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sábado, 14 de julho de 2012

FURACÃO NA "JUSTIÇA EM FOCO" DA TV JUSTIÇA


Editor: Reinaldo Nóbrega
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PERGUNTA: Como um processo pode ficar parado no STF e nada acontece para os responsáveis pelo seu andamento?


RESPOSTA: Poder não pode, quando o País é responsável, mas acontece quando não haja responsabilidade e interesse em apurar realmente A VERDADE, que depõe contra as mentiras assacadas contra mim, preferindo os deveriam apurar que o tempo se encarregue de fazer com que a ação penal prescreva, e perca o seu objeto É muito difícil para a Suprema Corte de um País reconhecer que um de seus ministros não se inteirou realmente dos fatos ocorridos, antes de mandar prender, algemar e recolher à carceragem da Polícia Federal um desembargador, vice-presidente de um Tribunal Federal, desconsiderando inteiramente as prerrogativas do cargo, confiando no que disse, irresponsavelmente, o então procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, a mais alta autoridade e chefe do Ministério Público Federal no País,  e, mais difícil ainda, é admitir a própria Corte, que ela própria foi induzida em erro, ao receber uma denúncia contra mim, baseada em fatos “montados” pela Polícia Federal, com  conivência do Ministério Público Federal.  Aliás, “erro” não, porque o que fizeram contra mim, imputando-me a prática de fatos criminosos que não pratiquei, é uma calúnia, e, portanto, punida pelo Código Penal; mas infelizmente ninguém neste País é punidos por causa disso.
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NOTA - Depois de ficar parado por mais de cinco anos no STF, passando pelas mãos de dois ministros-relatores (Cezar Peluso e Gilmar Mendes), os autos do processo foram remetidos ao STJ, onde começou uma tramitação mais regular; mas, enquanto esteve no STF, ficou literalmente parado, como milhares de tantos outros, que lá dormitam à espera da prescrição.

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