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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

POLÍCIA NÃO APURA O FATO, MAS SEMPRE QUE PODE "MANIPULA" PARA INCRIMINAR.

    
A Deputada Jandira Rocha (PSOL) afirma que ela reconhece a sua voz nas gravações, mas DIZ QUE HOUVE MANIPULAÇÃO (O GLOBO de 4.9.13, pág. 12, 1º Caderno).
    Eu acredito nisso porque a Polícia Federal (ÉLZIO VICENTE DA SILVA), quando interceptou minhas gravações, na Operação Furacão, "montou uma frase" como se eu tivesse dito aquilo que, na verdade, eu jamais disse, e, portanto, "manipulou" minhas conversas.
     O pior é que, quando foi realizada a perícia no processo do meu genro, a única coisa que o Instituto de Criminalística da Polícia Federal registrou foi que a voz era minha, coisa que eu nunca neguei. O que sempre afirmei é que a minha conversa tinha sido "manipulada" pela Polícia Federal (ÉLZIO VICENTE DA SILVA). 
    E pior ainda: a Juíza da 6ª Vara Federal, ANA PAULA DE CARVALHO, que julgou o processo, não quis nem saber se houve ou não houve "manipulação" (e atropelou essa prova); embora um dos maiores peritos deste País, prof. Ricardo Molina, tivesse, como assistente na perícia, afirmado ter havido REALMENTE manipulação da minha conversa.
     Portanto, estou certo quando digo "Quando o juiz quer, quer, e quando não quer, não quer, e ponto final"; pouco importando que as provas demonstrem o contrário. Nesse caso, a citada juíza não queria, e não quis; e tome lá a condenação pelo que na verdade não houve.
 
   DIVULGUE PARA QUE A SOCIEDADE CONHEÇA POR DENTRO A "POLÍCIA" BRASILEIRA.

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