domingo, 13 de julho de 2014

ENTENDA O SEU CÉREBRO


Uma coisa estranha é que nosso cérebro falha em entender o funcionamento dele mesmo! Desde o tempo dos egípcios tentamos entender como esse órgão misterioso opera e buscamos saber o que há, afinal, entre nossas orelhas.
 O cérebro humano é enorme: parece estranho dizer isso quando estamos tão acostumados com o tamanho de nossas cabeças. O peso médio de um cérebro adulto é de 1,4 quilos. Alguns neurocirurgiões descrevem a textura dele como “pasta de dente”. Mas não é uma analogia muito exata, já que o cérebro não se espalha como pasta de dente. Uma comparação mais cabível seria com tofú (queijo de soja). Ainda não está encantado com a descrição? Então saiba que, se algum dia você resolver colocar um cérebro no liquidificador quase irá conseguir preencher uma garrafa de refrigerante de dois litros com o conteúdo.

Mas os cérebros estão diminuindo: mas não fique convencido por conseguir encher uma garrafa de Coca-cola com seu cérebro. Os humanos de cinco mil anos atrás possuíam ainda mais massa cinzenta. Arqueólogos sabem que os cérebros “antigos” eram 10% maiores baseados em “múmias” que eles encontram ao redor do mundo. Ainda não se sabe por que os cérebros estão encolhendo, mas alguns teorizam que é uma evolução para que fiquem mais eficientes. De qualquer forma, o tamanho do cérebro não é documento – segundo pesquisadores, o tamanho não é proporcional à inteligência.
(continua na próxima semana)

O QUE A OAB ACHA DISSO?


Depois de adiar a aposentadoria do Supremo Tribunal Federal, o presidente da Corte, ministro Joaquim Barbosa, decidiu tirar férias entre os dias 14 e 31 de julho. O período de folga coincide com o recesso da mais alta Corte do País, que ficará nas mãos do vice-presidente, o ministro Ricardo Lewandowski.
Na última segunda-feira (7), Barbosa prorrogou seu temo de permanência no Supremo até dia 6 de agosto -- uma quarta-feira. Barbosa deixaria o STF nesta semana. Ele já havia enviado na semana passada ao Poder Executivo toda a documentação para requerer o benefício. 
Segundo Barbosa, a decisão foi tomada para garantir uma transição para a gestão do vice-presidente do Tribunal, Ricardo Lewandowski.
         O ministro considerou inadequada a mudança durante o recesso.       

LIÇÃO AO BRASIL TAMBÉM FORA DE CAMPO





       A seleção da Alemanha ficou horrorizada com as estradas brasileiras, mal feitas, esburacadas, enfim, de péssima qualidade, e resolveu construir – no Brasil – sua própria rodovia, que ligava a concentração da seleção até o estádio onde haveriam dos treinos. 
Para os brasileiros, o projeto era bastante ousado, mas para os alemães era uma simples "obrazinha" de emergência para salvar a seleção alemã do sufoco durante a Copa do Mundo. 
Diferente de tantas outras, esta obra sim, ficou pronta antes do inicio do mundial, como garantiram os dirigentes da seleção da Alemanha. 
Por essa, e outras, a Alemanha é a Campeã do Mundo de Futebol, porque joga bola em campo e fora dela, até no estrangeiro.

QUEM É O DESEMBARGADOR CARREIRA ALVIM


(continuação)
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Eu me dispus a fazer o curso de Direito por conta das injustiças que sofrera ainda criança, e o meu desejo era um dia ser um juiz e poder fazer a justiça que, desde então, trazia na minha alma.
Tive uma grande decepção na minha vida, que, bem cedo, mostrou-me que viver era bem mais difícil do que me parecia, e que eu precisava ser cauteloso na minha caminhada, ensinamento que, se tivesse aprendido, teria talvez me poupado do furacão que se abateu sobre mim.
Sendo o meu pai um político, a nossa casa era frequentada por inúmeros deles, o que me passava certa segurança, porque eu supunha que pudesse contar com a ajuda desses “amigos” em qualquer eventualidade.
Estava equivocado, pois, além de todos nos virarem as costas depois da morte do meu pai, que já não lhes rendia votos, um deles sequer nos recebeu na sua casa, quando eu e minha mãe o procuramos na esperança de me ajudar a conseguir um emprego.

Essa decepção me mostrou que a vida era uma batalha, e que eu só teria chance de vencer a custa do meu próprio esforço, pelo que passei a estudar com afinco, para terminar o meu curso de Direito e fazer um concurso público; e foi isso que fiz. 

(continua na próxima semana)
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Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável nas livrarias SARAIVA e TRAVESSA, e também em www.livrariasaraiva.com.br, www.travessa.com.br, www.estantevirtual.com.br, em www.bondfaro.com.br e em outras livrarias do País. 

domingo, 29 de junho de 2014

PARTICIPE DA ENQUETE SOBRE OS TRIBUNAIS


VOTE E MANIFESTE A SUA OPINIÃO: "1/5 das vagas nos tribunais é ocupada por egressos do Ministério Público. Você confia neles?
A indagação está à direita do blog, logo no início.

O INFARTO DO MINEIRO

A diferença é que, enquanto as demais pessoas têm um infarto, o mineiro "tem um trem no coração".

QUANDO O PODER É INJUSTO


"Também não me assusta quando o desembargador e jurista de estirpe Carreira Alvim narra no seu livro o fato de a Polícia Federal "plantar" prova em inquérito policial. Vale conferir o que ele conta a respeito:
'As pessoas supõem erradamente que a Polícia Federal, pelo só fato de ser a Polícia Federal, não seja capaz de plantar provas para comprometer alguém, sobretudo quando esse alguém é um magistrado, mas a verdade é que é; e não foram poucas as vezes em que como juiz me deparei com provas plantadas por ela; e, diga-se de passagem, mal plantadas. Recordo-me que, de certa feita, tive em mãos um processo penal por tráfico internacional de cocaína, que tinha sido desmembrado em virtude do grande número de réus. Nesse processo aparecia como chefe da quadrilha um réu que havia sido reconhecido por meio de fotografia, e como tal prova não é consistente, em em face de outros elementos constantes dos autos, votei pela sua absolvição, no que fui acompanhado pelos demais desembargadores. A pena aplicada a ele pelo juiz federal tinha sido nada menos do que quarenta anos de prisão. Posteriormente, os dois outros processos desmembrados vieram também para o meu julgamento, por estar eu com a competência preventa, e nesses dois outros processos aquele que havia sido condenado no processo não aparecia como chefe, senão como um simples membro da quadrilha. A partir daí, concluí que no primeiro processo a prova por meio de fotografia tinha sido plantada pela Polícia Federal, digerida pelo Ministério Público Federal e deglutida pelo juiz federal, que com base nela impusera a condenação (pág. 65)'.
No meu caso, a prova de escuta telefônica foi tergiversada pelo delegado que primeiro presidiu o inquérito na Polícia Federal, de nº 1.003/2006, Alessandro Batalha. E as transcrições foram poucas: até um "É!" -- de uma fala com a ex-examinadora e ex-membro da Comissão de Estágio e Exame de Ordem, Mônica Flauzino Mendes -- foi interpretado como concordância com o esquema criminoso envolvendo outras pessoas.” 
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Trecho do livro  QUANDO O PODER É INJUSTO (Editora Kelps), de autoria do advogado Eládio Augusto Amorim Mesquita, onde narra a "trama diabólica" porque passou acusado do que não fez pela Polícia Federal, até que os autos do processo viessem a ser arquivados, a pedido do Ministério Público Federal.