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sexta-feira, 1 de março de 2013

O EX-MINISTRO CEZAR PELUSO NA TEORIA E NA PRÁTICA


Jornal Valor: O senhor defende que as investigações contra juízes sejam feitas sob sigilo. Por quê?
Ministro Peluso: O que o ministro Ari Pargendler diz é pura verdade: uma suspeita contra magistrado, ainda que se revele infundada, acaba com a imagem do juiz e de certo modo acaba até com a vida social dele. Em outras áreas ou profissões, isso pode até ser tolerável mas, para quem exerce essa função delicada de julgar os outros, não pode pairar nenhuma duvida sobre a sua honorabilidade. Uma suspeita infundada é desastrosa para o magistrado inocente. Ele fica com sua vida profissional comprometida. Por isso é que se exige cuidado. Não tem nada a ver com o rigor que todos devemos ter em relação à necessidade das punições contra quem é culpado.

(Entrevista dada ao Jornal Valor)
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NOTA: Na prática, o ex-ministro CEZAR PELUSO, sem um exame mais cuidadoso da "armação" feita contra mim pela Polícia Federal (ÉZIO VICENTE DA SILVA), e encampada pelo ex-procurador-geral da República (ANTÔNIO FERNANDO DE SOUZA), mandou me prender na minha residência, às 5h da manhã, sem mandado de prisão (que o delegado que me prendeu não portava), mandando me recolher á carceragem da Polícia Federal de Brasília, juntamente com os demais intitulados por ele "quadrilheiros".
Nessa oportunidade, fui algemado como qualquer bandido periculoso, com a rede Globo de Televisão e a Polícia Federal fazendo as suas espetaculosas exibições circences, apesar de em todos os documentos que me foram entregues estar escrito que a diligência seria em SEGREDO DE JUSTIÇA.
Este é o perfil de um juiz teórico, nas suas entrevistas, e na prática, nas suas atitudes como magistrado.
O cidadão brasileiro pode confiar numa Justiça com esse perfil?
Eu confiei, e "entrei pelo cano"; e ainda estou dentre dele, em virtude da lerdeza da justiça.  

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