domingo, 8 de setembro de 2013

PERÍCIA DA POLÍCIA FEDERAL EM XEQUE.


(continuação)
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Se bem analisada a perícia realizada pelo Instituto Nacional de Criminalística da Diretoria Técnico-Científica do Departamento de Polícia Federal, um órgão da própria política, vê-se que na verdade ela não comprova nada contra ninguém, simplesmente porque não existe nenhuma conexão entre as palavras ou pequenas frases ditas pelos interlocutores, conexão esta desvirtuada pelos cortes feitos de forma proposital para descontextualizar o os diálogos.
Se essa prova servir para provar alguma coisa contra alguém, aliada às demais provas referidas no relatório da Polícia Federal, todas consistentes em simples suposições, sem nenhum substrato concreto de veracidade, então sou obrigado a reconhecer que sou um neófito em matéria probatória, apesar de ter passado grande parte da minha vida analisando provas.
A Polícia Federal por seu Instituto Nacional de Criminalística por certo não diria, como não disse, que houve cortes nas conversas, o que poria de vez por terra o relatório feito pela própria Polícia Federal; e que emprestou suporte à minha prisão temporária e, depois, à denúncia contra mim perante o Supremo Tribunal Federal, tendo como principal suporte essa canhestra peça.
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Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável nas livrarias SARAIVA e também em www.saraiva.com.br, www.estantevirtual.com.br, www.bondfaro.com.br e nas livrarias de todo o Pais.  

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

POLÍCIA NÃO APURA O FATO, MAS SEMPRE QUE PODE "MANIPULA" PARA INCRIMINAR.

    
A Deputada Jandira Rocha (PSOL) afirma que ela reconhece a sua voz nas gravações, mas DIZ QUE HOUVE MANIPULAÇÃO (O GLOBO de 4.9.13, pág. 12, 1º Caderno).
    Eu acredito nisso porque a Polícia Federal (ÉLZIO VICENTE DA SILVA), quando interceptou minhas gravações, na Operação Furacão, "montou uma frase" como se eu tivesse dito aquilo que, na verdade, eu jamais disse, e, portanto, "manipulou" minhas conversas.
     O pior é que, quando foi realizada a perícia no processo do meu genro, a única coisa que o Instituto de Criminalística da Polícia Federal registrou foi que a voz era minha, coisa que eu nunca neguei. O que sempre afirmei é que a minha conversa tinha sido "manipulada" pela Polícia Federal (ÉLZIO VICENTE DA SILVA). 
    E pior ainda: a Juíza da 6ª Vara Federal, ANA PAULA DE CARVALHO, que julgou o processo, não quis nem saber se houve ou não houve "manipulação" (e atropelou essa prova); embora um dos maiores peritos deste País, prof. Ricardo Molina, tivesse, como assistente na perícia, afirmado ter havido REALMENTE manipulação da minha conversa.
     Portanto, estou certo quando digo "Quando o juiz quer, quer, e quando não quer, não quer, e ponto final"; pouco importando que as provas demonstrem o contrário. Nesse caso, a citada juíza não queria, e não quis; e tome lá a condenação pelo que na verdade não houve.
 
   DIVULGUE PARA QUE A SOCIEDADE CONHEÇA POR DENTRO A "POLÍCIA" BRASILEIRA.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

A GLOBO PISA NA BOLA EM "AMOR À VIDA".

     A GLOBO precisa orientar-se melhor sobre o sistema jurídico penal, porque, tendo a Paloma, da novela "Amor à vida", curso superior (é médica), sem antecedentes criminais, não poderia estar recolhida à prisão comum juntamente com outras presas, mas em prisão especial.

      Falha do autor, Walcyr Carrasco e do jurídico da Globo, o que não me admira, porque, eu (juiz Carreira Alvim) e o meu colega (juiz Ricardo Regueira), mesmo tendo as garantias constitucionais que a Constituição nos assegura, e sem estarmos em "flagrante delito", fomos recolhidos a uma "prisão comum", juntamente com outros supostos "quadrilheiros", na carceragem da Polícia Federal, em Brasília, por determinação do então ministro do STF (CEZAR PELUSO), com o apoio de toda essa Corte, em virtude de uma "armação" do delegado da Polícia Federal (ÉLZIO VICENTE DA SILVA), nas interceptações telefônicas montadas contra nós, (formando frases jamais pronunciadas), mancomunado com o ex-procurador-geral da República (ANTÔNIO FERNANDO DE SOUZA), para não me permitir chegar à presidência do TRF-2.

     É assim a Justiça brasileira: UMA VERDADEIRA "NOVELA", ONDE O QUE PREDOMINA É O INUSITADO. 

     Quem concordar, divulgue para que a Justiça seja menos IRRESPONSÁVEL.

     Leiam: OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável nas livrarias SARAIVA e em outras livrarias do País.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

ÉTICA E MORAL PARA AS ORGANIZAÇÕES GLOBO É ISSO.


      Fácil né? 
      
      As Organizações Globo serviram ao "diabo" (Governo Militar) enquanto puderam, e, quando não deu mais, passaram a servir aos "interesses dominantes", e, aí, reconhecem no seu Memorial que cometeram um equívoco (nome dado aos seus interesses); e isso para dar a impressão de que assim estão servindo à democracia.  
     
     Essas Organizações mais parecem cortiça, pois quando o mar é o diabo, estão por cima, e, quando o mar muda, querem continuar por cima (boiando sempre).
    
     À TV GLOBO,  desejo o mesmo destino que tiveram a TV TUPI, a TV Continental, a TV Rio etc., e espero não morrer antes de vê-la sepultada.
     
      Ditado mineiro: "Deixa o tacho, que a fervura vem de baixo".

UÁI! PARA ONDE FOI A SÚMULA DO STF QUE REGULA O USO DE ALGEMAS?

"O deputado federal Natan Donadon (RO), que, condenado por formação de quadrilha e peculato, está preso na Penitenciária da Papuda, em Brasília, deixa a Câmara ALGEMADO, depois de ser absolvido por colegas (na verdade pelo Congresso) no processo de cassação." (Notícia de O GLOBO).
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NOTA - Essa eu não entendi. Para onde foi a Súmula Vinculante nº 11, proveniente da decisão que regulamentou o uso de algemas?
É a seguinte a íntegra do texto aprovado:
“Só é lícito o uso de algemas em caso de resistência e de fundado receio de fuga ou de perigo à integridade física própria ou alheia, por parte do preso ou de terceiros, justificada a excepcionalidade por escrito, sob pena de responsabilidade disciplinar civil e penal do agente ou da autoridade e de nulidade da prisão ou do ato processual a que se refere, sem prejuízo da responsabilidade civil do Estado”.
SE ISSO ACONTECEU NO RECINTO DO CONGRESSO, com um deputado federal, porque os seus direitos políticos ainda não foram cassados, o que não acontecerá com um cidadão do povo?
Eu fui vítima desse DESRESPEITO por parte do próprio STF, pois, apesar das nossas prerrogativas de magistrados, fomos algemados e presos numa cela comum, por determinação de um então ministro dessa Corte (CEZAR PELUSO), hoje felizmente na inatividade, com base numa armação feita pela Polícia Federal (ÉLZIO VICENTE DA SILVA), mancomunado com o então procurador-geral da República (ANTÔNIO FERNANDO DE SOUZA), este último também inativo. Mas, eu, apesar de aposentado compulsoriamente, por outra armação da Polícia Federal, por determinação do CNJ (leia-se ministro GILSON DIPP), continuo há mais de sete (7) anos no OLHO DO FURACÃO.
Cuide-se de se salvar sozinho, porque os responsáveis em tese pela sua segurança são os maiores violadores da lei, inclusive o STF (e olhe que das suas decisões só um recurso pra DEUS).

domingo, 1 de setembro de 2013

VAMOS HOMENAGEAR UM INOCENTE, VÍTIMA DA JUSTIÇA?


Vamos homenagear o ex-desembargador federal RICARDO REGUEIRA, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, uma das vítimas do Furacão, que, se não tivesse sido vítima dessa famigerada operação, e falecido em virtude dela, estaria completando 64 anos de idade no próximo dia 24 de setembro. Será que os que foram seus amigos, neste Plano, se lembram do seu aniversário? 
Antes de falecer, o magistrado lia o livro "O INOCENTE", de John Grisham.
Mande a sua mensagem para o blog, via carreira.alvim@yahoo.com.br

LIVRO DE DENÚNCIA VIRA LIVRO DE AUTOAJUDA

CARREIRA ALVIM EM FRENTE AO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, ONDE COMEÇOU O SEU CALVÁRIO.



Se você, alguém da sua família, ou amigo, ou conhecido seu foi vítima da Polícia, do Ministério Público ou da Justiça, dê-se de presente o livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), onde conto todo o calvário que passei quando essas instituições resolveram me fazer de vítima, com provas "montadas" e que não se sustentam.
Tenho recebido e-mails de várias pessoas,  dizendo-me que esse livro foi para elas uma verdadeira terapia, e mudou a sua autoestima, mas pedindo-me para não publicar, por terem processos em curso na Justiça.
As pessoas não têm respeito pela justiça, mas o medo ronda todos os que são processados por ela.
O processo penal que o então procurador-geral da República, ANTÔNIO FERNANDO DE SOUZA, ofereceu contra mim, acusando-me de haver dado decisões "autorizando o funcionamento de bingos no Rio de Janeiro", o que nunca fiz, porque os que o fizeram continuam lá, no Tribunal Regional Federal da 2ª Região, arrasta-se no STJ há mais de seis anos, sem solução à vista. Quem na qualidade de relator recebeu essa denúncia foi o ex-ministro CEZAR PELUSO, hoje na inatividade, acompanhado pela Corte, e quem montou toda a trama foi o atual superintendente da Polícia Federal em Cuiabá ÉLZIO VICENTE DA SILVA.
Como tenho na minha consciência tranquila, de que nada disso aconteceu, vejo que o STF decide com base em "miragens", produto da imaginação de seus ministros.