domingo, 11 de setembro de 2011

ONDE ESTÁ A QUADRILHA DENUNCIADA PELO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL?


"Se havia uma quadrilha no Tribunal Regional Federal da 2ª Região, no que não acredito, mas afirmou expressamente o então procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, na denúncia – e nisso acreditou o ministro Cezar Peluso, do Supremo Tribunal Federal –, por haverem alguns desembargadores proferido decisões favoráveis ao funcionamento de bingos no Rio de Janeiro e Espírito Santo, pode o leitor ter a certeza de que, dessa quadrilha, não participamos nem eu e nem o falecido desembargador Ricardo Regueira"

(Trecho do livro "Operação Hurricane: Um juiz no olho do furacão", encontrável on line no www.bondfaro.com.br).

TRECHO DE GRAVAÇÃO ALTERADA PELA MÍDIA

"Li o seu livro e gostei muito. Em um caso idêntico ao seu obtive a condenação da INFOGLOBO em pagar indenização por danos morais em virtude de alteração de trecho de gravação."

OBS: Mensagem recebida de uma vítima das gravações alteradas. A Rede Globo alterou a fala montada pela Polícia Federal, na operação Hurricane, e, onde estava "[...]arte em dinheiro, tá?" virou na tela da Globo "Minha parte eu quero em dinheiro, tá?". E essa Rede ainda diz que segue padrões éticos de comportamento, escritos no papel. É só fazer uma pesquisa entre o que acontece e o que ela noticia, para ver que esses padrões são éticos pelo avesso.

QUEM AUTORIZOU O FUNCIONAMENTO DE BINGOS NO TRF-2.?

No processo da Tamburelo, quem mandou que a autoridade se abstivesse de interferir nas atividades dos bingos autorizados e assegurou o funcionamento das empresas foi o desembargador Alberto Nogueira, dizendo que não se atinha ao exame das autorizações ou delegações federais para a atuação estadual quanto à matéria da concessão, autorização ou fiscalização dos bingos, mas, considerando que toda e qualquer autorização para o funcionamento de bingos se encerrava até o dia trinta de dezembro de 2002, mantinha a decisão do juiz federal para que continuassem funcionando. Nessa ocasião, votaram no mesmo sentido a desembargadora Vera Lúcia e o desembargador Raldênio Bonifácio. 
(Trecho do livro "Operação Hurricane: Um juiz no olho do furacão", encontrável on line www.bondfaro.com.br).

O QUE MAIS SE EXPLORA NA OBRA É A POSSIBILIDADE DE CONFECÇÃO DE UMA PROVA PARA ATENDER EXCLUSIVAMENTE AO INTERESSE DOS ÓRGÃOS DE PERSECUÇÃO PENAL, INBUÍDOS DE UM SUSPEITO ESPÍRITO JUSTICEIRO.

     "O livro expõe, sob a ótica de um investigado, a operação Hurricane (Furacão) deflagrada pela Polícia Federal em 2007, presidida pelo Ministro do STF Cezar Peluso, pela qual resultou na queda do Ministro do STJ Paulo Medina, dos Desembargadores Federais Carreira Alvim (autor) e Ricardo Regueira, do Procurador Regional da República João Pereira, do Juiz do TRT-15 Ernesto Dória, de Delegados Federais, de policiais civis, de advogados e de bingueiros, todos no Rio de Janeiro e Espirito Santo.
      A prisão, a condução, a carceragem, a exposição midiática e os excessos são expressados sob uma riqueza de detalhes ao ponto de transpor o leitor para dentro do cárcere, ao lado do Autor. Segundo o Desembargador escritor, uma parte malsã da Polícia Federal plantou provas fraudulentas e omitiu dolosamente informações para incriminá-lo e evitar que presidisse o Tribunal Regional Federal da 2ª Região. O que o se mais explora na obra é a possibilidade de confecção de uma prova para exclusivamente atender ao interesse dos órgãos de persecução penal, imbuídos de um suspeito espírito justiceiro (o que certamente não se confunde com justiça)."


(Trecho II dos comentários feitos por Leonan Roberto)

LANÇAMENTO DO FURACÃO EM MINAS: MAIS CONCORRIDO DO QUE O ESPERADO

 "Foi mais concorrida do que o esperado a noite de autógrafos do livro “Operação Hurricane: um juiz no olho do furacão”, do desembargador aposentado José Eduardo Carreira Alvim, do Tribunal Regional Federal do Rio de Janeiro.
A obra conta as desditas pelas quais ele passou por ter sido preso, acusado de vender sentenças a donos de bingos, na chamada Operação Hurricane, da Polícia Federal.
O lançamento foi no Salão de Música do Automóvel Clube, com entra e sai de advogados, amigos de HB do ex-magistrado e empresários.
Previsto para 200 convidados, o coquetel do evento acabou superando a cota.
Havia muita curiosidade a respeito da matéria do livro.”

OBS: Notícia publicada no jornal "Estado de Minas".

É UM LIVRO QUE REQUER MUITA ATENÇÃO

 "Ainda estou lendo seu livro. É um livro que requer muita atenção. Quero parabeniza-lo pela coragem de denunciar! São poucos os que podem falar e provar. Deus te abençoe neste empreitada e com certeza Deus vai te honrar. Pode contar comigo no que precisar.
Aproveito para solicitar nossa foto. Quero fazer um e-mail especial, mostrando meu apoio a sua iniciativa."

OBS: Mensagem recebida de uma pastora evangélia, cuja privacidade preservo.

OMISSÃO DA JUSTIÇA BRASILEIRA CHEGA À OEA

DEZ ANOS APÓS ASSASSINATO, FAMÍLIA DE TONINHO DO PT VAI À OEA DENUNCIAR OMISSÃO DO ESTADO.
 
Dez anos após o assassinato do ex-prefeito de Campinas (93 km de São Paulo) Antonio da Costa Santos, o “Toninho do PT”, a família dele prepara uma denúncia à OEA (Organização dos Estados Americanos) por “omissão do Estado brasileiro” na apuração do crime, ocorrido em 10 de setembro de 2001.
 A viúva de Toninho, Roseana Moraes Garcia, afirma que a forma como o crime vem sendo investigado representa “grave violação aos direitos humanos e fere tratados internacionais”. Toninho foi morto quando dirigia seu veículo logo após sair de um shopping da cidade. Uma das três balas disparadas atingiu o prefeito, que morreu na hora. Até hoje, o caso não foi esclarecido.
A denúncia à OEA deve ser encaminhada até o fim deste ano por meio do CIDH (Comissão Interamericano de Direitos Humanos). Caso aceite o pedido da família como legítimo, a OEA poderá impor sanções ao governo brasileiro e publicar uma nota com recomendações como forma de pressão externa.

OBS: Notícia veiculada por UOL NOTÍCIAS - POLÍTICA, por Maurício Simionato.