO REGUEIRA estaria aniversariando no próximo dia 24 de setembro, se não tivesse falecido, vítima da irresponsabilidade das nossas instituições (Polícia Federal, Ministério Público Federal e Justiça).
Este blog pretende render homenagens ao desembargador, um dos julgadores mais identificado com o sentimento de justiça "justa", que já passou pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região.
Se você quiser participar das homenagens, escreva uma mensagem para o desembargador, como se ele ainda estivesse entre nós; podendo mandar também uma mensagem para as instituições que, injustamente, o crucificaram. 
Mandem as mensagens para www.carreira.alvim@yahoo.com.br, pois serão colecionadas e publicadas no blog que circulará no dia 21 ou 22 de setembro deste ano.

FURACÃO CONTINUA CIRCULANDO

 
Posted by Picasa

PARA QUEM QUISER SER MEU AMIGO VIRTUAL

Quando criei a minha primeira página no Facebook, não pensei que em tão pouco tempo atingiria o limine máximo de 5.000 participantes. Como, a partir desse número, não pude receber mais pedidos,  criei uma segunda página FACEBOOK.com/JECarreiraAlvim. Tenho também a página CARREIRA ALVIM SEM RESTRIÇÕES e o site www.carreiraalvim.webnode.com Se quiserem fazer contato, estes são os caminhos.

A INDIGNAÇÃO CHEGA TAMBÉM PELA REDE SOCIAL

Prezado senhor Carreira Alvim,

Li sua grande obra "OPERAÇÃO HURRICANE UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO" há algumas semanas e estou entrando em contato com o senhor para congratulá-lo pela pessoa repleta de virtudes que se refletiu no autor desse livro e da qual me tornei admiradora: digna, honesta, respeitosa, inteligente, carinhosa com a família e com os amigos, e justa, evidenciando sua vocação à bela carreira do Direito, a qual exercia com amor e de acordo com seus princípios, mas nunca se esquivando de mencionar as infelizes falhas presentes no Poder Judiciário deste país. Além dessas qualidades, exalto sua força, coragem e perseverança por ter batalhado para construir sua almejada carreira, enfrentado esse implacável furacão que a destroçou e publicado sua história, expondo o nome de poderosas autoridades e instituições as quais eu julgava mais nobres até conhecer sua biografia.

Ganhei seu livro como presente de aniversário de um criativo amigo, e foi um dos melhores presentes que já recebi. Durante o período em que o lia, comentava sobre a interessante leitura com meu pai (que, inclusive, já se encontra nos primeiros capítulos) e com minha mãe, que, assim como eu e tantos outros leitores, se indignaram com as injustiças pelas quais o senhor passou, estimando-lhe enormemente.
(Mensagem de Allana Elena Marques)
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(continua na próxima semana)




DESABAFO DE UM BACHAREL EM DIREITO.

Aos advogados que hoje fazem tanta questão desse tal exame de ordem (OAB), gostaria de saber se, quando eles saíram das respectivas Faculdades que cursaram foram obrigados a fazer tal exame. Não sabem, porque nessa época tal exame não existia. Hoje, esses advogados se acham os papas para mandar e dizer que, sem exame não é advogado. Todo mundo sabe que o acadêmico de Direito, quando sai formado, não é advogado e sim bacharel em Direito, e que só passará a sê-lo quando começar realmente a defender causas. Exame de Ordem não habilita ninguém para exercer a advocacia. Eu conheço vários advogados com bancas renomadas que são verdadeiros (????) em matéria de Direito. (Anônimo, encaminhado para "Vamos ser realistas com o juramento do advogado").
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NOTA: O bacharel em Direito se torna advogado assim que, com o registro do seu diploma nas instituições autorizadas pelo MEC, é admitido nos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil. Para isso, não precisa a OAB testar o candidato naquilo que a instituição de ensino já fez, dizendo que "ele está habilitado a exercer a advocacia" (CF: art. 5º, XIII).
Do contrário, vamos voltar ao passado, permitindo os CURSOS LIVRES DE DIREITO, sem a necessidade de o aluno frequentar as aulas, porque, afinal, quem poderá advogar será somente aquele que passar pelo exame de ordem.  

VOCÊ SABIA?

 
Gilberto Freyre nunca manuseou aparelhos eletrônicos. Não sabia ligar sequer uma televisão. Todas as obras foram escritas a bico-de-pena, como o mais extenso de seus livros, Ordem e Progresso, de 703 páginas. (Contribuição de Stella)


 

MORRE UMA DAS VÍTIMAS DO FURACÃO


(continuação
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Isso tanto é necessário que, na esfera civil, apenas se houver absolvição do réu a família tem direito à indenização dos danos materiais e morais causados pela “fabricação” de provas contra um inocente, pela Polícia Federal, e oferecimento de uma denúncia infundada contra ele pelo Ministério Público Federal.
Mas, em face da jurisprudência, que não é sensível a esse entendimento, a única alternativa da família do morto, com a extinção da punibilidade na esfera criminal, é o ajuizamento de uma ação indenizatória contra a União, como Poder Público, pela culpa ou dolo dos seus agentes, Polícia Federal e Ministério Público, em que os fatos alegados pela defesa serão novamente questionados e provados para essa finalidade.
Neste Brasil de contrastes, se o correntista tiver um cheque devolvido, havendo provisão de fundos, ou o missivista de uma carta a tiver devolvida pelos correios, estando correto o endereço, têm ambos o direito de haver uma reparação pelo dano causado; mas se alguém for denunciado pela prática de um crime e for absolvido, não se lhe tem reconhecido o direito a uma reparação; o que, diga-se de passagem, é um incontestável absurdo; porque a prisão injusta prejudica muito mais do que a simples devolução de um cheque ou de uma carta.

Certa feita, disse isso a um ministro de tribunal superior, e ele me disse que se as coisas fossem como eu pensava, ninguém seria denunciado, porque poderia vir a ser absolvido; ao que lhe respondi que, se as coisas fossem como eu penso, os membros do Ministério Público e os juízes, inclusive os dos tribunais superiores, seriam mais responsáveis em oferecer denúncias e autorizar grampos contra as pessoas inocentes, fundados apenas em suposições. E esse ministro engoliu em seco.
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Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável nas livrarias SARAIVA e também em www.saraiva.com.br, www.estantevirtual.com.br, www.bondfaro.com.br e em outras livrarias de todo o País.