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domingo, 1 de janeiro de 2012

DEPOIMENTO PRESTADO POR CARREIRA ALVIM NO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, MAS QUE ESTE CONSELHO NÃO LEU.

"DESEMBARGADOR JOSÉ EDUARDO CARREIRA ALVIM (REQUERIDO). (Continuação)
 (...) Isso aqui foi uma coisa montada por quem não conhecia, confirando que não vai ser lido, se for lido não vai ser entendido e vai haver uma condenação com base em suposição, porque, sete meses depois, quem tinha que pedir, já tinha pedido.
Não dei nenhuma autorização para o funcionamento de bingo. Faço questão, sei que Vossa Excelência daqui a pouco já esta cansado, como eu também estou, vou mostrar ao senhor quem deu. A quadrilha que o ANTÔNIO FERNANDO DE SUZA disse, que há uma quadrilha aqui dentro, não estou nela. Até os Presidentes que passaram por aqui estão, porque ele negaram e concederam liminar, até para o Ministério Público negar, para manter a decisão de bingo funcionando, que foi onde não tive saída. Como vou negar a liberação de uma máquina ou atividade que esá funcionando com a autorização do Tribunal?"
A liminar estava lá. A primeira peça da procuração era a liminar do Tribunal. O erro não foi meu. Estou pagando por um erro do Tribunal. Quer dizer, meus "colegas" concederamliminar para bingo funcionar, a Polícia Federal foi lá e apreendeu as máquinas e pediram para eu liberar as máquinas.
O que aconteceu? Sete meses depois, quando todo mundo já havia examinado suas conveniência e interesses em requerer liminar, se alguma houvesse, então, não havia mais, porque as máquinas que estavam apreendidas já estavam todas com decisão, que eram essas três e, às vezes vinha até litisconsorte.
Digo que o Ministério Público transcreve aqui -- "Betec e um punhado de outros", para dar parecer --, que eu saí concedendo liminar para todo mundo, quando era uma decisão só. Vossa Excelência, por exemplo, quando pega um processo está: fulano e outros. Vossa exceleência já leu quem são os outros? Vossa Excelência não lê. (Continua)

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