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domingo, 21 de agosto de 2011

UM TRECHO DE DIÁLOGO TRANSCRITO POR UM TELEJORNAL DA TV GLOBO, E ATRIBUÍDO A CARREIRA ALVIM, SIMPLESMENTE NÃO EXISTE NO MATERIAL DA POLÍCIA FEDERAL, PERICIADO PELO PROF. MOLINA

"CARREIRA ALVIM FORA DO FURACÃO
Em depoimento prestado ao presidente da CPC do Grampo, deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ), o perito Ricardo Molina, especialista da Unicamp em fonética forense, afirmou que a Polícia Federal, após interceptar, por maisde dois anos, os telefones do esembargador federal José Eduardo Carreira Alvim, que viria a ser preso na Operação Furacão, conseguiu "aproveitar" apenas dois telefonemas, que somados não chegam a um minuto de duração.
"Depois de  longo período grampeada, qualquer pessoa em determinada hora vai falar alguma coisa que sirva à polícia, caso haja o interesse deliberado de comprometê-la", afirmou Molina a Itagiba.
O perito revelou, ainda, ao deputado -- que foi superintendente regional da PF no Rio --, que o curto material interceptado em menos de um minuto de ligação foi vazada à imprensa com uma aberração: um trecho de diálogo transcrito em um telejornal da TV Globo, e atribuído a Carreira Alvim, simplesmente não existe no material da PF por ele periciado.
O desembargador, como se sabe, chegou a ficar nove dias preso numa cela da Polícia Federal em Brasília".

OBS: POR QUE A MÍDIA (OUTRAS EMISSORAS QUE NÃO A REDE GLOBO) NÃO PROCURA CERTIFICAR-SE DESTA VERDADE?

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