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domingo, 9 de outubro de 2011

DEPOIMENTO PRESTADO POR CARREIRA ALVIM NO PROCESSO ADMINISTRATIVO DO CNJ (1)

"DESEMBARGADOR FEDEDERAL ABEL GOMES (RELATOR): Perfeitamente. Eu perguntaria inicialmente, Desembargador CARREIRA ALVIM, se Vossa Exceleência reconheceu, em algum momento, a sua voz gravada naquelas mídias que embasaram também essa apuração administrativa?

DESEMBARGADOR FEDERAL JOSÉ EDUARDO CARREIRA ALVIM (REQUERIDO): Eu ouvi pouco as mídias, mas, nas que ouvi -- e vou comentar a respeito da minha conversa com Silvério Júnior... Essa eu ouvi. Mesmo porque as minhas conversas foram gravadas pelo Ministério Público: uma conversa com o Ricardo Regueira -- esta eu me lembro bem do que se tratou --; uma conversa com o Bruno, porque ele era o meu assessor, e uma conversa com o Silvério Júnior, dentre tantas que tive. Teria sido talvez importante para elucidar, mas infelizimente não foram gravas as conversas que tive com o ministro Peçanha Martins, com o ministro GILSON DIPP e as conversas com pessoas que teriam credibilidade para o Ministério Público se louvar nas informações dele. Entretanto, trouxe alguns elementos que me permitem apenas realçar aquilo que foi dito porque o ministro Peçanha Martins, por exemplo, foi ouvido como testemunha pelo doutor Libonati - estou aqui com o depoimento dele."

OBS: Na verdade, as conversas com os ministros Peçanha Martins e GILSON DIPP foram gravadas sim, aliás, grampeadas pela Polícia Federal, no restuurante Fratelli, mas por não conterem nada que interesse à Polícia Federal e ao Ministério Público, porque nada se conversou, nesse almoço, sobre jogo de bingo ou máquinas caça-níqueis, que incriminasse Carreira Alvim, essas conversas simplesmente SUMIRAM.

(Novos trechos do depoimento na próxima semana).

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