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domingo, 20 de novembro de 2011

PRESIDENTE CEZAR PELUSO "VERSUS" PRESIDENTE GEORGE BUSH

      Vejam como a história se repete sempre em locais distintos do Planeta.
    Comigo, aconteceu exatamente o que sucedeu com o Saddan Hussein, embora eu não fosse nenhum "ditador"; ao contrário, era um juiz que fazia justiça.
     O presidente George Bush, sob o pretexto de que o Iraque, sob o comando de Saddam Hussein, produzia armas de destruição em massa, mandou suas tropas invadir o Iraque, e, apesar de nada ter sido encontrado, porque não havia arma alguma, que ele "supunha" que houvesse, mesmo assim matou fisicamente Saddam Hussein.
    O Vice-Presidente e atual Presidente do Supremo Tribunal Cezar Peluso, sob o pretexto de apreender "grandes quantidades de dinheiro" em meu poder, mandou invadir a minha casa, e, apesar de nada ter sido encontrado, porque não havia dinheiro algum, que só existia na cabeça dele,  mesmo assim matou-me  moralmente (ou pelo menos tentou matar-me); e só não conseguiu matar-me fisicamente, porque vou viver até mostrar à sociedade do meu País que os "bandidos de toga", revelados pela ministra Eliana Calmon, não somos nem eu e nem o desembargador federal Ricardo Regueira.
     Cezar Peluso conseguiu, com as suas absurdas decisões, sem um exame sério dos autos do inquérito 2.424, matar fisicamente (e moralmente) o desembargador federal Ricardo Regueira, ao mandar prendê-lo, sem que ele tivesse feito nada, fazendo-o desacreditar no prazer de viver, e, que, por ter morrido, nem teve a chance de provar a sua inocência (nem escrever um livro, contando a verdade), porque quanto a ele a ação penal foi arquivada pelo STF.
    

3 comentários:

  1. Aff!!! Comparar esse ministro, justo ao PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS, ainda que de forma simbólica, é por demais descabida, caro Desembargador!!! Já reparou que sempre que me refiro a ele, escrevo ministro com letra minúscula? Pois é, porque essa é a distinção que lhe cabe, por ser pequeno demais para a grandeza das posições que ocupa. Não obstante, abstraídas as demais qualidades há uma diferença gritante entre os dois, no meu entender: Obama errou para livrar o mundo de um ser asqueroso, ditador perverso e implacável. O ministro errou para satisfazer unicamente o seu ego (inveja, ciúme, recalque, vingança? Não sei), na tentativa vã de mostrar à sociedade que a mídia marron, sua aliada, estava certa. Tendo vindo a lume a trama armada, aquietou-se em sua pequenez, pq se tivesse humildade, senso de justiça, e, mais do que isso, coragem para reconhecer os próprios erros, já teria mostrado ao mundo que errou, como fez Obama. Por falar nisso, porque será que a mídia marron também se calou a respeito?

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  2. Errata: ao invés de Obama, leia-se Bush

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  3. Viu, ministro? Assim que reconheci o meu erro, corrigi logo, porque permanecer no erro, é pior do que errar. Por que não faz o mesmo?

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