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domingo, 27 de novembro de 2011

VIVA A ÉTICA DA JUSTIÇA BRASILEIRA

             O furacão deflagrado contra mim pelo ministro Cezar Peluso, em 13 de abril de 2007, apoiado em "manipulações" da Polícia Federal, montando frase que eu teria dito, mas que nunca existiu (comprovado pela perícia feita pelo prof. Ricardo Molina, no processo do meu genro), aliadas ao "falseamento" montado pelo ex-Procurador-Geral da República, Antônio Fernando de Souza, transcrevendo uma conversa minha, com meu assessor Bruno, na Vice-Presidência, como se fosse uma conversa minha com advogado de bingo, inviabilizou o INSTITUTO DE PESQUISA E ESTUDOS JURÍDICOS (IPEJ), que acabou também vítima dessa irresponsabilidade, sem condições de prosseguir nas suas atividades, por ter tido seus bens e pertences apreendidos como se fossem produto de propina.
             O IPEJ (Instituto de Pesquisa e Estudos Jurídicos) --, em convênio com a ONU e com a SOCIÉTÉ INTERNACIONALE DE CRIMINOLOGIE, com sede em Paris --, organizou, em Buenos Aires, um Encontro sobre os "Desafios da Corrupção", em homenagem ao professor e Ministro Raúl ZAFFARONI, do qual participaram o ministro CEZAR PELUSO (e a esposa), como representante do STF e a ministra ELIANA CALMON (atual corregedora do CNJ), como representante do STJ, ambos patrocinados pela Revista Jurídica Consulex, além do ministro Gilson Dipp (ex-corregedor do CNJ), patrocinado pela Universo, e todos apoiados pelo IPEJ, que organizou o evento, tendo ficado hospedados, por cinco dias, no Hotel Panamericano, na capital portenha, como convidados e participantes.
                 Por ironia da ética, o ministro Cezar Peluso foi quem mandou grampear o meu Gabinete no TRF-2, antes de embarcar para Buenos Aires, e o ministro Gilson Dipp, quem convenceu o CNJ a me aposentar compulsoriamente, por ter aceito um almoço no Restaurante Fratelli, no Rio de Janeiro, com pessoas suspeitas, sem que eu, sequer, soubesse quem eram; mas que aceitou participar de um jantar em Buenos Aires, onde eu, CARREIRA ALVIM, além de suspeito era o anfitrião.
               Conto tudo isso no meu livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO, mas, infelizmente, nenhuma instituição nacional se interessou em apurar, porque as instituições brasileiras estão tão fracas, que não têm forças para agir contra seus membros, pelo fato de estarem no poder.
                  Faz 4 anos e 7 meses que o furacão varreu a minha vida, e, no STF, nada aconteceu além do recebimento da denúncia, apesar de o CNJ ter se apressado em me apear do poder por fundamento inexistente.
                        

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