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segunda-feira, 4 de julho de 2011

PARECE UM ROTEIRO DE FILME, MAS NÃO É.

Parece um roteiro, mas não é

A história assusta e mais parece o roteiro de um filme norte-americano. A saber: um juiz, vice-presidente do Tribunal Regional federal da 2ª Região, é preso diante das câmeras de uma rede de televisão.  Poderia ser o fim de uma história de crime e corrupção, no entanto, a investigação deu origem às denúncias contra a polícia e contra a própria justiça, feitas pelo magistrado preso. O livro “Operação Hurricane: um juiz no olho do furacão” é a versão do desembargador aposentado, José Eduardo Carreira Alvim, para sua prisão em 2007 e para o processo contra ele – parado no Supremo Tribunal Federal desde essa época. Alvim diz que “uma farsa” culminou na sua prisão e o impediu de ser eleito presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região. Ele foi acusado de ter recebido pagamento para autorizar o funcionamento de casas de bingo no Rio de Janeiro e de integrar uma quadrilha que beneficiava os donos das casas de jogo. Para Alvim, tudo não passou “de uma armação forjada pela Polícia Federal, numa investigação sob a tutela da procuradoria-geral da República e supervisão do Supremo Tribunal Federal”. Atualmente, Alvim dá aulas de Direito na Universidade Federal do Rio de Janeiro e se dedica às letras, escrevendo um livro sobre Direito Processual Civil – mais um dentre os 16 editados sobre o mesmo tema e de sua autoria e outra coleção, aind apor lançar.


Cárcere desenvolve solidariedade, diz juiz em livro



No livro, Carreira Alvim, afirma ter sido vítima de conspiração.
Em "Operação Hurricane: Um Juiz no Olho do Furacão", o desembargador afastado José Eduardo Carreira Alvim conta como foi a sua experiência na carceragem da Polícia Federal.
"A perda da liberdade faz com que as pessoas se tornem mais solidárias, razão por que o preso sempre se mostra mais disposto a ceder seus bens materiais do que se estivesse livre", reflete.
Carreira Alvim foi acusado de fazer parte de um esquema de venda de sentença judicial em 2007. No livro, relata a sua versão do caso.
O volume traz imagens e peças importantes, como laudos periciais e decisão na íntegra sobre a empresa Betec. O autor questiona o desrespeito aos seus direitos de magistrado, afirma ter sido vítima de uma conspiração e faz críticas à cobertura da Rede Globo.


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