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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

CARREIRA ALVIM E RICARDO REGUEIRA VOTAM CONTRA CASAS DE BINGO NO TRF-2


"No processo Maria Imaculada, sobre a importação de máquinas de bingo eletrônico na Bahia, também fui contra a pretensão da empresa por entender que o Tribunal não tinha jurisdição naquele estado, e o problema não era apenas de autorizar a importação, mas também de efetivá-la, que ficava extremamente dificultada pelo fato de o desembaraço da mercadoriadar-se em outro estado da federação. Essa decisão foi mantida pelo órgão colegiado do Tribunal, tendo o desembargador Ricardo Regueira, nessa ocasião, votado também no sentido de indeferir o pedido; e, ainda assim, acabou sendo acusado injustamente de pertencer a uma quadrilha de bingueiros.
Todas essas decisões põem à mostra que as autorizações para o funcionamento de jogos de bingo, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, não eram concedidas por mim, como afirma o então procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, tendo eu e também o desembargador Ricardo Regueira votado contra pretensões envolvendo interesses de empresas exploradoras desses jogos."
(Trecho do livro "Operação Hurricane: Um juiz no olho do furacão", da Geração Editorial, encontrável em www.bondfaro.com.br)

2 comentários:

  1. Sempre ouvi falar do senhor com muito respeito no mundo jurídico. Seus livros eram dos mais recomendados na faculdade de Direito. De repente, um tsunami de lama varre tudo aquilo que o senhor produziu de bom. Tive um parente preso de forma precipitada e irresponsável pela PM do Estado do Amazonas e eu mesmo fui condenado de forma espúria EM SEDE DE SINDICÂNCIA que tramitou perante a Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania. Estou iniciando o capítulo 9 de seu livro sobre a Operação Hurricane. Leitura prazerosa e elucidativa.

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  2. Sempre ouvi falar do senhor com muito respeito no mundo jurídico. Seus livros eram dos mais recomendados na faculdade de Direito. De repente, um tsunami de lama varre tudo aquilo que o senhor produziu de bom. Tive um parente preso de forma precipitada e irresponsável pela PM do Estado do Amazonas e eu mesmo fui condenado de forma espúria EM SEDE DE SINDICÂNCIA que tramitou perante a Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania. Estou iniciando o capítulo 9 de seu livro sobre a Operação Hurricane. Leitura prazerosa e elucidativa.

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