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domingo, 27 de novembro de 2011

MAGISTRADO É VÍTIMA DA LENTIDÃO DA JUSTIÇA (2ª PARTE)

Ex-desembargador afastado do TRF-2 espera há quatro anos uma decisão do STF.
(Décio Viotto)
(...)
        "ARMAÇÃO" -  Carreira Alvim faz questão de realçar que, "nas duas vezes" em que participou de julgamentos de funcionamento de bingos, votou contra -- "eu e o desembargador Ricardo Regueira, que morreu meses depois de ser preso", desabafa Alvim, para quem tudo não passou de uma "armação".
          O ex-desembargador do tribunal afirma que deu "três decisões para liberar caça-níqueis porque as empresas tinham obtido decisões liminares do próprio tribunal para funcionar, concedidas por diversos desembargadores".
          Segundo Carreira Alvim, entre os que participaram de processos que resultaram em autorização para funcionamento dos bingos no Rio de Janeiro e Espírito Santo estão os desembargadores Alberto Nogueira, André Fontes, Benedito Gonçalves, Fernando Marques, Frederico Gueiros, Guilherme Calmon, Julieta Lunz, Liliane Roriz, Poul Erick, Raldênio Bonifácio, Reis Friede, Sérgio Schwaitzer, Valmir Peçanha e Vera Lúcia Lima.
         "Não fomos eu e Regueira que proferimos as chamadas "decisões supeitas", porque as decisões que  permitiam o funcionamento das casas de bingo não eram da nossa alçada", reafirma Alvim".

(2ª parte de trecho da reportagem publicada pelo jornal Diário do Comércio, de 5, 6 e 7 de novembro de 2011)
            NOTA -  Passados mais de 4 anos e 7 meses da operação furacão, que vitimou um desembargador federal (Ricardo Regueira) e também um advogado (Sérgio Luizo), nenhuma instituição nacional se interessou em apurar se, realmente, o que conto no livro "OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO" é ou não verdadeiro. Nem as pessoas citadas no livro literalmente (ministros, ex-procurador-geral da República e desembargadores federais) se manifestaram a respeito dos fatos narrados.







PROSSEGUE NA PRÓXIMA SEMANA (3ª PARTE).

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