sábado, 10 de novembro de 2012

CUMPRIMENTO DE UMA FILHA AO PAI.

"Parabéns, pai. Agradeço pelos ensinamentos, pelo exemplo, pela amizade, pela lealdade, pela compreensão, enfim, por este ser lindo e iluminado que você é. O aniversário é seu, mas eu, e toda a nossa família, é que temos que agradecer, agradecer pela sua vida. Que o Senhor continue te protegendo, continue te capacitando, fazendo de você este ser único. Orgulho de ser sua filha. Muitos anos de vida, vida longa!" (Luciana Gontijo Carreira Alvim Cabral).

RETRATO DA JUSTIÇA BRASILEIRA EM PERCENTUAIS.

Um levantamento sobre a quantidade de juízes brasileiros por habitantes mostra que, na Justiça estadual, são 6,2 juízes por 100 mil habitantes em média. No Rio de Janeiro, o índice é ainda inferior à média nacional, sendo de 4,9 juízes por 100 mil habitantes. Na Justiça Federal e nos Tribunais Superiores, a média é de 8,8 juízes para cada 100 mil habitantes.
 
Foi apurado também que: a) o Rio de Janeiro tem a 7ª Justiça mais congestionada do Brasil; b) 71,2% dos processos, no Brasil, não se resolveram em 2011; c) os juízes fluminenses têm a maior carga de trabalho da justiça.  
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NOTA: Se as coisas continuarem assim, e o Governo não der um jeito de mexer na estrutura da Justiça brasileira, aumentando o número de juízes, não será com as reformas de Códigos que conseguiremos ter a Justiça que almejamos e que merecemos.

GRAMPOS NO GABINETE DO DESEMBARGADOR CARREIRA ALVIM


(continuação)
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A minha revolta com essas escutas era porque, para mim, se existisse o grampo, seria clandestino, pois nunca poderia imaginar que a Justiça, e muito menos um Tribunal Superior, tivesse algum motivo para autorizá-la, mesmo porque tal motivo inexistia; e também não acreditava que a Polícia Federal fosse capaz de montar o que montou contra mim, e que o Ministério Público Federal e a Justiça pudessem acreditar no que acabaram acreditando.
Como o meu genro não dispõe de foro especial, suspeito que as minhas conversas com ele tenham sido gravadas muito antes da autorização do Supremo Tribunal Federal.
Quando a Polícia Federal grava alguém que não dispõe de juízo especial, acha que não está obrigada a fazer a comunicação de que tem uma autoridade de hierarquia superior na conversa, e pedir autorização para continuar a interceptar. Isso aconteceu, no Espírito Santo, em que um juiz federal foi denunciado perante o Tribunal da 2ª Região, em virtude de interceptações de um amigo seu, e o tribunal entendeu, contra o meu entendimento, que esse procedimento era legal.
Nessa oportunidade, eu disse ao Plenário: “Vossas Excelências não são sensíveis a essas ilegalidades, porque o que está em jogo é a honra de um juiz federal, mas todos nós estamos sujeitos a interceptações dessa natureza”. Mal sabia eu que a minha vez estava próxima, e por uma escuta com suporte de legalidade.
 Mas, embora nas mensagens que eu mandava aos interceptadores lhes pedisse que transcrevessem a gravação da conversa por inteiro, fizeram pior, que foi gravar apenas trechos desconexos do que lhes interessavam, só gravando por inteiro as frases que pudessem sugerir corrupção.
 Os textos transcritos pela Polícia Federal, no relatório final, assinado pelo delegado Ézio Vicente da Silva, que serviu de base para o procurador-geral da República me denunciar, e ao ministro Cezar Peluso para mandar me prender temporariamente, foram gravados quando eu ainda estava sendo gravado por tabela, por determinação de uma juíza federal, portanto de forma flagrantemente ilegal, textos esses totalmente desconexos e sem qualquer sentido, diferentemente de muitas outras conversas mostradas pela mídia, onde existe começo, meio e fim.
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(continua na próxima semana).
Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável em www.saraiva.com.br, www.estantevirtual.com.br, www.bondfaro.com.br, e na Livraria La Selva (nos Aeroportos) e nas livrarias de todo o Brasil. 

FURACÃO CHEGA ESTA SEMANA A TEIXEIRA DE FREITAS, NO SUL DA BAHIA.

 

 No próximo dia 14 de novembro, nesta quarta-feira, às 19h, na Faculdade de Direito do Sul da Bahia, o Furacão estará chegando a Teixeira de Freitas, onde CARREIRA ALVIM falará sobre o avesso da Justiça brasileira, de como as instituições (Polícia Federal, Ministério Público Federal e Supremo Tribunal Federal), em vez de ser a sua segurança, se transformam nos seus algozes. 
      Na ocasião, será lançado o livro "OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO", que já está sendo vendido por antecipação naquela cidade, podendo ser encontrado também em www.estantevirtual.com.br, www.saraiva.com.br, na Livraria La Selva (nos Aeroportos) e em muitas outras livrarias.

DEPOIMENTO PRESTADO POR CARREIRA ALVIM, NO RIO DE JANEIRO, E QUE O CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA NÃO LEU.


PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO
(Notas Taquigráficas SAJ/CORTAQ)                      (Audiência, 16/4/2010)
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 “É importante destacar, em ordem cronológica, os encontros entre Magistrados; Procurador da República e integrantes da cúpula do bingo."

 Aqui, eles colocam o João.

 No que me diz respeito, eles dizem assim:

 (Lê)

"O encontro entre os denunciados, Jaime Dias, Sérgio Luzio...”

Eu não estava lá. Eu não conhecia Sérgio Luzio. Eu fui conhecer na carceragem, em Brasília. Como é que um órgão oficial... Eu não sei a Polícia Federal colocou isso... Mas um chefe do Ministério Público coloca um negócio desses aqui...

 (Lê)

 ''José Renato Granado Ferreira, SILVÉRIONERY JÚNIOR, com o Desembargador CARREIRA ALVIM ..."

 Veja bem: cadê o Castellar Guimarães? Está no depoimento do Arnaldo Oliveira, que conta essa história, dizendo que realmente o Castellar disse que estava vindo para o Rio e pediu que conversasse comigo. E ele teve o trabalho de ir à Barra da Tijuca. Acredita? Porque eu estava, de férias, senão nós teríamos almoçado por aqui.  

 Eu marquei um encontro com o Castellar Guimarães, que veio com um amigo dele, que eu não conheço. Na, época, eu falei com o JÚNIOR: "Você me leva lá?" "Levo". O JÚNIOR foi.

Aparecem vários "papagaios de pirata" lá, e o Ministério Público diz que eu fui encontrar com esse pessoal.  

Isso é atitude de um homem que foi elevado à categoria de Procurador-Geral da República? E que hoje está relegado -- Deus me perdoe, pelo amor de Deus – à sua insignificância?

 A minha indignação, Doutor ABEL, foi tão grande, com esse homem, mas tão grande, que, eu fiz uma pesquisa na internet para saber o que ele tinha escrito. Ele não escreveu nenhum artigo de Direito Penal e nem de Processo Penal. Eu dava aula para uma turma de cento e cinquenta alunos. Cheguei para os alunos e disse assim: "Se vocês encontrarem um artigo escrito por ANTONIO FERNANDO DE SOUZA, eu dou um ponto por cada artigo que vocês encontrarem." Todo mundo chegou com pilhas de denúncias. Eu disse: "Mas não é denúncia." Não conseguiram um artigo desse homem, a não ser denunciar as pessoas. E ele chegou Procurador-Geral da República.
          
Então, não é de admirar que um homem com esse perfil tenha chegado a fazer o que esse homem fez. E não fez contra mim não, Doutor ABEL, fez contra uma instituição! Ele fez contra a Justiça! Agora, no momento em que ele quer desacreditar a Justiça, quero ver como vai subsistir o Ministério Público, a não ser que invertamos: transforma o Ministério Público em Justiça e transforma o Juiz em Ministério Público. Aliás, talvez até melhorasse um pouco [esse relacionamento, que é um relacionamento que foi feito para ser harmônico, e, na verdade, o Ministério Público vive batendo de frente com o Juiz].  

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domingo, 4 de novembro de 2012

VOCÊ, ALGUM AMIGO OU PARENTE SEU JÁ FOI VÍTIMA DA JUSTIÇA BRASILEIRA?

Se você, algum amigo ou parente seu já foi vítima da justiça brasileira, "ponha a boca no trombone", sem medo de denunciar as mazelas de quem tem por missão constitucional o dever de zelar pela nossa segurança, mas procede contra ela. Este blog está aberto à divulgação de tudo o que a sociedade deva saber, ainda que as nossas "instituições" continuem inertes em apurar os fatos, com medo da verdadeira realidade, que se esconde sob os tapetes da justiça.

VOCÊ SABE COMO SE FAZ UMA JUSTIÇA REALMENTE INDEPENDENTE?



"A mais alta instância da Justiça alemã é o Tribunal Constitucional Federal. 
Para reafirmar sua independência em relação ao Poder Executivo, sua sede não coincide com a capital do país e está estabelecida em Karlsruhe."
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NOTA: No Brasil, os três "poderes" convivem, na capital federal, com seus membros se interrelacionando onde haja um motivo (ou pretexto) para uma comemoração. Em tais circunstâncias, é impossível falar-se em "independência" de um poder em relação ao outro, pois, em muitos casos há um verdadeiro incesto.