OPERAÇÃO HURRICANE, DEFLAGRADA PELA POLICIA FEDERAL, JUNTAMENTE COM O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PARA DESMORALIZAR UM JUIZ E IMPEDI-LO DE CHEGAR A PRESIDENCIA DO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO.
domingo, 3 de novembro de 2013
O FURACÃO PELO MUNDO
Na semana que passou, o blog do Furacão foi acessado, dentre outros países, nos EUA, Alemanha, Reino Unido, França, Portugal, Argentina e Ucrânia.
A injustiça brasileira continua chegando aos quatro cantos do Mundo.
O LODO COMEÇA A VIR À TONA
(...) A Satiagraha revelou, em sua amplitude, o risco
de atuar contra pessoas próximas a Serra. Se fosse a favor, haveria blindagem. E
a comprovação foi o próprio comportamento do ex-Procurador Geral da República
ANTÔNIO FERNANDO DE SOUZA. Ele retirou da AP 470 o principal financiador do
mensalão – as empresas de telefonia controladas por Dantas --, escondendo dados
levantados pelo inquérito da Polícia Federal. Foi premiado com contratos
milionários da Brasil Telecom, e continuou vivendo vida tranquila.
Antes disso, o mesmo ANTÔNIO FERNANDO anulou a
Operação Banestado, em uma atitude escandalosa que não mereceu uma reação sequer
da corporação dos procuradores, menos ainda da mídia. (...)
Fonte: jornalista Luis Nassif.
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Este é o ex-Procurador Geral da República que
ALTEROU conversas minhas com meu assessor, na ação penal do Furacão, para
convencer o ex-ministro CEZAR PELUSO (que acreditou) que eu estivesse
conversando com advogado de bingo.
O ex-ministro CEZAR PELUSO apareceu na semana
passada, nas conversas da advogada de membros do PCC, informando haver negociado a transferência
de penitenciária de narcotraficantes, e agora é a vez de ANTÔNIO FERNANDO DE
SOUZA, no caso da ALSTON.
Estes
são os meus ALGOZES, cujos perfis começam a ser postos à mostra para que a
sociedade saiba “quem é quem” na justiça brasileira.
FALAM AS REDES SOCIAIS
"Amigo Alvim, você faz falta, mas o Brasil está assistindo cada ato, o Brasil observa atentamente as ações dos guardiões da Constituição... Bem, deveriam ser! Quantas injustiças o STF já praticou? Entregaram Olga Benário aos Nazistas, dois "habeas corpus" a (...) e quanto mais você tem ciência meu caro amigo escritor? Seu livro é uma prova, sua vida e sua luta. Grande abraço."
"Exmº Carreira Alvim. Recomendo-lhe a leitura do blog do Sr. Paulo Airton Pavesi, que segundo este seu filho foi assinado para fins de tráfico de órgãos, sendo ele perseguido a ponto de estar hoje asilado na Itália. O caso é semelhante ao ocorrido em Taubaté. Interessante no caso é que o Sr. Paulo conseguiu com muito esforço e insistência a deputados instaurar uma CPI do Tráfico de Órgãos. Se possível leia o caso do filho dele na CPI... Um verdadeiro absurdo. Abraço. Amanda."
A PROCURA DA FELICIDADE
"Por mais que procures, nunca encontrarás a felicidade, porque ela é que te encontra. E isso só ocorrerá quando estiveres preparado para ser encontrado.
COLEÇÃO TEORIA E PRÁTICA DO PROCESSO CIVIL
Já
foram editados os seguintes volumes da coleção TEORIA E PRÁTICA, à
disposição dos operadores do direito nas livrarias jurídicas do País:
1. Ação de Consignação em Pagamento
2. Ação de Prestação de Contas
3. Embargos de Terceiro
4. Ação de Inventário e Partilha
5. Ações Possessórias
6. Ação de Arrolamento
7. Protestos, Notificações e Interpelações
8. Ação de Usucapião de Terras Particulares
9. Interdição e Curatela de Interditos
10. Tutela Antecipada.
11. Tutela Cautelar (Inominada)
12. Tutela Específica
13. Sequestro Civil (Cautelar e Incidente)
14. Arresto Civil (Cautelar e Executivo)
15. Busca e Apreensão Civil (Cautelar e Incidente)
16. Ação de Execução de Obrigações de Fazer e de Não Fazer
17. Ação de Execução por Quantia Carta
18. Ação de Execução de Entrega de Coisa (Certa e Incerta)
Estas obras contêm três partes: parte teórica, fluxogramas dos procedimentos e parte prática (com modelos de peças processuais).
Estas obras contêm três partes: parte teórica, fluxogramas dos procedimentos e parte prática (com modelos de peças processuais).
ATENÇÃO CURITIBANOS: O LIVRO DO FURACÃO AJUDA NO TRATAMENTO DO CÂNCER INFANTO-JUVENIL
As Livrarias Curitiba estão vendendo o livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO e, ao comprá-lo, o comprador doa R$1,00 para a Associação Paranaense de Apoio à Criança com Neoplasia (APACN), uma instituição filantrópica com a missão de humanizar o tratamento do câncer infanto-juvenil. Entre nessa campanha, e aproveite para conhecer o lado obscuro de três instituições nacionais (Polícia Federal, Ministério Público e Justiça)
PROVA TÉCNICA DESMENTE A POLÍCIA FEDERAL
(continuação)
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Também
não foi devidamente esclarecido, no Laudo Pericial, de que forma poder-se-ia,
distinguir uma descontinuidade “sistêmica” de uma fraudulenta; e não o foi por
um único e simples motivo: porque tecnicamente não é possível fazer tal
distinção.
Ressalta
o assistente que o Laudo Pericial, em
nenhum momento afirma que uma descontinuidade artificialmente criada
poderia ser detectada em gravações semelhantes àquelas originadas de ligações Nextel; pelo que a aferição de
“autenticidade” não pode ser realizada com segurança. Simplesmente afirmar,
como o fazem os peritos que vícios semelhantes aos observados nas gravações
questionadas (truncamentos e descontinuidades em geral) ocorrem
“aleatoriamente” por causa de falhas no sistema não pode ser admitido como evidência de autenticidade. Se o sistema
é falho e gera “ao acaso” descontinuidades na gravação, as quais não podem ser
tecnicamente diferenciadas de efeitos semelhantes produzidos em laboratório,
então que o proprietário do sistema o ajuste de tal modo a não mais produzir
tais gravações imperfeitas. O que não se pode, conclui, é usar gravações
repletas de descontinuidades como prova técnica válida.
Esse
parecer técnico comprova exatamente o que aconteceu, ou seja, que a parte malsã
da Polícia Federal aproveitou-se de uma conversa que tive com o meu genro, que
nada tinha a ver com liminares, mesmo porque ele nem era advogado das casas de
bingo, conversa esta onde se falou em “parte” (parte aérea e parte
terrestre), e onde se falou também “em dinheiro”, porque o pedido era para que
a passagem do ministro Peçanha Martins, para Buenos Aires, fosse feita em
dinheiro; e, com isso, montou a famigerada
frase “[a] arte em dinheiro, tá?”, sem nenhum significado no contexto, mas que
servia aos propósitos da Polícia Federal, de fazer supor que eu queria receber
a “minha parte em dinheiro”, fazendo dessa montagem uma versão real, o que
animou o chefe do Ministério Público Federal a pedir, e o ministro Cezar Peluso
a autorizar, a minha prisão temporária.
(continua
na próxima semana)
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Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável nas livrarias SARAIVA, e também em www.saraiva.com.br, www.estantevirtual.com.br, www.bondfaro.com.br, www.buscape.com.br e em outras livrarias do País.
Agora também em e-book: www.travessa.com.br/ebook e busque o título Operação Hurricane.
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