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domingo, 10 de novembro de 2013

PROVA TÉCNICA DESMENTE A POLÍCIA FEDERAL

(continuação) 
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Essa conversa sobre a falta de dinheiro para custear a ida a Buenos Aires da “parte aérea” e “parte terrestre” de alguns convidados foi mantida com diversos deles, para lhes dizer que os recursos só eram suficientes para o pagamento ou da passagem (parte aérea) ou da estada naquela cidade (parte terrestre). Se os interceptores da Polícia Federal tivessem se detido, realmente, ao que lhes cumpria fazer, por certo teriam gravado, também, essas conversas por inteiro, dentro de um contexto que permitiria entender o sentido verdadeiro da fala.
Se o Supremo Tribunal Federal determinar uma perícia fora dos muros da Polícia Federal, terei a oportunidade de demonstrar a falsidade material e ideológica contida no relatório da Polícia Federal; mas, se vier a própria Polícia Federal a fazer de novo a perícia nas gravações, então o que se terá é o que se teve até agora, intentando ela própria dar suporte à maldita versão contida no seu próprio relatório.
Será como que “pôr a raposa para tomar conta do galinheiro”.  
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NOTA: Neste capítulo, conto como a Polícia Federal, sob a condução do delegado federal ÉLZIO VICENTE DA SILVA, fez uma manipulação com as frases retiradas nas interceptações das minhas conversas telefônicas, autorizadas pelo ex-ministro do STF CEZAR PELUSO, hoje na inatividade. 

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