segunda-feira, 2 de julho de 2012

LANÇAMENTO DO FURACÃO EM VÍDEO

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SOLIDARIEDADE NAS REDES SOCIAIS



"A Estadual não fica de fora não. Tem Promotores que denunciam e nem sabe o que estão denunciando. Conheço de perto tudo isso, não fui no olho do furacão, mas um bode expiatório." (Marco Estevâo Bomfim)

 
"Prezado Professor Carreira Alvim, 
Como está de saúde? Quem lhe escreve é seu aluno da pós graduação, Valter Oliveira. 
Foi uma honra tê-lo como professor no curso de pós-graduação. 
Além de advogado há 20 anos, ser servidor público federal há 26 anos, em diversos cargos públicos e exercer, desde janeiro de 2012, o cargo de auditor-juiz do Tribunal de Justiça Desportiva do Estado do Rio de Janeiro, considero o ilustre mestre um dos melhores professores  que conheci ao longo da minha vida profissional. Portanto, aproveito a oportunidade para renovar os meus mais sinceros sentimentos de estima e alta consideração. 
Do aluno e amigo."

 
"Mestre José Eduardo Carreira Alvim. 
Na verdade o Judiciário, por meio de alguns de seus membros, se especializaram no que o jurista Adriano Sérgio Nunes Bretas chama de "Estigma de Pilatos", ou seja, simplesmente lavam às mãos. Saúdo-o pela lucidez da análise, e o senhor, pela sua transparente história de vida e de labor, sabe o quanto é doloroso - talvez tanto quanto um erro médico, ser vítima do monstro hobbeano ao qual chamamos Estado - de forma especial o Estado-Juiz e seu poder persecutório. 
Com minhas homenagens..." (Paulo César dos Santos)

SOFRIMENTO POR TABELA


"Se as megaoperações da Polícia Federal, sustentadas pelo Ministério Público, e autorizadas pela Justiça, atingissem apenas os diretamente nela envolvidos, os estragos que provocam seriam menores, porque poupariam as pessoas que acabam sofrendo, desnecessariamente, em especial a família e os verdadeiros amigos.
O sofrimento da família, especialmente a mulher e os filhos, é inevitável, pois, apesar de estarem fora do raio de alcance da truculência policial, sofrem os seus efeitos, especialmente pela falta de notícias, imaginando o que poderia estar ocorrendo com o seu marido e pai.
Os irmãos do preso sofrem não só porque conhecem o irmão que têm, mas, também, porque carregam o mesmo nome de família, que de admirado passa a ser um estigma plantado pela Polícia Federal, e cultivado pelo Ministério Público com o apoio da Justiça.
Fico supondo o tamanho do constrangimento sofrido por meus irmãos e sobrinhos, que assinam “Carreira Alvim”, na angústia de explicar a verdade, inteiramente diversa daquela divulgada pela mídia, sensacionalista e irresponsável, cuja única ética que conhece são os índices de audiência medidos pelo Ibope.
                  Reconheço que, mesmo os verdadeiros amigos, em determinadas circunstâncias, ficam numa encruzilhada, entre se exporem a eventual investigação pelo fato de ser meu amigo ou guardar distância esperando que a poeira baixe."

(continua na próxima semana)
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Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável em www.saraiva.com.br e em www.bondfaro.com.br

COMEÇO DE UMA JORNADA


"O desembargador, vítima de uma das mais injustificáveis tramas armada neste país para afastar alguém da Justiça, porque decidia realmente de acordo com a consciência, sem fazer o jogo sujo do Poder, aí compreendida a Polícia Federal, e sem se curvar a escusos propósitos do Ministério Público Federal, sou eu, Carreira Alvim, e esta é a minha história, antes, durante e depois que me puseram no olho de um furacão, por razões infundadas e descabidas, que só existiram na cabeça dos que as imaginaram para barrar a minha chegada à presidência do Tribunal Regional Federal da 2ª Região.
Para isso, contou o Ministério Público Federal e a Polícia Federal até com a ajuda da própria Justiça, através do Supremo Tribunal Federal, na pessoa do ministro Cezar Peluso, que, se tivesse sido mais cauteloso, inteirando-se do que havia nos documentos “forjados” contra mim, teria visto que tudo não passava de uma maquiavélica trama no jogo pelo poder.
A trajetória da minha vida não foi nada fácil, pois as tragédias sempre conviveram comigo e com a minha família também. Eu tinha apenas vinte e três anos, cursando ainda o quarto ano na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais, quando perdi meu pai, um vitorioso advogado, com apenas cinquenta e sete anos de idade.
Como eu estava passando para o quarto ano na Faculdade, pensava que, assim que me formasse, iria para o interior de Minas aprender a advogar com o meu pai, que tinha um razoável escritório de advocacia, abrangendo não só a comarca onde nasci como também as adjacentes.
 Confesso que tinha pena dos meus colegas que não tinham um pai advogado e que teriam que batalhar nos escritórios alheios para aprender a advogar; mal sabendo eu que o destino me reservava a mesma sina, pois, com a morte do meu pai, teria de começar sozinho, como a grande maioria começa.
                    A morte do meu pai foi o primeiro furacão que varreu a minha vida, pois eu era o terceiro filho de uma série de dez irmãos, e a segunda irmã, recém-formada em Letras, estava à procura de um emprego, quando tivemos de correr atrás da própria sobrevivência, comigo no comando da família, conduzindo mais sete irmãs e um irmão ainda adolescente."
(continua na próxima semana)
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Trecho do livro OPERAÇÃO HURICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável em www.saraiva.com e em www.bondfaro.com.br

FURACÃO NA "JUSTIÇA EM FOCO" NA TV JUSTIÇA

Editor: Reinaldo Nóbrega
(continuação)

PERGUNTA: Na posição que o senhor ocupava, fizeram tudo o que o senhor descreve? O que qualquer brasileiro pode esperar desse famigerado Poder Judiciário?
 
RESPOSTA: Se contra mim --, que era um desembargador federal, Vice-Presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, um dos mais importantes tribunais deste País, conhecido de todos os ministros, por ter dezenas de livros escritos sobre Direito Processual Civil, para muitos dos quais inclusive proferi diversas palestras, e com muitos dos quais cheguei a conviver, participando de cursos de curta duração no exterior para magistrados --,  ACONTECEU O QUE ACONTECEU, sem que tivesse o ministro Cezar Peluso se preocupado em fazer uma verificação prévia e séria sobre os absurdos narrados pelo chefe do Ministério Público Federal, que foi quem conseguiu dele a autorização para me grampear, E DEPOIS ME DENUNCIAR, imagine o próprio jornalista o que o cidadão brasileiro pode esperar de uma justiça dessas.
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(continua na próxima semana)


DEPOIMENTO PRESTADO POR CARREIRA ALVIM, NO RIO DE JANEIRO, E QUE O CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA NÃO LEU.


                     POPER JUDICIÁRIO  
                     TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO    


    (Notas Taquigráficas SAJ/CORTAQ)                                    (Audiência, 16/4/2010)          
                         




(continuação)


Neguei provimento ao agravo. Sabe quem me acompanhou, Doutor?  RICARDO REGUEIRA. É esse que, morreu em função dessas aleivosias que foram levantadas contra ele, e que o puseram em estado de depressão tão grande que ele não conseguiu resistir a urna infecção hospitalar.

E o outro que seguiu, também, REIS FRIEDE. De modo que, quando votei contra, o REGUEIRA, se fosse relacionado como o Ministério Público supunha e supõe nessa denúncia,teria votado contra, pois se era vinculado. É o que  diz  aqui: que o REGUEIRA era vinculado a jogadores de bingo, donos de máquina de bingo, porque a esposa dele gostava de bingo.                               

Eu não sei se  ir a uma casa de diversão autorizada, ainda que seja por medida liminar, é crime, mas, para a Polícia Federal e para o Ministério Público Federal, é. Então, o REGUEIRA votou  contra. Está me ouvindo aí, não é, RICARDO REGUEIRA? Estou aqui, pelo menos, tentando livrar um pouco a culpa que colocaram nos seus ombros. Eu converso muito com ele. Isso pode parecer doido. Ontem, à noite, ele me ditou tanta coisa que eu deveria falar. Eu falei com ele assim: "Não precisa, REGUEIRA". Eu tenho uma interferência espiritual muito grande. Às vezes, as minhas filhas me chamam para jantar: "Pai, vem!” E eu falo: "Não posso. Estou sendo bombardeado aqui pelo Além e não dá para parar. Eu tenho que ir em frente". Aí a minha filha mais nova, que não é essa aqui, falou comigo assim: “Meu pai é o materialista mais espiritualizado que eu conheço". Quer dizer, um cara que não acredita em nada.  Eu não acredito muito nesse negócio de céu e inferno. Se eu acreditasse, eu viveria tão feliz porque eu sei que iria encontrar com essas pessoas lá [no Além], mas, infelizmente, não acredito muito não .

Outra: até eu, estou me impressionando, Excelência, porque. esse aqui eu.já  falei, votei contra também.           

Eu não sei como é que alguém encarregado de fazer justiça como o Ministério Público e o Juiz  podem simplesmente atropelar os fatos que estão comprovados para se basear em conversa de bandido. Pegar uma conversa de fundo que alguém falou um milhão... "Ah, isso foi para o CARREIRA ALVIM". Cadê? Não existe um milhão. Isso não existe.

Eu vou passar a acreditar em Deus, viu, Doutor ABEL? Porque acho que é mais tranquilo para a gente. Essas pessoas, um dia, pagam.

Aí, eu disse assim - quer ver, Doutora, como é que votei?

(Lê)

"Estou dando provimento à apelação para reformar a sentença, determinando ao Juiz a quo que dê curso ao mandamus, decidindo, de imediato,  sobre o pedido de tutela antecipada no prazo de  dois dias, contando da data da ciência do acórdão, solicitando, em seguida, AA informações, colhendo o parecer do Ministério Público e decidindo afinal, com entender de direito.” 

(continua na próxima semana)
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domingo, 1 de julho de 2012

CARREIRA ALVIM ATUALIZARÁ O BLOG NA TERÇA-FEIRA.

PEÇO DESCULPAS AOS MEUS SEGUIDORES. ESTOU VIAJANDO E CHEGO AO RIO TERÇA-FEIRA, PELO QUE O BLOG ESTARÁ ATUALIZADO NA QUARTA. NÂO DEIXEM DE VISITAR. GRANDE ABRAÇO E BOM FINAL DE SEMANA.