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domingo, 1 de abril de 2012

DECIFRA-ME OU TE DEVORO (última parte)


(continuação)
"A ironia do destino foi ter colocado o Instituto de Pesquisa e Estudos Jurídicos (IPEJ-RJ) na rota desse evento, e ter eu aceito o convite da Sociedade Internacional de Criminologia, por intermédio de Edmundo Oliveira, para organizá-lo, porque foi em função dessa organização que tive a ideia nada feliz – sobretudo porque sabia que a Polícia Federal estava me interceptando por todos os lados – de tratar com Silvério Júnior, meu genro, de um assunto em cuja conversa foram proferidas as palavras “parte” e “dinheiro”, o explosivo de que a Polícia Federal e o Ministério Público andavam à cata, com o apoio do ministro Cezar Peluso, para explodir a minha carreira e minar a minha credibilidade jurídica no país.
Por outro lado, fico pensando que, se não tivessem os que me armaram o furacão, conseguido fazê-lo pela forma como fizeram, por certo teriam buscado outra forma de me apear do Tribunal e de impedir-me de chegar à presidência da casa."

Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável em www. saraiva.com.br e em www.bondfaro.com

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