OPERAÇÃO HURRICANE, DEFLAGRADA PELA POLICIA FEDERAL, JUNTAMENTE COM O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PARA DESMORALIZAR UM JUIZ E IMPEDI-LO DE CHEGAR A PRESIDENCIA DO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO.
domingo, 1 de abril de 2012
ENCONTRO DE UBAENSES E AMIGOS DE UBÁ.
JOSÉ EDUARDO CARREIRA ALVIM foi homenageado no 19º Encontro de Ubaenses e Amigos de Ubá, realizado no último dia 24 de março, com o Troféu JOSÉ FRANCISCO PARMA.
NOTA - O polo moveleiro de Ubá, cidade da Zona da Mata mineira, é o que é hoje por iniciativa de José Francisco Parma, que construiu nessa cidade a sua primeira fábrica de móveis.
BLOG DO FURACÃO É ACESSADO NO EXTERIOR.
O blog do Furacão foi visitado esta semana 30 vezes nos EUA, 16 vezes em Porturgal, 7 na Alemanha, 3 na Malaysia, 2 na Irlanda, 1 no Canadá e 1 na Rússia, para indicar apenas alguns países interessados no que acontece com a Justiça brasileira.
DECIFRA-ME OU TE DEVORO (última parte)
(continuação)
"A ironia do destino foi ter colocado o Instituto de Pesquisa e Estudos Jurídicos (IPEJ-RJ) na rota desse evento, e ter eu aceito o convite da Sociedade Internacional de Criminologia, por intermédio de Edmundo Oliveira, para organizá-lo, porque foi em função dessa organização que tive a ideia nada feliz – sobretudo porque sabia que a Polícia Federal estava me interceptando por todos os lados – de tratar com Silvério Júnior, meu genro, de um assunto em cuja conversa foram proferidas as palavras “parte” e “dinheiro”, o explosivo de que a Polícia Federal e o Ministério Público andavam à cata, com o apoio do ministro Cezar Peluso, para explodir a minha carreira e minar a minha credibilidade jurídica no país.
Por outro lado, fico pensando que, se não tivessem os que me armaram o furacão, conseguido fazê-lo pela forma como fizeram, por certo teriam buscado outra forma de me apear do Tribunal e de impedir-me de chegar à presidência da casa."
Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável em www. saraiva.com.br e em www.bondfaro.com
MONTAGEM DE UMA FARSA
(continuação)
Quando meu irmão Bonifácio, médico em Brasília, me visitou na carceragem da Polícia Federal, e me disse que tinha me ouvido dizer essa frase “minha parte em dinheiro”, e que a voz era realmente minha, tive a certeza de que tinha sido vítima de uma ardilosa trama do tipo Hitchcock, pela parte malsã da Polícia Federal, coadjuvada pela parte malsã do Ministério Público Federal, porquanto tal frase eu jamais havia pronunciado.
E não deu outra coisa, porquanto, chegando ao Rio de Janeiro, depois de nove dias de carceragem, tive a comprovação da montagem feita pelo grupo de grampeadores capitaneados pelo delegado federal Ézio Vicente da Silva, aceita pelo chefe do Ministério Público, que a repassou ao ministro relator Cezar Peluso, no Supremo Tribunal Federal, com base na qual este decretou a minha prisão temporária e as buscas e apreensões no meu gabinete, no IPEJ, na minha residência e na casa de campo.
Nenhum convidado aceita participar de eventos jurídicos com seus próprios recursos, sendo, sempre, patrocinado por alguém, alguma instituição ou alguma empresa privada, porque a Justiça não tem condições legais, nem recursos, para arcar com tais despesas; quando muito, a Justiça cede seus integrantes para engrandecer eventos jurídicos.
Os órgãos de controle interno, nos tribunais, constituem um desestímulo a qualquer intento de prestigiar eventos jurídicos à custas de recursos públicos, como se a cultura jurídica fosse coisa apenas de empresas privadas, que por sua vez se recusam em ter os seus nomes ligadas a eventos, temendo o Judiciário.
(continua na próxima semana)
Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável em www.saraiva.com.br e em www.bondfaro.com
JUSTIÇA DEMORADA NÃO É JUSTIÇA!
QUANTO MAIS LEIO, MAIS ME ENTRISTECE...
Dr. Alvim,
Li alguns trechos e, por senso de justiça, fico satisfeita em poder conhecer o "outro lado" e observar o ocorrido sob outro prisma.
Ao mesmo tempo, como cidadã, quanto mais leio, mais me entristece a constatação de que o ser humano é limitado por suas conveniências, deixando de lado princípios e a grande chance de demonstrar caráter.
Torço para que neste caso bem como em todos os outros que tramitam hoje no Judiciário, seja feita a tão almejada JUSTIÇA!
Mensagem recebida por Priscilla Koiyama pelo Facebook.
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