segunda-feira, 3 de outubro de 2011

ESSE LIVRO É FANTÁSTICOOOOO!

Renata escreveu: "Sim, Elisabete! Esse livro é muito importante, não só pela leitura, mas principalmente para nos inteirarmos quanto às agruras da área jurídica. Recomendo totalmente!"

Elisabete escreveu: "Olha ai mais uma recomendação. É merecido. Precisamos todos nós informar do que há por detrás das cortinas."

Renata escreveu: "Esse livro é fantásticooooo! Eu li em 2 dias, não conseguia deixa-lo de lado!"

NOTA - Mensagens recebidas por e-mails.

IMPRENSA DE BRASÍLIA DIVULGA O FURACÃO.

"Quatro anos depois de ter sido preso, com transmissão pela imprensa, apesar do "segredo de justiça" da operação, o desembargador José Eduardo Carreira Alvim publica, pela Geração Editorial, o livro Operação Hurricane – um juiz no olho do furacão. Na publicação, ele desmonta o que chama de farsa montada pela Polícia Federal – farsa aceita pela Justiça e pela mídia, o que, segundo ele, o impediu de ser eleito presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, e o levou à prisão e à aposentadoria antecipada. Alvim foi preso sob a acusação de ter recebido pagamento para autorizar o funcionamento de casas de bingo no Rio de Janeiro e integrar uma quadrilha que beneficiava os donos das casas de jogo. Teve sua vida devassada pela Polícia Federal e pelo Fisco, mas nada contra ele foi encontrado. Apesar disso, foi afastado do Tribunal Regional Federal e aposentado. O lançamento será na Livraria Cultura, no Iguatemi, em Brasília, na próxima quarta (21)."

NOTA - Divulgação do lançamento do livro "Operação Hurricane: Um juiz no olho do furacão" feita pela imprensa de Brasília.

A ÉTICA DA REDE GLOBO É ÉTICA PELO AVESSO, MESMO DEPOIS DE DIVULGAR SUAS "REGRAS ÉTICAS".

Depois de divulgar uma catilinária de regras éticas, e, dizendo que só divulga a verdade, com base em fontes confiáveis, o jornal O GLOBO do dia 1 de outubro de 2011 afirma que "O ex-ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Paulo Medina e o desembargador do TRF da 2ª Região José Carreira Alvim também foram condenados à aposentadoria compulsória por beneficiarem empresas de máquinas de caça-níqueis."

NOTA - Para ficar apenas na minha pessoa, primeiro, meu nome é José Eduardo Carreira Alvim (não apenas José Carreira Alvim), pelo que a jornalista Marcelle Ribeiro, que assina a reportagem "CNJ investiga 32 desembargadores em 52 ações", deveria aprender a ler; e, segundo, porque eu não fui aposentado compulsoriamente por "beneficiar empresas de máquinas de caça-níqueis", mas por haver aceito almoçar no restaurante Fratelli a convite do ex-procurador geral de Justiça do Estado de Minas Gerais, Castellar Guimarães, para tratar de matéria que nada tinha a ver com bingos, onde estavam também convidados pessoas que eram do relacionamento do anfitrião e que eu nem conhecia; procurador, aliás, que sequer foi convocado pelo CNJ para esclarecer os fatos supostos.
Conto essa história no meu livro "Operação Hurricane: Um juiz no olho do furacão" (Geração Editorial), sob o título "Almoço que acabou indigesto", onde conto a verdadeira história dos fatos e a versão mentirosa que o CNJ extraiu desses mesmos fatos; o que não teria acontecido se o ministro Gilson Dipp tivesse lido o processo, pois para que o que ele imaginou fosse verdade, o tempo teria que ter corrido para trás, porque este almoço teve lugar sete meses depois que minhas três decisões tinha sido cassadas.
Por isso, costuma-se dizer que "A imprensa fala do que não sabe, para quem não entende, sobre um assunto que não lhe diz respeito".

O PROCESSO CONTINUARÁ PARADO PORQUE OS SEUS ALGOZES IRRESPONSÁVEIS ESPERAM A CONSUBSTANCIAÇÃO DA PRESCRIÇÃO.


"(...) Portanto, escrevo este singelo e-mail para me solidarizar e parabenizar pela coragem de V. Exa. ao relatar os acontecimentos, com bastante detalhes, inclusive, fazendo o que muitos se recusam a fazer: dar 'nome aos bois'.
Escrevo, também, para dizer o que (presumo) V. Exa. talvez imagine: penso que seu processo está (e para mim continuará parado), simplesmente porque os seus algozes irresponsáveis esperam a consubstanciação da prescrição. A prescrição quando operada, impede desnudar os abusos e absurdos cometidos por uma série de profissionais descompromissados com os princípios que juraram defender. 
Por fim, espero que V. Exa. e sua família, de algum modo, encontrem a paz, mesmo depois do turbilhão de coisas negativas que aconteceram nos episódios relatados no seu magnífico livro. Não é fácil. Muitas vezes não se consegue. Mas tentar é a única forma de se manter (bem) vivo!"
NOTA - Mensagem recebida do advogado Cristiano Possídio, via e-mail).

"DRAMA DE CARREIRA ALVIM INSPIRA MONOGRAFIA DE GRADUAÇÃO


Inicialmente, peço vênia para apresentar-me: meu nome é (...), perito criminal da polícia civil do estado de (...), sou especialista em fonética forense e perícias em material audiovisual.  
Atualmente estou concluindo meu segundo curso de graduação - Direito - e estou escrevendo a minha monografia cujo título é: INCERTEZA DA PROVA MATERIAL, ELEMENTOS DA PRÁTICA BRASILEIRA. Vou defendê-la em novembro, e pelo sucesso que já está fazendo antecipadamente, pretendo transformá-la em livro e, ainda, utilizá-la como base para um projeto de Doutorado.
(...)
Neste sentido, gostaria de relatar seu caso, com a devida autorização, neste capítulo da monografia, que já conta com outros tantos já devidamente detalhados.
Caso me conceda, gostaria de ter informações sobre o caso e publicá-lo, também, no meu livro.

NOTA - Pedido recebido de uma aluna, tendo a autorização sido concedida.

NO DIA EM QUE O SARGENTO GARCIA PRENDER O ZORRO (...)


ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE JORNAIS- Pegando o exemplo de São Paulo, onde faltam prédios, juízes e estrutura, como a senhora faz? A senhora cobra do governador mais recursos para o Tribunal de Justiça?

ELIANA CALMON - Sabe que dia eu vou inspecionar São Paulo? No dia em que o sargento Garcia prender o Zorro. É um Tribunal de Justiça fechado, refratário a qualquer ação do CNJ e o presidente do Supremo Tribunal Federal é paulista.

(Entrevista concedida à  Associação Paulista de Jornais, pela corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon).

"JÁ ESTÁ TUDO PREENCHIDO POR INDICAÇÃO POLÍTICA"

No caso da senhora, alguém já tentou cobrar a fatura depois?
Resposta: Nunca. Eles têm medo desse meu jeito. Eu não sou a única rebelde nesse sistema, mas sou uma rebelde que fala. Há colegas que, quando chegam para montar o gabinete, não têm o direito de escolher um assessor sequer, porque já está tudo preenchido por indicação política.
(Trecho da entrevista dada pela ministra Eliana Calmon, atual corregedora do CNJ, à revista VEJA, e que não pode passar despercebida pela consciência do País).
OBS: Realmente, isso é verdadeiro, porque, quando me candidatei a uma vaga no STJ, procurei um ministro que se dizia meu amigo, para lhe pedir o seu voto, e ele me disse que não poderia me apoiar porque, para chegar lá, tinha assumido tanto compromisso com os que o apoiaram que não estava tendo condições de cumpri-los.