domingo, 14 de outubro de 2012

O MAIOR EXAME DE CONSCIÊNCIA E CRÍTICA MERECIDA


É um enorme privilégio Dr. Carreira Alvim, ter lido seu livro e testemunhado em cada linha escrita, o maior exame de consciência e crítica merecida às "instituições" MPF e PF, e porque não parte do STF que, ao abrigo de um ordenamento jurídico desprovido de freios, manipulam e usam as fontes jurídicas e institucionais para benefício próprio e de terceiros. Um forte abraço e que Deus nos abençoe e proteja! Obrigado pelo escólio. (Dr. Paulo Rogério - Advogado - Colider/MT)

FURACÃO DE NOVO NA BAHIA.

        No próximo dia 14 de novembro, o FURACÃO estará chegando a Teixeira de Freitas, na Bahia, onde Carreira Alvim estará falando do "avesso da Justiça brasileira", na Faculdade do Sul da Bahia (FASB).

BLOG DE CARREIRA ALVIM NO EXTERIOR

O blog do FURACÃO é acessado no exterior, nos EUA, em Portugal, na Alemanha, França, Rússia etc. É a (in)Justiça brasileira chegando ao estrangeiro.

JÁ PASSEI POR ISSO DA MESMA FORMA.



Ilustre Dr. Carreira Alvim: Confesso que assistí perplexo os fatos imputados ao senhor de forma leviana e cretina. Já passei por isto da mesma forma.Hoje estou aposentado. Inveja e falsidade é a base destes cretinos que ainda se proliferam e se arrastam nos vestutos tribunais tanto na 2ª Região e no STJ (Caso do Dr. Medina) que hoje aposentado, doente da alma e do corpo por causa destes celerados pelo poder. Sou amigo do Sacha Calmom e vi uma foto do senhor com ele. Homem de bem, correto e um excelente amigo. Com um abraço, José Farah Júnior Delegado Geral de Polícia do Estado de Minas Gerais (Ap) 

ENTREVISTA DE CARREIRA ALVIM AO "DIÁRIO DIGITAL" DE CAMPO GRANDE-MS


 NO OLHO DO FURACÃO
Editora Neiba Ota
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(continuação)

PERGUNTA: Quais as provas que o senhor encontrou?

RESPOSTA: Gravaram conversa, achando que eu negaria. O perito Ricardo Molina descobriu que foi alterada. A Polícia Federal montou e fez a perícia. Quando eu peguei o laudo, percebi que tive uma conversa com Júnior (genro), dizendo que não dava para pagar a passagem do ministro, disse que era para pagar em dinheiro. Depois, descobri que era uma armação. Como não encontram dinheiro na minha casa, não encontraram nada, deixaram como está. Já se passaram quatro anos e nada. Regueira morreu. Agora torcem para que eu morra e arquiva-se  o processo. Até o procurador-geral da República alterou uma conversa minha com meu assessor. Minha luta é para que apurem isso. Dizem que o tempo corre a favor do réu, mas do réu bandido, porque ele é culpado. Eu não. Quero que julguem logo, porque sou inocente. Não me sujaria por um milhão do jogo do bicho.
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(continua na próxim a semana) 

NOTA: Na época dessa entrevista, haviam se passado 4 (quatro) anos, porque, agora, já são passados 6 (seis), e continua "tudo como dantes no quartel de Abrantes". 

GRAMPOS NO GABINETE DO DESEMBARGADOR


(continuação) 
 
"Tendo eu sido interceptado de forma indireta, por uma inusitada decisão de uma juíza federal, quando apenas o Superior Tribunal de Justiça tinha poder para autorizá-la, em face da Constituição, fica evidente, mesmo para o pouco conhecedor do Direito, que todas as interceptações feitas contra mim entre maio de 2006 a agosto de 2006 foram incontestavelmente ilegais, porque deferidas por uma juíza reconhecidamente incompetente para autorizá-la.
Apenas em agosto de 2006, o procedimento de escuta em curso na Justiça federal do Rio de Janeiro, em virtude de haver sido detectada uma conversa do ministro Paulo Medina, do Superior Tribunal de Justiça, com o seu irmão advogado, foi o expediente remetido Supremo Tribunal Federal, e lá encaminhado ao ministro Cezar Peluso, que o converteu num inquérito policial, ocasião em que não só autorizou a continuação das interceptações nos meus telefones, como foi além, autorizando também a colocação de escuta ambiental no teto do meu gabinete. 
Essa colocação de escuta ambiental no meu gabinete foi motivada pelo fato de nada ter sido detectado nas minhas conversas telefônicas que pudesse me comprometer, tendo o procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, então requerido ao ministro Cezar Peluso o grampo no meu gabinete, que o autorizou, no suposto de que aí poderia ser obtida alguma coisa que me comprometesse; mas também aí nada se apurou, dando apenas à Polícia Federal as palavras que ela tanto buscava para montar uma frase emblemática contra mim, produto da sua pérfida imaginação."

(continua na próxima semana)
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Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO, encontrável em www.saraiva.com.br, www.estantevirtual.com.br, na Livraria La Selva (nos Aeroportos) e em outras livrarias do Brasil.
 

UM JUIZ QUE NÃO SE DOBROU


 Editor: Pedro Dutra (advogado)

((continuação)

"O julgamento desse habeas corpus é um dos momentos mais nobres da advocacia e um dos mais baixos do Judiciário no Brasil.
Floriano fez chegar aos magistrados a pergunta rude e sinistra, se eles imaginavam quem a eles daria habeas corpus no dia seguinte à decisão proferida ao pedido patrocinado por Rui.
 O Supremo acovardou-se. E os habeas corpus foram negados. Mas houve um juiz que não se dobrou, e concedeu a ordem de habeas corpus: Rui não regateou, pela imprensa, a homenagem devida a Piza e Almeida, vendo "naquele homem modesto ... a inquebrantabilidade da coragem moral': E fulminou os demais juízes do Supremo, ajoelhados ao poder presidencial: "Medo, venalidade, paixão partidária, respeito pessoal, subserviência, espírito conservador, interpretação restritiva, razão de Estado, interesse supremo, como quer que te chames, prevaricação judiciária, não escaparás ao ferrete de Pilatos! O bom ladrão salvou-se. Mas não há salvação para o juiz covarde."
O sóbrio juiz Celso de Mello reverenciou a linhagem de Piza e Almeida ao citar Rui. E exemplo, vivo e atual, desse grande advogado permite ao Brasil hoje distinguir, e reafirmar sua escolha, entre duas repúblicas: ou a de Floriano Peixoto, ou a de Rui Barbosa."
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Poucos operadores do direito, neste País, inclusive nos tribunais, sabem quem foi esse exemplar magistrado, Piza e Almeida, que concedeu a ordem de "habeas corpus" impetrada por Rui Barbosa, num momento em que o resto do Supremo Tribunal Federal acovardou-se.