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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

FURACÃO (HURRICANE) CHEGA AO RIO ÀS 16H

PROTEJA-SE DO FURACÃO.
CARREIRA ALVIM ESTARÁ PALESTRANDO DIA 29 AGO ÀS 16H NA AEC-RJ NA AV. RIO BRANCO, 120, 13º ANDAR. PODE IR E LEVAR SEUS AMIGOS, PARA OUVIR AS VERDADES SOBRE AS ARMAÇÕES ARMADAS PELAS INSTITUIÇÕES QUE DEVERIAM SER A GARANTIA DOS JUÍZES. ENTRADA FRANCA. LEVE SEUS AMIGOS E RECOMENTE PELA REDE SOCIAL.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

O "FURACÃO" MOSTRA SUA VERDADEIRA FACE

Se quiser saber da segurança que você e sua família têm, por parte da Polícia Federal, do Ministério Público Federal e da Justiça (STF), ouça o Desembargador CARREIRA ALVIM, que fala amanhã (29/AGO), às 16h, na AEC-RJ, na Av. Rio Branco, 120, 13º andar, que o colocou "atrás das grades", como se fosse um perigoso bandido, por conta de decisões para LIBERAR bingos (que ele não deu), e que foram dadas por outros desembargadores do TRF-2, que lá estão no pleno exercício do cargo. E tudo para que CARREIRA ALVIM não chegasse à Presidência do TRF-2. A ENTRADA É FRANCA.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

... E OS COMENTÁRIOS ERAM EXCELENTES, VOU LER.

Excelência! Obrigada pela amizade. Fiquei sabendo do seu livro atualmente esgotado (fiz encomenda na Saraiva ontem 19/08 no Curso Glioche, onde eu estudo aos sábados. Havia um grupo e ouvi os comentários e procurei saber (só leio livros por indicação) e os comentários eram excelentes, vou ler. Um grande abraço." (Vindalva Valentim)

CARREIRA ALVIM FALA SOBRE O FURACÃO NO RIO DE JANEIRO

 
CARREIRA ALVIM FARÁ UMA PALESTRA SOBRE O FURACÃO, NA ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOS DO COMÉRCIO NO RIO DE JANEIRO, NA PRÓXIMA QUARTA-FEIRA, DIA 29 AGO, ÀS 16H, NA AV. RIO BRANCO, 120, 13º  ANDAR. ENTRADA FRANCA.

CARREIRA ALVIM NA RÁDIO BAND AM RIO DE JANEIRO



(Carreira Alvim é o que está no centro, sendo o da frente o Fernando Pestana e o do fundo o Sérgio Basile, no debate do último dia 24/8/12).

CARREIRA ALVIM DEBATE, NA ÚLTIMA SEXTA-FEIRA DE CADA  MÊS, NA RÁDIO BAND AM RIO, 1.360 KHZ, SOBRE O FUTURO CÓDIGO PENAL, QUE VEM NA CONTRAMÃO DA LÓGICA E DO BOM SENSO.
Acompanhe, de qualquer parte do País, os debates pelo site www.sempreaovivo.tv.br, clicando no link CSB NOTÍCIAS (onde estão armazenados todos os programas).

UMA INDIGNAÇÃO QUE CHEGA PELA REDE SOCIAL


Prezado Dr. José Eduardo, boa tarde!
Primeiramente queria lhe parabenizar pelo seu livro, muito interessante e útil, ainda mais na minha vida ultimamente.
Quando comprei seu livro, confesso que foi para tentar entender o Judiciário, e como tentar reverter um caso de injustiça.
Tentei por inúmeras vezes antes do término da leitura, entrar em contato, mas o estou fazendo somente agora quando cheguei ao final da leitura de seu livro.
Bom, o motivo de eu estar entrando em contato com o Sr. é, como também foi injustiçado e mesmo sendo uma pessoa de dentro do Judiciário, poderia me ajudar a tentar reverter/entender o meu caso, ou melhor de meu marido.
Meu nome é Elaine, sou esposa de um PM acusado injustamente de envolvimento na morte da Juiza, a Dr. Patrícia Lourival Acioli.
Meu marido até o ultimo momento configurava apenas como testemunha deste brutal assassinato, o aconteceu que estranhamente o mesmo passou a fazer parte de um dos acusados de envolvimento na morte da juíza.
Meu marido, sem provas nenhuma, ainda com o próprio delegado dizendo que tinha certeza que ele não estava, foi preso. E o pior, permanece até hoje em Bangu 1, como se fosse um bandido.
Meu marido está preso por uma delação premiada, ao qual o delator com a intenção de beneficiar-se da redução de pena, envolveu toda a guarnição, dizendo que todos sabiam da intenção do tenente de matar a juíza, só que este delator disse em juízo que meu marido não sabia nem da intenção e nem do planejamento, por que meu marido continua preso?
Poderia reunir aqui milhões de coisas para tentar lhe interar sobre o assunto, mas tenho medo deste e-mail se tornar cansativo, e o senhor desistir de ler...
Segue o link de uma postagem sobre a prisão do meu marido no meu blog, leia por favor e se achar que deve me ajudar, por favor o faça! O título da postagem é: O que aconteceu no Julgamento, e a mídia não mostrou)
É incrível como a Justiça trata estas questões onde precisa-se dar uma reposta rápida ao governo, eles não leem os autos, só decidem a favor do governo. Cometem muitas injustiças e deixam famílias descompensadas, pois é assim que me sinto hoje diante deste tormento em que estou vivendo...
Enfim, te peço ajuda no sentido de me mostrar o que devo fazer, sentar e esperar?!?
Muitas pessoas dizem que os jurados já são “ cartas marcadas”... Me diz com toda sinceridade, há esta possibilidade? De o Judiciário manipular os jurados? Não sei mais o que fazer, e no que acreditar.
Estou desesperada, não posso perder o meu marido. Um homem que sempre honrou a farda que veste, tem 06 aos de profissão, e nestes 06 anos, nunca respondeu a processo algum, nunca matou ninguém, nem sequer em confronto...
O Julgamento em sentido restrito (2º instância) foi um fracasso, via-se claramente que eles (desembargadores) não tinham sequer lido o processo, é muita injustiça...Um chegou a falar que quando soube que iria julgar o caso naquele dia (terça-feira) levou o processo para casa no final de semana para ler.. É brincadeira... um processo com mais de 1000 folhas, ele me diz que levou para casa para ler no final de semana?!? Para ficar apto a julgar na terça-feira...
Total covardia, na hora de ler o nome dos réus, de ironia leram o nome do meu marido Junior Cezar de “Merdeiros” e é Medeiros... Acho que confundiram com o delator...Que é Sérgio Costa Junior.
Por favor me ajude...
OBS: Te adicionei no facebook, e estou indicando seu livro!
Obrigada!

A JUSTIÇA É FALHA COMO OS HOMENS.

"Desembargador, sua história será mote para que a sociedade seja menos injusta e mais brigadora no melhor sentido da palavra. Sejamos como nossos irmãos argentinos e sua trajetória de revoltas popular. Seja lá qual for a verdade, o processo não dirá. A Justiça é falha como os homens! Não sejamos covardes, não ao silêncio e ao Estado policialesco! Avante bom homem!" (Diogo Villela Barboza)

FURACÃO NA "JUSTIÇA EM FOCO" NA TV JUSTIÇA



 Editor: Reinaldo Nóbrega
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 (continuação)

PERGUNTA: Por que o senhor se envolveu com as atividades ilegais do bingo? Digo no sentido de dar decência a uma atividade nada bonificadora do ponto de vista trabalhista, que era considerada ilegal?

RESPOSTA: Esta pergunta precisa ser colocada nos seus devidos termos, porque, se você leu realmente o livro, com a atenção de um jornalista, deve ter percebido a farsa, que lá está clara e evidente. Eu, desembargador Carreira Alvim, não dei uma decisão sequer sobre as atividades de bingo, que foram dadas por inúmeros outros desembargadores (veja “Decisões sobre o funcionamento de bingos no Tribunal”), estes, sim, é que “deram decência a uma atividade nada bonificadora do ponto de vista trabalhista, que era considerada ilegal”. 
O que eu proferi foram três decisões, mandando restituir maquinas eletrônicas aos seus donos, porque o que a Polícia Federal e o Ministério Público afirmavam é que elas continham componentes “ilegalmente importados” – nada se alegava contra jogo ilegal – pelo que eu fiquei sem entender a razão de ter o chefe do Ministério Público Federal dito,  e o ministro Peluso acreditado, que eu tinha dado decisões "para viabilizar o jogo de bingo no Rio de Janeiro e Espírito Santo". Isso NUNCA ACONTECEU, realmente. 
Valeria até a pena que o jornalista perguntasse ao ex-procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, atualmente aposentado, de onde ele tirou isso, e também ao ministro Cezar Peluso como ele chegou a essa absurda conclusão, ante os elementos constantes dos autos do inquérito, e, ainda, aos desembargadores federais que deram realmente essas decisões, e que continuam lá no TRF-2, porque eles não vieram a público reconhecer que as decisões viabilizadoras do jogo de bindo eram de sua autoria.
Eu penso assim: se os bingos estavam funcionando com autorização do próprio Tribunal, com liminares dadas por outros de seus desembargadores, que não eu, não poderia eu considerar o jogo ilegal para não mandar restituir as máquinas eletrônicas, porque estaria desrespeitando as decisões do meu próprio Tribunal; além do que o que se alegava era o contrabando de componentes das máquinas e não ilegalidade de jogo de bingo.
Se eu dissesse que não dava as liminares para liberar as máquinas, por ser o jogo ilegal, estaria dizendo que "o Tribunal tinha autorizado por medidas liminares a ilegalidade do jogo de bingo"; o que, em outros termos, seria desautorizar o meu próprio Tribunal, em face daquilo que ele havia decidido. 
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(continua na próxima semana)

DEPOIMENTO DOS INDICIADOS



"Certa manhã, alguém noticiou que seríamos ouvidos pelos delegados federais sobre os fatos constantes do inquérito policial, que servia de suporte à denúncia.
Como tínhamos entrevistas diárias com os advogados, estes tomaram também conhecimento de que todos os encarcerados das celas um a sete começariam a ser ouvidos.
A recomendação da defesa era para que ninguém falasse nada a respeito da operação furacão, exercitando o direito de “ficar calado”.
Não entendi o sentido dessa recomendação, mas como eu era um encarcerado e não um juiz tratei de segui-la à risca.
Confesso que essa recomendação não me agradou muito, pois eu estava louco para falar, fosse para quem fosse, sobre o que havia acontecido comigo a partir da minha prisão, porque a respeito do resto eu nem poderia falar, pois não sabia realmente de nada"

(continua na próxima semana)
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 Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável em www.saraiva.com.br, em www.bondfaro.com.br, na Livraria La Selva (nos Aeroportos) e em outras livrarias do ramo.

ARREPENDIMENTO DE UM DELEGADO DA POLÍCIA FEDERAL



(continuação)

"Até a nossa chegada na carceragem em Brasília, não me recordo de ter visto mais o delegado Carlos Pereira, mas apesar de ser ele um delegado especial como era, recebeu da Polícia Federal o mesmo tratamento proporcionado aos demais presos, sendo revistado e algemado como todos os demais, inclusive os desembargadores e o procurador da República.
Assim que chegamos à Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, fomos colocados na mesma cela, e foi ali que Carlos Pereira pôde passar a limpo a sua trajetória funcional, percebendo que ninguém, nem mesmo um delegado federal, classe especial, como ele, poderia se sentir acima do bem e do mal, fazendo a seus custodiados tudo o que agora a sua instituição estava fazendo com ele.
Na cela dois, o delegado Carlos Pereira dormia do lado da minha cama, mesmo porque o espaço era muito pequeno para seis presos, e ali pernoitou durante todo o tempo em que permanecemos presos.
Assim que a realidade vivida por cada um foi mostrada aos demais, todos sentiram a necessidade de abrir o seu coração, mesmo porque se sentiam injustiçados pelo sistema, e estavam, sem exceção, indignados com as armações de que se consideravam vítimas."

(continua na próxima semana)
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Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável em www.saraiva.com.br, em www.bondfaro.com.br, na Livraria La Selva (nos Aeroportos) e outras do ramo.

DEPOIMENTO PRESTADO POR CARREIRA ALVIM, NO RIO DE JANEIRO, E QUE O CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA NÃO LEU.


                                                                                                                                              '                                                                                                                            
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONALFEDERAL DA 2ª REGIÃO

(Notas Taquigráficas SAJ/CORTAQ)                Audiência, 16/4/2010
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As outras estão aqui. Há quantias aqui de quinhentos mil, de setecentos mil. Onde estão as nossas?  Onde está a prova da materialidade do crime? 

Aqui, digo o seguinte: O Ministério Público se baseou em dois fundamentos básicos. Primeiro, que me foi oferecido um milhão e, segundo, que esse dinheiro teria sido pago a mim. 

Não conseguiu provar nada disso. 

Quer dizer, ele se baseia -- nós vamos ver aqui na frente - em conversa de bandido. Sabe por quê? Porque nessa conversa que saiu essa história, segundo está registrado no áudio... E eles tentaram de todo jeito ver se conseguiam captar a voz de SILVÉRIO JÚNIOR, porque aí fariam uma montagem. Quer dizer, uma conversa, teria a voz do SILVÉRIO lá. Mas não tinha. Porque ele nem sabia de reunião, não participava de reunião, não mexia com a reunião. Não postulou nada. 

Aliás,por falar em não postular nada, Doutor ABEL, um dia encontrando com o desembargador NEY FONSECA, pergunta para ele isso. Nós estávamos em julgamento aqui, SILVÉRIO pai ocupou a tribuna, eu saí e fiquei ali fora. O desembargador NEY FONSECA chegou para mim -- não foi aqui, não. Foi na sessão - e me perguntou: "O que você está fazendo aqui?" Eu falei assim: "O SILVÉRIO pai está fazendo uma sustentação e o JÚNIOR é namorado da Luciana, da minha filha. Eu não quero participar desse julgamento.

Quer dizer, se tivesse perdido por um voto  -- eles ganharam -, mas tivessem perdido por um voto ... A minha consciência vai até ao ponto ... NEY FONSECA lembra disso até hoje: "Realmente,  teve uni dia que cheguei lá e te perguntei isso.”

Todo o meu perfil, todo o meu passado é de um Juiz que sempre agiu de acordo com a consciência . E, de repente, me vejo transformado, colocado no terceiro nível de uma organização criminosa, dando sentenças, vendendo sentenças. Agora, cadê o dinheiro? Não existe. Essa conversa numa fita, que vamos falar dela daqui apouco, onde há indícios fortes de manipulação... Eu tenho certeza que houve, porque eu não falei, em “minha parte em dinheiro”. Eu não falei isso. E isso aparece porque alguém botou.

O interesse que eu tenho é que se apure quem fez isso. Se tivesse pena de morte, teria que receber uma injeção letal para ir para o inferno, porque é um absurdo uma instituição como a Polícia Federal pegar conversa de um Desembargador para comprometer e montar e manipular informação para fazer aparecer uma frase para incriminar outras pessoas.

Aliás, acho que nem a morte é solução, para esse caso. Não se achou dinheiro nenhum. Prova do crime e materialidade não existem.E a palavra dos bandidos para isso vale. Quer dizer, para incriminar CARREIRA AL VIM, apesar de a perícia ser duvidosa ... Agora, quem falou um milhão lá no fundo? Foram as pessoas que estavam lá, que não eram nem eu, nem JÚNIOR, nem RICARDO REGUEIRA. Quem era? Isso, só Deus sabe.

Do jeito que houve manipulação, pode ter havido manipulação lá e pode ter havido manipulação fora. Hoje, eu não acredito -- nisso, eu consegui ser cético -- nessas coisas espetaculosas que acontecem por aí. Eu não acredito em mais nada. Como eu fui vítima de uma...
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