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domingo, 10 de março de 2013

DO CONTRABANDO À ILEGALIDADE DO JOGO


(continuação)
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"O fato é que muitas dessas apreensões de máquinas caça-níqueis, feitas pela Polícia Federal, eram seguidas de sua destruição, em vez de serem submetidas a uma verificação para ver se tinham realmente peças contrabandeadas; e não foram poucas as vezes que a mídia mostrou essas máquinas sendo destruídas por amassamento, para deleite dos agentes federais.
Mesmo depois que o Supremo Tribunal Federal entendeu que o jogo de bingos não tinha suporte na lei, em razão da revogação da lei federal que levava o nome de Pelé, na época ministro de Estado dos Esportes, em muitos estados brasileiros os bingos continuaram funcionando, alguns com autorização da Justiça federal e Tribunais Federais e outras por alvará concedido diretamente pelo Município, como acontecia, por exemplo, com o bingo que funcionava em Petrópolis, na região serrana, que funcionava com um alvará expedido pela prefeitura.
Houve um tempo em que nem a Polícia Federal e nem o Ministério Público Federal se metiam com as casas de bingo, que funcionavam normalmente, e apenas vez por outra o assunto aparecia na imprensa; mas de repente, começaram a pipocar aqui e ali fechamentos de casas de bingo ou de apreensões de máquinas eletrônicas, em decorrência de ações ajuizadas pelo Ministério Público Federal."
(continua na próxima semana)
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Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial www.geracaoeditorial.com.br), encontrável nas livrarias SARAIVA, em www.saraiva.com.br, www.estantevirtual.com.br, www.bondfaro.com.br e nas livrarias de todo o País.

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