Se você, algum parente seu ou algum conhecido foi vítima da Justiça, mande sua mensagem, em no máximo dez a quinze linhas, para que possamos divulgar para toda a sociedade. A própria Justiça, que é uma vítima de si mesma, precisa saber do que está acontecendo com seus jurisdicionados. Mande para carreira.alvim@yahoo.com.br
OPERAÇÃO HURRICANE, DEFLAGRADA PELA POLICIA FEDERAL, JUNTAMENTE COM O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PARA DESMORALIZAR UM JUIZ E IMPEDI-LO DE CHEGAR A PRESIDENCIA DO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO.
segunda-feira, 5 de maio de 2014
MAGISTRADOS QUE PASSARAM POR SITUAÇÕES DIFÍCEIS.
Estou lendo a respeito dessa operação onde V. Exª. Foi tão
humilhado exposto a uma situação vexatória com o intuito de lhe desqualificar
como magistrado causando-lhe um enorme e injusto abalo profissional e moral, o
meio jurídico é perverso e nojento como nenhum outro setor profissional
conseguiria ser. Vou divulgar sim entre os magistrados amigos , e colegas de
outras carreiras. Imagino a sua angústia, mas não esmoreça nem adoeça, os
operadores do Direito no nosso país são uma lástima.... Distribuirei esse
material a alguns amigos, conheço magistrados aqui no Amazonas que passaram por
situações muito difíceis, vou distribuir entre os conhecidos. (Yolanda Edelman).
COISA ESTRANHA NA DECISÃO
"Tem muita coisa estranha ainda nessa decisão. Precisamos ver quais são os interesses por trás da devassa feita na carreira do Desembargador José Eduardo Carreira Alvim. Muita coisa ainda obscura pode ser revelada." (Wladmir Batista Lara)
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NOTA: A decisão a que alude o internauta é aquela que determinou a minha prisão e a que aceitou a denúncia contra mim.
FURACÃO CONTINUA CIRCULANDO PELO MUNDO
Na semana passad, o blog do Furacão foi acessado, dentre outros países, nos EUA, Alemanha, Índia, Portugal, Itália, Espanha, Bélgica, China e Dinamarca.
É a (in)justiça brasileira transpondo o território nacional.
SE VOCÊ VIAJA COM AGÊNCIA DE VIAGENS, BOTA A BOCA NO TROMBONE
Após uma negociação de onze anos, a Câmara dos Deputados (vulgo, a Fábrica de Salsichas) aprovou, na semana passada, o Projeto de Lei 5.120/01, patrocinado pela Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV), que segue agora para a sanção da Presidente da República, contendo vinte e oito artigos, em que, se aprovado, as agências de viagens deixam de responder pela prestação e execução dos serviços e dos pacotes vendidos, acabando com a sua responsabilidade, que atualmente é OBJETIVO, ou seja, independe de demonstração de culpa.
Alguns especialistas dizem que vários artigos do Projeto, como o art. 3º e o art. 5º, alteram o regime de responsabilidade, criam barreira à entrada de novos players no mercado e, como no caso do art. 13º, tiram a responsabilidade objetiva da agência, nos caos de má prestação do serviço ou descumprimento das cláusulas contratadas.
Se esse Projeto for aprovado, será um dos maiores retrocessos que o consumidor brasileiro terá em seus direitos nos últimos anos, havendo, na prática, uma transferência de riscos para o cliente. Se houver recurso à Justiça, terá o consumidor provar que a culpa do transtorno sofrido foi da agência, o que é difícil de comprovar.
Tudo isso, quando a própria Constituição determina, no seu art. 5º, XXXII, que é responsabilidade do Estado promover a defesa do consumidor.
Veja um dos artigos: "Art. 13º: A agência de viagens que intermediar a contratação de serviços turísticos organizados e prestados por terceiros, nclusive os oferecidos por operadoras turísticas, não responde pela sua prestação ou execução, salvo nos casos de culpa. Parágrafo único. A Agência de Viagens é obrigada a informar ao contratante, no ato da contratação e em qualquer momento em que for solicitado, o nome e o endereço do responsável pela prestação dos serviços contratados, além de outras informações necessárias para a defesa de direitos, sob pena de, não o fazendo ou não estando corretos os dados apresentados, responder solidariamente com o prestador dos serviços pelos danos causados."
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Mande mensagens para a Presidenta, pelas redes sociais, alertando-a desse retrocesso.
QUEM ESQUECE O PASSADO, CONDENA-SE A REPETI-LO.
"Hoje, sendo ou não sindicalizado, o cidadão trabalha um dia por ano para o aparelho (sindical). Já a taxa, só é cobrada a quem pertence ao Sindicato. O comissariado quer misturar as duas cobranças, tornando compulsório o pagamento adicional. Estima-se que isso leve para os "companheiros" um ervanário equivalente ao que se arrecada com o imposto sindical, coisa de R$ 2 bilhões de reais em 2012. Na veia, as centrais sindicais, ficam com 10% do confisco.
Para quem não lembra, nos anos 70 apareceu um líder metalúrgico moderno que combatia o imposto sindical. Chamava-se LULA. "
APRESENTAÇÃO DO FURACÃO (FINAL)
(continuação)
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São passados quase quatro (ATUALMENTE MAIS DE SETE) anos, sem que o processo em que
sou acusado perante o Supremo Tribunal Federal tenha dado um único passo, além
do recebimento da denúncia e do julgamento de um recurso de simples
esclarecimento, e nenhum dos pedidos que fiz tanto ao anterior quanto ao atual
relator foi apreciado nem para conceder nem para negar; sendo um deles, inclusive,
relacionado com a minha própria saúde.
Neste livro, conto a minha verdade que é a verdade dos
fatos como realmente aconteceram, para que a sociedade, e especialmente juízes,
membros do Ministério Público, advogados e operadores do Direito que me
conhecem façam o seu próprio julgamento, pois não quero que aconteça comigo o
que aconteceu com o saudoso desembargador Ricardo Regueira, que acabou
sucumbindo em decorrência do maldito furacão que se abateu sobre ele e sua
família, sem que tivesse tempo para ver declarada a sua inocência.
Em muitas passagens deste livro, procuro fazer a defesa do
desembargador Ricardo Regueira, e o faço em memória de quem figurou na operação
furacão como “Pilatos no credo”, porque nada do que disseram da relação dele
comigo corresponde à verdade.
No capítulo 10, no
final do livro, acrescento um “Anexo” com algumas fotos interessantes, relativas
ao episódio do furacão, e algumas peças importantes constantes do processo
administrativo instaurado de oficio contra mim pelo Conselho Nacional de
Justiça, para que possam ser analisadas pelo leitor, na formação do seu próprio
juízo sobre o que na realidade aconteceu comigo.
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