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domingo, 11 de setembro de 2011

O QUE MAIS SE EXPLORA NA OBRA É A POSSIBILIDADE DE CONFECÇÃO DE UMA PROVA PARA ATENDER EXCLUSIVAMENTE AO INTERESSE DOS ÓRGÃOS DE PERSECUÇÃO PENAL, INBUÍDOS DE UM SUSPEITO ESPÍRITO JUSTICEIRO.

     "O livro expõe, sob a ótica de um investigado, a operação Hurricane (Furacão) deflagrada pela Polícia Federal em 2007, presidida pelo Ministro do STF Cezar Peluso, pela qual resultou na queda do Ministro do STJ Paulo Medina, dos Desembargadores Federais Carreira Alvim (autor) e Ricardo Regueira, do Procurador Regional da República João Pereira, do Juiz do TRT-15 Ernesto Dória, de Delegados Federais, de policiais civis, de advogados e de bingueiros, todos no Rio de Janeiro e Espirito Santo.
      A prisão, a condução, a carceragem, a exposição midiática e os excessos são expressados sob uma riqueza de detalhes ao ponto de transpor o leitor para dentro do cárcere, ao lado do Autor. Segundo o Desembargador escritor, uma parte malsã da Polícia Federal plantou provas fraudulentas e omitiu dolosamente informações para incriminá-lo e evitar que presidisse o Tribunal Regional Federal da 2ª Região. O que o se mais explora na obra é a possibilidade de confecção de uma prova para exclusivamente atender ao interesse dos órgãos de persecução penal, imbuídos de um suspeito espírito justiceiro (o que certamente não se confunde com justiça)."


(Trecho II dos comentários feitos por Leonan Roberto)

Um comentário:

  1. Quem crê cegamente em falsário, e ainda confia em suas falácias, OU É IDIOTA, NO ESTRITO SENSO DA PALAVRA, ou é perverso, maldoso, covarde, e tem interesses escusos por trás da "justissa" que simula fazer. Aliás, meu pai me dizia sempre que, "quem com porco se mistura, farelo come". Se quiserem conhecer mais um pouco da "podriqueira" que rola no SISTEMA do BRAZIL, com Z, leiam o livro O CHEFE, de Ivo Patarra - www.escandalodomensalao.com.br - e só assim terão idéia de como a "maracutaia" não é privilégio de um poder só. Nota: o livro está "on line", pq o autor ñ conseguiu editora para publicar. Mas, vale a pena ler.

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