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domingo, 25 de dezembro de 2011

MAGISTRADO É VÍTIMA DE LENTIDÃO DA JUSTIÇA (última parte)

 Ex-desembargador afastado do TRF-2 espera ha quatro anos uma decisão do STF.

Décio Viotto (jornalista)
O CALVÁRIO - O presidente do CNJ e ex-relator do processo no STF, Cezar Peluso, não estava presente nessa sessão. Mas não recusou o convite para uma viagem a Buenos Aires para participar de um debate sobre corrupção ao lado de Carreira Alvim, ciente dos grampos telefônicos, que ele próprio, Peluso, havia autorizado. O ministro Dipp também participou do evento, a convite de Carreira Alvim: "Chegamos a jantar juntos, conta Alvim. Eassim passaram cinco dias debatendo os desafios da corrupção.
Na opinião de Alvim, nesse jogo em que ele não consegue reverter o placar, há três personagens que forma seu calvário. O delegado federal Ézio Vicente da Silva, o ex-procurador-geral Antônio Fernando de Souza, hoje aposentado, e o ministro Cezar Peluso. "Um armou, o outro tutelou e o terceiro encampou. 
O ministro Peluso, por meio de sua assessoria, respondeu que "não comentaria o assunto, porque a questão pode votar a ser analisada pelo STF.
O pedido não era para "comentar o livro ou o processo", que agora tem como relator o ministro Gilmar Mendes. Era para saber se tomaria alguma providência diante das graves acusações existentes no livro. Preferiu se calar". 

(Reportagem publicada no Diário do Comércio de S. Paulo, nos dias 5, 6 e 7 de novembro de 2011, no primeiro caderno, página 6).

NA PRÓXIMA SEMANA - "Gravação não é prova". É o que defende Ricardo Molina: "Serviu para expor o cara de maneira brutal", diz ele.

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