"Carreira Alvim! Mais que uma palestra, vamos ter um
exemplo em busca de justiça. Eu estou quase terminando seu livro, e me
apaixonei, porque o senhor escreveu como se fosse um dialogo com leitor. Parece que estou sentada a sua frente, escultando a sua historia. Isso me
encantou profudamente no seu livro." (Francisca Maria Ernesto Costa)
OPERAÇÃO HURRICANE, DEFLAGRADA PELA POLICIA FEDERAL, JUNTAMENTE COM O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PARA DESMORALIZAR UM JUIZ E IMPEDI-LO DE CHEGAR A PRESIDENCIA DO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO.
domingo, 4 de novembro de 2012
FURACÃO CHEGA A TEIXEIRA DE FREITAS, NO SUL DA BAHIA.
No próximo dia 14 de novembro, às 19h, na Faculdade de Direito do Sul da Bahia, o Furacão estará chegando a Teixeira de Freitas, onde CARREIRA ALVIM falará sobre o avesso da Justiça brasileira, de como as instituições (Polícia Federal, Ministério Público Federal e Supremo Tribunal Federal), em vez de ser a sua segurança, se transformam nos seus algozes.
Na ocasião, será lançado o livro "OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO", que já está sendo vendido por antecipação naquela cidade, podendo ser encontrado também em www.estantevirtual.com.br, www.saraiva.com.br, na Livraria La Selva (nos Aeroportos) e em muitas outras livrarias.
DEPOIMENTO PRESTADO POR CARREIRA ALVIM, NO RIO DE JANEIRO, E QUE O CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA NÃO LEU
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª
REGIÃO
Notas Taquigráficas
SAJ/CORTAQ Audiência, 16/4/2010
________________________________________
(continuação)
[...]
Os documentos estão aqui. As provas estão aqui. Eu mostrei que nos casos em que eu fui Relator, eu votei contra, e o REGUEIRA me acompanhou. Como é que ele [o ex-procurador-Geral da República, ANTÔNIO FERNANDO DE SOUZA] vem falar aqui que votava favoravelmente o processo. Agora, vejam a mentira! Cadê as decisões?
Será que ele não tinha lá um
funcionário para mandar fazer uma verificação na internet e ver as decisões que o RICARDO REGUEIRA prolatou
favorável a isso ou que eu prolatei favorável a isso? Por que ele não fez
isso? Porque não existe, Doutor ABEL. Isso é fruto da imaginação dele. Um homem
com mais de sessenta anos com essa imaginação, fértil, de plantar um absurdo
desses em cima de um Juiz.
Aqui embaixo aparece.
(Lê)
"Eu falava com eles lá. CARREIRA pede para REGUEIRA avisar a ARTUR. Eu quero que você diga ao ARTUR isso: ''Olha, ARTUR, ao CARREIRA, nós não vamos poder pedir nada porque ele é a bola da vez."
Assunto de Presidência, Tanto que esse aí do bingo é trecho inaudível. Sabe por quê? Porque não interessava a eles o que aparecia depois disso. Como eles queriam aparentar que eu estava conversando com o REGUEIRA sobre bingo, eles paravam na palavra: bingo. Eles são muito bandidos – desculpe-me a expressão.
E retoma:
(Lê)
“Inaudível. É o que eu pedi para eles não fazerem: não coloquem o inaudível, não coloquem três pontinhos. Fala para ele em não deixar vir para minha mão, senão vai parecer suspeito, e a União não me quer na Presidência no Tribunal, nem o Ministério Público."
Eu não sou bobo:
E era isso o que ele tinha que falar.
Despedem-se.
Eu não sei se essa denúncia é tão extensa como inverídica ou tão inverídica quanto extensa. Na verdade, acho que é uma denúncia incasta, impura, perigosa e injusta. Isso é o que acho que ela é. É o meu ponto de vista.
(Lê)
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(continua na próxima semana) 65
NOTA: O Artur que aparece
na conversa nada tem a ver com dono de bingo, pois se tratava de um amigo do
desembargador Ricardo Regueira, que pretendia obter uma liminar para viajar ao
exterior; e que o desembargador Abel Gomes, depois de ter concedido vários
vezes, decidiu indeferir. Ao que me consta, essa autorização para a viagem
teria sido obtida no STJ, o que demonstra que o pedido não era tão absurdo
quanto supunha o ex-procurador-Geral da República [ANTÔNIO FERNANDO DE SOUZA]
na sua incasta denúncia.
sábado, 27 de outubro de 2012
A LIBERDADE DE IMPRENSA
"A liberdade de imprensa não é o direito que têm jornalistas e donos de veículos e comunicação de divulgar o que quiserem. Liberdade de imprensa é o direito que você, eu, todos temos de saber o que está acontecendo." (Ricardo Noblat)
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NOTA: No Brasil, o que a mídia tem praticado é LIBERTINAGEM DE IMPRENSA.
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NOTA: No Brasil, o que a mídia tem praticado é LIBERTINAGEM DE IMPRENSA.
GRAMPOS NO GABINETE DO DESEMBARGADOR CARREIRA ALVIM
(continuação)
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Mas, apesar desse lance de
razoabilidade, e mesmo estando em jogo a honra de três desembargadores, um
procurador da República e um ministro do Superior Tribunal de Justiça, o
ministro [Gilmar Mendes] disse que, naquele caso concreto, quer dizer, no meu habeas corpus, ele acompanhava o entendimento
de Cezar Peluso. Ora, aquele era um caso emblemático, que envolvia o lado moral
do próprio Judiciário, e momento mais adequado não havia para que a questão do prazo
fosse profundamente debatida; mas não foi porque o objetivo mesmo era naquela
oportunidade indeferir o meu habeas corpus.
Cinco ministros me deram
razão, pois deferiram a ordem de habeas
corpus, e cinco a denegaram, seguindo o voto do ministro Cezar Peluso,
quando a ministra Ellen Gracie, a presidenta que, quando diretora da Escola de
Magistratura da 4ª Região, me convidara para lá proferir palestras, minha
conhecida e colega, votou duas vezes, desempatando contra mim. Pelas relações
que eu tinha com a ministra, deveria ela no mínimo, em nome da ética, ter se
dado por suspeita para participar desse julgamento, em vez de votar duas vezes
contra mim. Aliás, ela fez exatamente o contrário do ministro Cezar Peluso no
caso Joaquim Roriz, que, tendo que votar duas vezes em favor dos fichas sujas
para desempatar, porque já tinha votado uma vez a seu favor, preferiu
abster-se, fazendo prevalecer a decisão do Tribunal Superior Eleitoral que
prejudicava o impetrante. A única diferença é que a ministra Ellen Gracie votou
duas vezes para me prejudicar, enquanto o ministro Cezar Peluso não quis votar
a segunda vez para não beneficiar Joaquim Roriz. A meu ver, essa abstenção é
uma fragorosa denegação de justiça, porque o regimento interno do Supremo
Tribunal Federal manda que o presidente tenha voto de qualidade (votar duas
vezes) quando há empate na votação, e isso não depende da vontade do presidente
da Corte. Isso mostra como a Justiça tem realmente duas faces, dependendo de
quem está sendo julgado e dos motivos que se “escondem” por detrás dos julgamentos.
(continua na próxima semana)
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Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável em www.saraiva.com.br, www.estantevirtual.com.br, na Livraria La Selva (nos Aeroportos) e nas livrarias de todo o Brasil.
CONHEÇO-O NA DIMENSÃO QUE MAIS ENGRANDECE UM HOMEM, QUE É O SOFRIMENTO NA INJUSTIÇA.
Prezado Dr. Carreira Alvim. No aeroporto de Brasília, meses atrás,
comprei o seu livro. A leitura foi contínua. Comentei em aula com os
meus alunos de Processo Penal, e foi, e é, tema de aula. No primeiro
instante da leitura já percebi a malícia e a maldade da operação. Embora
possa imaginar, incalculável é a dor da honra ilibada atacada, porém, a
sua dignidade é maior. E a dimensão da sua dignidade eu percebo pela
reação dos alunos ao tomerem conhecimento dos fatos e do seu livro, que
tenho usado até em processos judiciais.Penso que muitos outros advogados
e professores de direito fazem o mesmo. Embora não tenha tido a honra
de conhecê-lo
pessoalmente, o conheço na dimensão que mais engrandece um homem, que é
o sofrimento na injustiça. Assim, sem qualquer pretensão, fiquei
imensamente feliz em encontrá-lo no face, ademais, participando do
movimento "A OAB PARA OS ADVOGADOS", que a bondade de centenas de Colegas
criou para tentar auxiliar na grande crise que envolve os operadores do
direito, da qual o seu caso é emblemático. Agradecemos a sua
participação, que para nós Gaúchos é uma honra, e confesso que quando
terminei a leitura do seu livro, pensei que um dia ( talvez), o Senhor
pudesse fazer uma palestra aos alunos da nossa Universidade (Unisinos),
ou num grande encontro de Advogados efetivamente comprometidos com a
Justiça. Quem saberá? Saudações. Ricardo Cunha
Martins.
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