segunda-feira, 7 de outubro de 2013

FURACÃO É ACESSADO ATÉ EM BELARUS

Na semana que passou, o furacão foi acessado até em Belarus, uma república que fica no Leste da Europa, com 9,6 milhões de habitantes, com renda per capita de US$ 5,800.00 (dólares americanos), cuja capital é Minsk.

O blog foi acessado, também, nos EUA, Reino Unido, Alemanha, Ucrânia, Rússia, China, Portugal e Romênia, levando ao exterior a injustiça brasileira para com seus próprios juízes.  

PALADINO DA VERDADE

 
Tornei-me um juiz, por acreditar na justiça; lutei pela justiça por acreditar no direito; lutei pelo direito por acreditar nas instituições, e hoje, lamentavelmente, luto para mostrar que aquilo em que eu acreditava era, na verdade, uma "miragem", tão injusta e irresponsável quanto aqueles que a praticam; e que "injustiça" os seus próprios juízes.   

RECOMENDE O FURACÃO AOS INJUSTIÇADOS



Se você conhece alguém que foi injustiçado pela Justiça, recomende o livro "Operação Hurricane: um juiz no olho do furacão", que tem funcionado como um livro de ajuda para os desesperados com as armadilhas da justiça.
O livro poderá ser comprado nas livrarias SARAIVA, sendo também encontrável em www.saraiva.com.br, www.estantevirtual.com.br, em www.bondfaro.com.br e em outras livrarias do País. 

PARA REFLETIR


"Façamos de cada pedra em que tropeçarmos um degrau para subir mais alto".

domingo, 6 de outubro de 2013

MARIA LUIZA E JOÃO PEDRO



Estes são Maria Luiza e João Pedro, netos de Carreira Alvim, que, sem saberem do drama pelo qual passa o avô, curtem a vida na esperança de que no futuro a Justiça seja mais justa e menos irresponsável .

PROVA TÉCNICA DESMENTE A POLÍCIA FEDERAL

(continuação)
___________________________________________________________

Diante das características da gravação (ausência de ruído de fundo entre falas, descontinuidades durante trechos de fala etc.) seria possível detectar uma eventual manipulação? Certamente não! A ausência de ruído de fundo útil entre falas permitiria que trechos fossem suprimidos e/ou incluídos ou mesmo que a ordem dos eventos de fala fosse alterada sem deixar qualquer vestígio. Este seria um procedimento razoavelmente simples em processamento digital de sinais.
Nessa observação, o assistente técnico ilustra com as figuras 1 e 2 como uma montagem indetectável pode ser realizada, sem grandes dificuldades, neste tipo de material de áudio; figuras que são acompanhadas de legendas e sinais explicativos dos procedimentos.
Finalmente, perguntou a defesa se, diante das condições da gravação no supracitado arquivo (gravação), os peritos podiam garantir que não houve algum tipo de manipulação, em momento posterior, do arquivo, considerando exclusivamente suas características acústicas e não outros aspectos circunstanciais.
Nesse particular, observa o assistente técnico que o quesito, tal como formulado, admite apenas resposta direta, não havendo terceira opção possível, tanto linguística como logicamente. Insistimos, pois, em uma resposta que contemple, necessária e exclusivamente, uma dessas duas opções:
a) os peritos não podem garantir se a gravação contida no referido arquivo (gravação) não tenha sido, de algum modo, alterada de forma a não corresponder, exatamente, à conversação original.
b) os peritos garantem que a gravação contida no referido arquivo (gravação) não foi, de modo algum, manipulada. Neste caso queiram os peritos apresentar fundamentação técnica consistente que ampare tal conclusão categórica.
Os peritos consideraram o quesito prejudicado, justificando a sua posição afirmando que “não consideraram exclusivamente as características acústicas do áudio na realização do exame”.
Registra o assistente técnico que, se isto for verdadeiro, então a resposta ao quesito é possível sim, e seria: “considerando exclusivamente as características acústicas e não outros aspectos circunstanciais, não é possível garantir que a gravação [no Arquivo] não tenha sido, de algum modo, alterada”. Com efeito, essa é a resposta que se depreende da própria argumentação dos peritos.

(continua na próxima semana)
_____________________________________________________

Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável nas livrarias SARAIVA e também em www.saraiva.com.br, www.estantevirtual.com.br, www.bondfaro.com.br e em outras livrarias do País.


terça-feira, 1 de outubro de 2013

MENSAGEM DO JUIZ CARREIRA ALVIM AO JUIZ JOAQUIM BARBOSA.


Disse o presidente do STF Joaquim Barbosa, na mídia de hoje (1º/10/13), essa pérola:


“Só não aplica a lei aquele juiz que é medroso, é comprometido ou é politicamente engajado em alguma coisa”.


Uai, ministro! Foi assim que apliquei a lei, sem medo, sem comprometimento e sem engajamento, mas, mesmo assim fui preso pelo STF (leia-se ex-ministro CEZAR PELUSO), com base numa “montagem” criminosamente feita contra mim pela Polícia Federal (leia-se ÉLZIO VICENTE DA SILVA), mancomunada com o Ministério Público Federal (leia-se ex-procurador-geral da República ANTÔNIO FERNANDO DE SOUZA).


Eu só mandei liberar algumas máquinas de caça-níqueis, suspeitas de terem peças contrabandeadas (nada relativo a ilegalidade de bingo), porque foram apreendidas pela Polícia Federal, a pedido do Ministério Público, em casas que estavam funcionando com liminares concedidas pela justiça (por outros desembargadores do TRF-2, que não eu), e, portanto, sob o amparo da lei. Nunca dei decisão para “funcionamento de bingo”, e, no entanto, o STF (na sua composição plena) entendeu que dei, quando recebeu contra mim uma denúncia “estapafúrdia” (sem pé nem cabeça). Nunca foi encontrado nenhum dinheiro que eu tivesse recebido para dar as decisões que dei, e, no entanto, estou sendo processado por isso.


Nesse episódio, o STF aceitou que eu tivesse tido uma conversa que não tive; que recebi um dinheiro que não recebi; e que dei decisões para o funcionamento do bingo no Rio de Janeiro, que jamais proferi, porque os que deram tais decisões foram outros desembargadores do TRF-2, que continuam lá, como se nada tivesse acontecido.


Se o STF funciona assim, patologicamente, com base em mentiras e suposições, a quem devo recorrer para mostrar que ele está errado? Só tentando um canal direto com Deus para puni-los; se bem que o juiz também pensa ser um Deus, embora na maioria das vezes seja um diabo.

_______________________________________________________


NOTA: Tenham, sim, medo de dar decisões polêmicas, senhores juízes, porque, do contrário, poderão ser acusados (como fui) pela Polícia Federal, com a cumplicidade do Ministério Público e do STF de integrar uma quadrilha de qualquer coisa.