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domingo, 27 de novembro de 2011

(...) E O SENTIMENTO QUE ME ACOMETE É DE INDIGNAÇÃO, QUE SE MISTURA COM VULNERABILIDADE.

     "Caro Professor.    
    Acabei de ler seu livro e o sentimento que me acomete é de indignação, que se mistura com o de vulnerabilidade. Não sou magistrado, sou advogado, não tendo todas as prerrogativas tantas vezes invocadas por V. Exa., quando do acontecido, restando demonstrada a insegurança jurídica na qual vivemos, sob a vil alegação da "operacionalidade".
     Se me permite uma sugestão, sugeriria que fosse protocolado, junto ao CNJ, uma reclamação, ante a inércia do Min. Relator, no que tange ao seu processo no STF, que, por acaso, é o presidente daquele conselho, para que o citado conselho determinasse o andamento do seu processo. Não sei se seria possível esse ´procedimento, mas foi o que me ocorreu, ao ver todo esse absurdo.
     Desejo-lhe muita força, nessa caminhada que é áspera, mas que V. Exa. esteja sempre confiante na justiça que sempre praticou e que fez muitos de seus leitores acreditar, quando da nossa formação acadêmica.
     Um forte abraço."

(Preservo o nome do missivista, para evitar que seja retalhado pelo "sistema").

     NOTA: Respondi a essa mensagem, dizendo ao jovem advogado, que o meu único recurso contra a omissão do STF é o Tribunal Divino (Deus), porque, aqui na Terra, não existe ninguém acima do STF, que transforma verdade em mentira e mentira em verdade, e é o que vale. Como já retratei aqui, o STF dos áureos tempos, já chegou a negar indenização por morte de filho menor, ao entendimento, na época, de que, quem perdia um filho deixava de ter despesas com ele, e não podia querer por isso receber indenização. Ademais, eu não fui vítima apenas do STF, mas também do CNJ, que me aposentou por um absurdo fundamento, de que eu havia aceitado almoçar com pessoas suspeitas, as quais eu nem conhecia; e o que é pior, sem procurar ouvir o anfitrião (o que me convidou), CASTELLAR GUIMARAES, ex-procurador de Justiça do Estado de Minas Gerais, para ouvi-lo a respeito.
     E sabem por quê? Porque o depoimento de Castellar jogaria por terra as suposições do CNJ, e ele queria, não um motivo verdadeiro, mas um PRETEXTO para apear-me da magistratura.
     A justiça brasileira não deveria funcionar assim, mas, infelizmente, é assim que ela funciona.

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