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sábado, 27 de abril de 2013

DO CONTRABANDO À ILEGALIDADE DO JOGO

(Continuação)
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"Se essa Justiça fez comigo o que fez, numa trama montada com tal engenho e arte que não tenho conseguido desmontar, com a complacência de instituições que deveriam ter interesse na apuração da verdadeira verdade, e do que está por detrás dela – como as associações de magistrados, as associações de desembargadores, a Ordem dos Advogados do Brasil e até as associações dos delegados da Polícia Federal interessados em preservar a dignidade dessa instituição –, fico pensando o que não estará acontecendo com a honra e a dignidade dos inúmeros e anônimos acusados deste país.
                     Espero que a Justiça tire a venda dos olhos, e com a mesma honra e dignidade com que lhe servi durante tantas décadas, busque com seriedade a verdadeira verdade, e do que motivou tudo isso, punindo as tergiversações e excessos, seja de quem for, mesmo que de delegados e policiais federais, de membros ou ex-membros do Ministério Público Federal e até de ministros de tribunais superiores.
                    O que está em jogo no episódio do furacão, caro leitor, não é a minha honra e nem a do saudoso desembargador Ricardo Regueira, mas a honra da própria Justiça como instituição pública, que deve ter interesse em punir os que a iludiram, para com a colaboração dela, perseguir inocentes."
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Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (/Geração Editorial), encontrável na Livraria SARAIVA, ou em www.saraiva.com.br, www.estantevirtual.com.br, www.bondfaro.com.br e noutras livrarias de todo o País.

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