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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

A ÉTICA DA REDE GLOBO É ÉTICA PELO AVESSO, MESMO DEPOIS DE DIVULGAR SUAS "REGRAS ÉTICAS".

Depois de divulgar uma catilinária de regras éticas, e, dizendo que só divulga a verdade, com base em fontes confiáveis, o jornal O GLOBO do dia 1 de outubro de 2011 afirma que "O ex-ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Paulo Medina e o desembargador do TRF da 2ª Região José Carreira Alvim também foram condenados à aposentadoria compulsória por beneficiarem empresas de máquinas de caça-níqueis."

NOTA - Para ficar apenas na minha pessoa, primeiro, meu nome é José Eduardo Carreira Alvim (não apenas José Carreira Alvim), pelo que a jornalista Marcelle Ribeiro, que assina a reportagem "CNJ investiga 32 desembargadores em 52 ações", deveria aprender a ler; e, segundo, porque eu não fui aposentado compulsoriamente por "beneficiar empresas de máquinas de caça-níqueis", mas por haver aceito almoçar no restaurante Fratelli a convite do ex-procurador geral de Justiça do Estado de Minas Gerais, Castellar Guimarães, para tratar de matéria que nada tinha a ver com bingos, onde estavam também convidados pessoas que eram do relacionamento do anfitrião e que eu nem conhecia; procurador, aliás, que sequer foi convocado pelo CNJ para esclarecer os fatos supostos.
Conto essa história no meu livro "Operação Hurricane: Um juiz no olho do furacão" (Geração Editorial), sob o título "Almoço que acabou indigesto", onde conto a verdadeira história dos fatos e a versão mentirosa que o CNJ extraiu desses mesmos fatos; o que não teria acontecido se o ministro Gilson Dipp tivesse lido o processo, pois para que o que ele imaginou fosse verdade, o tempo teria que ter corrido para trás, porque este almoço teve lugar sete meses depois que minhas três decisões tinha sido cassadas.
Por isso, costuma-se dizer que "A imprensa fala do que não sabe, para quem não entende, sobre um assunto que não lhe diz respeito".

2 comentários:

  1. Por falar em almoço, tenho uma sugestão para o CNJ. Investigar sobre um jantar que foi oferecido por uma multinacional para o TRT/MG, e, dias após, o recurso por ela impetrado foi decidido por esse mesmo Tribunal, advinhem, FAVORÁVEL A ELA. Um dos desembargadores do TRT/MG, é, hoje, membro do CNJ.

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