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domingo, 7 de abril de 2013

"DO CONTRABANDO À ILEGALIDADE DO JOGO"

(continuação)
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Porque estou sendo acusado de integrar organização criminosa que explorava o jogo no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, sem que tivesse dado uma decisão isolada sequer, chamada de liminar, para que qualquer bingo funcionasse?

Por que os desembargadores federais que deram liminares para o funcionamento de bingos no Tribunal não foram acusados de integrar a quadrilha imaginada pela Polícia Federal com o apoio do Ministério Público e do Supremo Tribunal Federal?

Por que nenhum dos meus julgadores, nem no Supremo Tribunal Federal, para fins de recebimento da denúncia, e no Conselho Nacional de Justiça, para me condenar a me aposentar compulsoriamente, quis fazer uma verificação nas minhas decisões pelas quais eu era acusado de corrupção que nada tinham a ver com funcionamento de bingo?

Por que ninguém quer desmentir o então chefe do Ministério Público que ele errou o foco, mirando em mim, que apenas mandei liberar máquinas de bingos que estavam funcionando, acusando-me de ser integrante de uma quadrilha que autorizava o funcionamento de jogos de azar?

Por que nenhum desembargador federal do Tribunal que também deu liminar para a liberação de máquinas de bingo não foi acusado de integrar a quadrilha imaginada pelo Ministério Público?



(continua na próxima semana)
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Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO, encontrável nas livrarias SARAIVA e em www.saraiva.com.br, www.estantevirtual.com.br, www.bondfaro.com.br e nas livrarias de todo o País.

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