domingo, 27 de julho de 2014

ENTENDA O SEU CÉREBRO





(continuação)

Nosso cérebro queima energia: ele pode representar apenas 2% do peso do nosso corpo, mas usa 20% do oxigênio do nosso sangue e 25% dos açúcares que circulam no organismo. A hipótese aceita para os cientistas é que a evolução do cérebro foi causada por mudanças climáticas, competição social e uma dieta baseada em carne (já que os nossos ancestrais precisavam caçar seu alimento).

Rugas nos tornam mais espertos: qual é o segredo da inteligência dos humanos? Acredite ou não, a resposta pode ser algo tão improvável quanto rugas! Mas não estamos falando dos pés de galinha de sua tia e sim de fissuras cerebrais chamadas de sulcos. Elas ficam no córtex cerebral – região que contém cerca de 100 bilhões de neurônios. Como o cérebro é enrugado ele tem mais superfície em um espaço menor, o que gera a possibilidade de termos mais neurônios mesmo em uma área menor.

A maioria das células do cérebro não é de neurônios: aquela história de que usamos apenas 10% da capacidade de nosso cérebro é balela, mas estudos mostram que 10% é o número de células do órgão que são neurônios. Os outros 90% são de glia (que significa cola, em grego). A glia seria um material que une os neurônios, mas estudos recentes mostram que ela pode ser muito mais – elas podem modular o crescimento e o funcionamento das sinapses, além de oferecer proteção para elas.

(continua na próxima semana)

EXERCITANDO UMA VOCAÇÃO



(continuação)

A minha passagem pelo escritório-modelo da Faculdade de Direito marcou a minha trajetória, além de me dar a oportunidade de ampliar minha sensibilidade social, já que este escritório atendia apenas pessoas carentes, prestando-lhes a assistência judiciária gratuita.
Lembro-me de que, certa vez, atendi a uma senhora grávida de quase nove meses, que me disse das suas dificuldades em vir ao escritório, porque tinha que tomar três ônibus, e, não tendo dinheiro para tanto, andava um trecho a pé, para que o dinheiro desse para as passagens de ida e volta.
Apesar das minhas carências, arranjei para ela o dinheiro das passagens, para que não tivesse que andar carregando aquela enorme barriga; e com isso reduzi feliz a minha porção de sanduíches de final de semana.
Quando verifiquei que o meu futuro dependia exclusivamente de mim, nunca mais pedi ajuda a ninguém, e passei a fazer todos os concursos que me apareciam pela frente, mesmo que não pretendesse tomar posse; pois precisava de títulos para competir em eventuais provas de títulos nos concursos mais importantes que viesse a fazer.

O meu trabalho como estagiário e, depois, como orientador forense do Escritório-Modelo, permitiu-me fazer grandes amizades em todos os níveis, sendo dessa época a minha amizade com o então juiz Carlos Velloso – depois ministro do Supremo Tribunal Federal – que se dava ao trabalho de conversar comigo sobre assuntos jurídicos e sobre os concursos que eu pretendia fazer, pois ele acompanhara de perto a minha vida depois da morte do meu pai. 

(continua na próxima semanda)
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Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável nas livrarias SARAIVA e TRAVESSA, e também em www.livrariasaraiva.com.br, www.travessa.com.br, www.estantevirtual.com.br, em www.bondfaro.com.br e em outras livrarias do País. 

domingo, 13 de julho de 2014

PARTICIPE DA ENQUETE SOBRE OS TRIBUNAIS BRASILEIROS


VOTE E MANIFESTE A SUA OPINIÃO:

"Um quinto das vagas de desembargadores e ministros, nos tribunais, é ocupada por membros do Ministério Público".

Você confia neles?

O local da votação está à direita do blog, logo no início.

QUANDO O PODER É INJUSTO, OU SERIA A "JUSTIÇA"?

A TRAMA DIABÓLICA

"Revela-se intrigante o ponto comum que faz a interseção de minha trajetória com a de meu pai, Heli Mesquita: ambos fomos vítimas de uma trama diabólica que tinha como objetivo a nossa destruição física ou moral.
No início de minha adolescência, em 1964, estourou o movimento militar, que alguns chamaram de "revolução". Na época, meu pai, jornalista e militante político por 23 anos, Heli Mesquita, era vereador em Goiânia pela União Democrática Nacional (UDN), a aguerrida sigla a que também pertencia o brigadeiro Eduardo Gomes.
Espírito crítico, combativo, estava à frente do programa "O Mundo em Sua Casa", veiculado pela Radio Brasil Central, com o slogan "A cada volta do ponteiro, notícias do mundo inteiro". Algum tempo depois, Heli Mesquita comandaria o "Em Primeira Mão", na TV Goiânia, o primeiro programa político da televisão em Goiás, levado ao ar ao vivo. A página eletrônica tinha como slogan um desafio: "Essas notícias podem ser discutidas, debatidas, mas jamais desmentidas".
O jornalista sentava-se em uma poltrona em frente à câmera -- não havia o ponto eletrônico acoplado à câmera em que se exibe o texto a ser lido em cena [o prompter], como nos dias atuais. O amigo e colega Baltazar de Castro soltava o título de uma notícia e Heli apresentava o texto com desenvoltura, em um português impecável, com seu vozeirão de locutor. Apesar da improvisação, não cometia os deslizes, as hesitações e gagueiras de certos apresentadores de hoje."
(continua na próxima semana)
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Trecho do livro  "QUANDO O PODER É INJUSTO" (Editora Kelps), de autoria de Eládio Augusto Amorim Mesquita, que foi também uma das vítimas da "Justiça", e conta seu drama nesse livro, para não deixar impune os seus algozes.

FAMÍLIA CARREIRA ALVIM, CABRAL E MACEDO SOARES NO STAND DA SONY NO ATLÂNTICO SUL

Stand montado pela SONY no Condomínio Atlântico Sul, na Barra da Tijuca, para a partida
 final da Copa do Mundo de 2014
Carreira Alvim no stand da SONY
Silvério Júnior, João Silvério e João Pedro no stand da SONY 
Luciana Carreira Alvim Cabral e João Silvério no stand da SONY.
A família Carreira Alvim e Macedo Soares no stand da SONY.
Carreira Alvim, sua filha Bianca e os netos no stand da SONY.


      O livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial) é um relato real de como um desembargador federal pode ser vítima de três instituições nacionais, as quais se uniram para impedir que ele chegasse à Presidência do Tribunal Regional Federal da Segunda Região. 
      Tudo começou com a Polícia Federal, sob o comando de ÉLZIO VICENTE DA SILVA,  fazendo interceptações telefônicas e grampos no Gabinete no Tribunal, por autorização do então ministro e Vice-Presidente do Supremo Tribunal Federal, CEZAR PELUSO, com a colaboração do então Procurador Geral da República, ANTÔNIO FERNANDO DE SOUZA. 
       A Polícia Federal usou as conversas mantidas com terceiros no exercício da minha função, que nada tinham de incriminadoras, e "montou" uma única frase, forjando o que nunca existiu, com base na qual o então procurador geral da República me denunciou, e o então Vice-Presidente do STF, que tinha autorizado as gravações, recebeu contra mim uma denúncia "sem pé nem cabeça", e que, para ter um mínimo de credibilidade, "o tempo teria que ter corrido pra trás".
        Pelo que não fiz, acabei aposentado compulsoriamente, sem ter a oportunidade de defesa, porque o ministro GILSON DIPP, relator do procedimento administrativo no Conselho Nacional de Justiça não ouviu uma única testemunha sequer para certificar-se do que ele considerou existir, mas que também não passou de "montagem" feita pela Polícia Federal.
        Por um crime que nunca existiu, estou pagando há mais de (7) anos, porque o processo anda a passos de cágado, atualmente no Superior Tribunal de Justiça.
        Sabem por quê? Porque os autos são uma evidência de como as instituições (Polícia Federal, Ministério Público e Justiça) funcionam pelo avesso, cometendo erros imperdoáveis e irreparáveis. Como ao final deverá ser declarado que os fatos imputados nunca existiram, porque foram montados pela Polícia Federal, e que nada fiz do que dizem que fiz, espera a Justiça que aconteça comigo o que aconteceu com o Desembargador Federal Ricardo Regueira, ou seja, que eu morra, porque assim extingue-se a punibilidade, e os autos do processo vão para os arquivos da "Justiça", sepultando a sua irresponsabilidade.
        Para que a sujeira não seja empurrada para debaixo dos tapetes da "Justiça", escrevi esse livro "OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO" (Geração Editorial), onde desnudo toda a verdade; verdade que, até agora, não foi contestada por nenhum dos meus algozes, e nem mesmo pelo Supremo Tribunal Federal, que viabilizou toda a trama contra mim.
       A Justiça não deveria funcionar assim, mas, infelizmente, é assim que ela funciona.  
       Cuidado com a Justiça porque ela é como uma cascavel, que pica o calcanhar até dos seus próprios juízes.
       Este livro está sendo vendido na versão E-book, podendo ser comprado online em www.livrariasaraiva.com.br, cujo site noticia que mais de 83% dos leitores estão comprando esse livro. 
       

CUIDADO COM A SUA CABEÇA




     A NASA confirmou que a nave Voyager, lançada com a missão de sair do sistema solar em 1977, está cada vez mais perto do seu objetivo. Desde 2012, a sonda foi atingida três vezes pelo que os astrônomos chamam de "tsunamis" solares, que nada mais é do que ondas de choque causadas por erupções solares violentas.
     Um último tsunami solar foi registrado pela NASA, e agora a Agência acredita que a Voyager é a primeira nave a viajar para o que é conhecido como espaço interestelar, uma área fora do alcance da heliosfera.
     A região do espaço interestelar é constituída de plasma muito mais denso, e é pelo reconhecimento desse plasma que a Agência Espacial acredita que, finalmente, depois, de 37 anos de viagem, a nave possa estar mais próxima de seu objetivo: sair do sistema solar.
       A Voyager está a 11 bilhões de quilômetros do nosso Planeta e a mais de 5 bilhões de quilômetros à frente de Plutão.
       Antes de sair, completamente, do sistema solar, a nave deverá atravessar ainda um anel de cometas.