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domingo, 4 de dezembro de 2011

ARMADILHAS ESTRANGEIRAS E ARMADILHAS À BRASILEIRA (DIFERENÇA ENTRE A JUSTIÇA AMERICANA E A BRASILEIRA).

Num livro lançado ontem em Paris, do jornalista e biólogo francês Michel Taubmann, afirma que Dominique Strauss-Knn, ou DSK, como é conhecido, ex-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), caiu numa armadilha, montada por alguém que queria impedi-lo de chegar à Presidência da França; porquanto, antes da armação, ele era considerado o único que poderia derrrubar o atual presidente Nicolas Sarkozy, nas próximas eleições, em maio.
Sob o título "Caso DSK: a contrainvestigação", o livro foi apresentado pela imprensa como a versão de Strauss-Kann.
Como é notório, Strauss-Kann foi inocentado pela Justiça Americana, pouco tempo depois da armação feita contra ele pelos seus adversários. 

(FONTE - Jornal O Globo, de 2.12.11, caderno Economia, p. 37).

NOTA - Num livro intitulado "OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO" conto, em gênero, número e grau, a armadilha de que eu (CARREIRA ALVIM) fui vítima, armada pela Polícia Federal e o delegado federal, Ézio Vicente da Silva, com a cumplicidade do então procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, e a supervisão do ministro Cezar Peluso, do Supremo Tribunal Federal, nenhuma instituição, e nem as pessoas apontadas no livro, se preocuparam em apurar a veracidade dos fatos, como realmente aconteceram.
Contra mim, a armadilha foi montada porque queriam que eu não chegasse à Presidência do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, na qualidade de candidato natural, apoiado na antiguidade no cargo.
Ademais, enquando DSK já foi julgado e inocentado, meu processo continua literalmente paralisado no STF, antes sob a relatoria do ministro Cezar Peluso e, agora, do ministro Gilmar Mendes, tendo-se passado mais de quatro anos desde o fatídico dia 13 de abril de 1996, quando fui preso na minha residência, sob a estapafúrdia acusação de integrar quadrilha de bingo.

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