domingo, 21 de outubro de 2012

FURACÃO RETORNA À BAHÍA (DE TODOS OS SANTOS)

No próximo dia 14 de novembro, às 19h, na Faculdade de Direito do Sul da Bahía, o furacão estará chegando a Teixeira de Freitas, onde CARREIRA ALVIM estará falando do "avesso" da Justiça brasileira, e fazendo o lançamento do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO, que já está sendo vendido por antecipação.
Na próxima semana, será divulgado o poster do evento.

A JUSTIÇA TARDIA É A PIOR DAS INJUSTIÇAS.



Desembargador Carreira Alvim: "Sou Adriana Rocha Botelho, a mãe de MARIA CLARA de 6 anos, que foi levada para Portugal pelo pai português após uma decisão no dia 19/12/2011 da juíza substituta da 11ª vara federal, Ana Carolina Dias Lima Fernandes. Posteriormente, essa decisão foi revogada pelo desembargador José Amilcar Machado, em 20/12/2011, que ordenou o retorno imediato da minha filha ao Brasil. Porém, já era tarde, em questão de algumas horas em que entreguei minha filha no Consulado Português, meu ex-marido já tinha conseguido tirá-la do País. Até o presente momento, MARIA CLARA não retornou ao Brasil, e não consegui obter qualquer notícia de minha filha. Espero que a justiça brasileira, que o Estado brasileiro atue com empenho para fazer cumprir a decisão do desembargador, e desejo firmemente que Portugal aja com a mesma reciprocidade para com o Estado brasileiro.
O retorno de MARIA CLARA ao Brasil, dando cumprimento à decisão judicial do desembargador do Tribunal Regional Federal da 1º Região, em Brasília, José Amílcar Mchado, que suspendeu, na noite desta terça-feira, 20 de dezembro de 2011, os efeitos da determinação da juíza substituta da 11ª Vara da Justiça Federal, que repatria a menina MARIA CLARA a Portgual. Com a determinação do TRF-1, o retorno de MARIA CLARA ao Brasil deve ser imediato."
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"Quando o silêncio se fizer mais pesado ao redor de teus passos, aguça os ouvidos e escuta A voz do amor ressoará de novo na acústida de tua alma e as grandes palavras que os séculos não apagaram voltarão mais nítidas ao círculo de tua esperança, para que tuas feridas se convertam em rosas e para que o teu cansaço se transubstancie em triunfo" (São Francisco de Assis).
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NOTA: A minha mensagem a essa MÃE é que, apenas os que já foram vítimas da Justiça brasileira conseguem entender o tamanho e a profundidade da sua dor; o que deveria fazer com que os nossos juízes usassem mais o bom senso e a sensibilidade, antes de proferir sentenças monstruosas, que estraçalham a alma das pessoas.

DESCRÉDITO DA POLÍCIA FEDERAL

Dr. José Eduardo. Obrigado por me aceitar aqui, aproveito o momento para parabenizá-lo pelo livro e deixo consignado que acredito na sua versão, como também no descrédito da Polícia Federal. Parabéns pelo livro e lamento a verdadeira cruzada vivenciada. Parabéns e obrigado. Vili Albuquerque. 

BLOG DE CARREIRA ALVIM É ACESSADO NO ESTRANGEIRO

         Até este momento, o  blog do FURACÃO foi acessado no Exterior, nos EUA (86 acessos), Rússia (34 acessos), Alemanha (27 acessos), Japão (5 acessos), Canadá (2 acessos), França (2 acessos) e Itália (1 acesso). É a (in)Justiça brasileira, chegando ao estrangeiro.

ENTREVISTA DE CARREIRA ALVIM AO "DIÁRIO DIGITAL" DE CAMPO GRANDE-MS (FINAL)

NO OLHO DO FURACÃO
Editora Neiba Ota
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(continuação)

PERGUNTA: Como foram estes nove dias preso?


RESPOSTA: Fiquei preso como Fernandinho Beira Mar, atrás das grades. Eu diria que foi engrandecedor, do ponto de vista espiritual. Estes nove dias me permitiram conviver com pessoas que, apesar de serem acusadas de marginais, têm alma muito mais grandiosa do que muitos juízes. Se a Justiça tivesse nascido atrás das grades, ela seria mais justa. Eu sou dos poucos juízes que experimentou a prisão sem ter feito absolutamente nada. [DEUS é testemunha disso].
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GRAMPOS NO GABINETE DO DESEMBARGADOR CARREIRA ALVIM


(continuação)
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A interceptação telefônica, que deveria obedecer às normas da Lei do Grampo, e que não permite que exceda de quinze dias, renovável por outros quinze, chegou a ser deferida, numa única decisão, pelo ministro Cezar Peluso por mais de quarenta e três dias, por conta do recesso forense, numa indisfarçável ofensa à permissão legal e na certeza de que não havia ninguém acima dele para corrigir a sua decisão.
Contando todos os prazos, inclusive as prorrogações, uma das quais autorizada pela presidenta Ellen Gracie, então presidenta do Supremo Tribunal Federal, as interceptações telefônicas dos meus telefones duraram mais de trezentos e trinta e cinco dias, quando, pela Lei do Grampo, só poderiam durar quinze, renováveis por mais quinze; e, durante todo esse tempo, a Polícia Federal conseguiu “utilizar” apenas dois telefonemas, que somados não chegam a um minuto de duração, como ficou comprovado pela perícia feita pelo professor Ricardo Molina, da UNICAMP, perito em fonética forense.
Quando do julgamento de um habeas corpus, impetrado em meu favor, no Supremo Tribunal Federal, para fazer respeitar a lei, na sua literalidade, que só permite grampeamento por quinze dias, prorrogáveis por mais quinze, e em que o relator do processo ministro Cezar Peluso justificava a sua atitude de ter mantido os grampos por tanto tempo, lembro-me que um dos ministros, grande constitucionalista [Gilmar Mendes], questionou este aspecto, dizendo que a Corte tinha que se deter no exame desse prazo, pois não poderia ficar decidindo aleatoriamente, entendendo num caso que era ilegal, e, noutros, que era legal.  
(continua na próxima semana)
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Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável em www.saraiva.com.br , www.estantevirtual.com.br, www.bondfaro.com.br,  na Livraria La Selava (nos Aeroportos) e nas livrarias de todo o Brasil. 

DEPOIMENTO PRESTADO PELO DES. FED. CARREIRA ALVIM, NO RIO DE JANEIRO, E QUE O CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA NÃO LEU.


PODER JUDIClÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO
(Notas Taquigráficas SAJ/CORTAQ)                                 Audiência, 16/4/2010

(continuação)
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Vamos adiante.

Ele [o então procurador-geral da República FERNANDO ANTÔNIO DE SOUZA] disse aqui que:

(Lê)  

"Carreira Alvim externa o medo de estar sendo investigado e diz que não atenderá mais aos pedidos de Regueira para beneficiar, casas de bingo."

Isso é mentira! Esse procurador-geral é um criminoso, falando isso, porque não houve essa conversa, nos autos não tem nada, Doutor ABEL. Não tem nada. Se tivesse, ele teria colocado [a conversa]. No inquérito não tem nada. REGUEIRA entrou na minha sala para conversar comigo sobre o áudio e depois voltou para pedir se eu podia dar uma liminar para o Arthur Falk viajar, porque Vossa Excelência tinha indeferido. Foi para isso que ele entrou. Esse homem está morto, é preciso que se respeite a alma dele. Para dizer que ele entrou que ia me fazer pedido. Como ele não ia me fazer pedido se ele nunca me fez pedido nenhum? O REGUEIRA não tinha esse caráter, que a Polícia Federal tem. O REGUEIRA era um homem de bem, era um homem que acreditava em Deus. REGUEIRA morreu, achando que ia encontrar com o Acrísio [filho dele] lá em cima. Ele morreu assim. Eu, como sei que ninguém vai encontrar com ninguém... Mas ele achava que ia encontrar, achava que ia encontrar comigo [quando eu fosse]. Mas vai me esperar muito tempo, porque primeiro tenho de lavar minha alma aqui embaixo. Mas ele achava isso.         
 ...Mas ele achava que ia encontra comigo.  Vai me esperar muito tempo, porque eu tenho que, primeiro, lavar a minha alma aqui embaixo. Ele achava isso: "Eu quero encontrar como você no Paraíso". Era um homem bom. Nunca fez maldade com ninguém. Não sei por que um ser humano tem a capacidade de fazer isso com outra pessoa [principalmente com o REGUEIRA].

Mas quando eu falei Doutor ABEL... Às vezes, eu me entusiasmo tanto, que eu esqueci as "Informações da Polícia Federal". Aliás, "encontros", vários encontros aqui de CARREIRA ALVIM."          

(Lê)

"Informação policial de 18 de janeiro de 2007-- encontro com Jaime, Júnior e Carreira e José Renato, no Fratelli”.

"A única pessoa que eu sabia que ia estar lá era o JÚNIOR, que me levou. E o outro, eu pensei que fosse o Castellar Guimarães. Esse resto aqui é "papagaio de pirata". Ele apareceu lá, achou que eu fosse almoçar com o Castellar e, por alguma ligação que tinha... E pode ser até que tivesse segundas, terceiras, quartas, quintas, intenções, mas acontece que não aconteceu nada. Não surgiu assunto nenhum, ninguém pediu nada, não aconteceu nada”.

(Lê)
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  (continua na próxima semana)                                                   63

NOTA - Primeiro: eu nunca fui um juiz medroso e nem covarde, porque se fosse, talvez não tivesse passado (e ainda estou passando) pelo que fizeram comigo, e com a cabeça erguida, embora tenha vergonha das instituições que temos. Segundo: muito menos o "medo de estar sendo investigado", porque a minha vida é limpa, e eu não tenho "rabo preso". Tanto que me acusaram de receber "propina", mas nada foi encontrado, até hoje, nem nas minhas contas nem nas contas da minha família. Terceiro: o  "externa o medo", dito por ANTÔNIO FERNANDO DE SOUZA, é fruto da sua fértil imaginação (coisa que aliás nunca falta à Polícia Federal e ao Ministério Público, e até  a Ministro do STF, especialmente CEZAR PELUSO (hoje aposentado e longe dos holofotes). 
Na verdade, eu fui acusado de ter proferido decisões para o "funcionamento de bingos" no Rio de Janeiro, mas os desembargadores federais que, realmente, deram essas decisões estão lá, no exercício da função. EU e o REGUEIRA não demos nenhuma, a não ser nas cabeças de FERNANDO ANTÔNIO DE SOUZA e do ex-ministro CEZAR PELUSO. 
Conto essa história no meu OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial)