domingo, 1 de setembro de 2013

RAPINHA DO TAXO DA FAMÍLIA CARREIRA ALVIM-MACEDO SOARES

 
Este é o Antônio, a rapinha do taxo da minha filha Bianca e meu genro Rafael, puxado por mim no sítio de Itaipava.

MENSAGEM QUE CHEGA PELA REDE SOCIAL


Caro Desembargador,
Embora lamentável, resta inegável o confuso o cenário pelo qual atravessa nossa Corte Suprema nos dias de hoje. Temos um ditador, criadores de polêmicas, um completo ignorante jurídico, ficando os bons julgadores perdidos em meio a tamanha balbúrdia. Não fosse o bastante, alguns de nossos Tribunais de Justiça parecem seguir a mesma cartilha. Precisamos, com urgência, de magistrados melhor preparados, além de uma revisão nos critérios do quinto constitucional, verdadeiro celeiro de inimputáveis legais. Parabéns pelo "post". Abraço cordial, Samuel Leme.

PARA MEDITAR E CONCLUIR


"ÉTICA é uma atitude sua quando tem alguém te olhando, e CARÁTER é a sua atitude mesmo quando você está sozinho."
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NOTA - Sendo assim, a mídia deveria guiar-se pelas regras do caráter e não apenas da ética.

DITADO POPULAR


"Cada cabeça, uma sentença".
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NOTA - Se a cabeça é boa, a sentença é justa; se não é, consagra a injustiça.

FELICIDADE NÃO SE ENCONTRA.

 
"Por mais que você procure, nunca encontrará a felicidade, porque o que você deve fazer é preparar-se para ser por ela encontrada."
 
 

DISSINTONIA DO BRASIL EM RELAÇÃO AOS EUA

 
Desde 1789, dentre os 144 nomes indicados pelo presidente dos EUA para a Suprema Corte, 30 nomes foram rejeitados, ou "adiados indefinidamente" pelo Senado, ou os nomes foram retirados pelo presidente, tendo, no Século XIX, 1/3 (um terço) das indicações sido simplesmente REJEITADOS.

Fonte: Perfil do Sistema Judiciário dos EUA (Escritório de Programas de Informações Internacionais do Departamento de Estado dos Estados Unidos da América).
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NOTA - No Brasil, nada de semelhante acontece, porque a função do Senado é cumprir o ritual, dizendo AMÉM à indicação feita pelo presidente da República.

PERÍCIA DA POLÍCIA FEDERAL EM XEQUE


(continuação)
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Como se vê, a conversa que a Polícia Federal gravou, como ela própria comprova, não tem nem pé nem cabeça, porque as palavras que dariam sentido às frases foram simplesmente “cortadas”, pela razão de que o que foi cortado não interessada, pois as minhas conversas com o meu genro eram sobre viagens e compras de passagens dos participantes do encontro de Buenos Aires.
O laudo pericial revela que nada menos do que em dez oportunidades as gravações apresentam total ausência de ruídos de fundo, o que é um sério indício de que alguma coisa está errada, sendo que em algumas delas o som aparece repentinamente.
Apesar de o laudo falar a todo momento que as falas são de um supostos interlocutores, eu e meu genro, não são supostos não, pois somos nós mesmos, pelo que o fato de termos conversado é verdadeiro, só não sendo verdadeira a versão do fato.
A grande preocupação do laudo pericial foi mais a de identificar as vozes como sendo minha e do meu genro, o que nós nunca negamos, do que propriamente o conteúdo e o sentido da conversa que supôs que tivéssemos tido ao telefone.
                  (continua na próxima semana)
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                  Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável nas livrarias SARAIVA e também em www.saraiva.com.br, www.estantevirtual.com.br, www.bondfaro.com.br e nas livrarias de todo o País.