domingo, 8 de dezembro de 2013

AINDA A FESTA DOS BANGEL NO RIO DE JANEIRO

Carreira Alvim, Terezinha Yamada, Tetê Carreira Alvim e Regina Lemos Gonçalves
Vera Bangel, mulher do aniversariante, e Carreira Alvim
Terezinha Yamada, Tetê Gonçalves, Richard Jobim Emunds

OS CARREIRA ALVIM NA FESTA DE LUIZ BANGEL



Carreira Alvim e Tetê prestigiam a festa de aniversário de Luiz Bangel, no dia 7 de dezembro, no Rio de Janeiro, onde aparecem também o aniversariante e sua esposa Vera.

A JUSTIÇA TARDA PARA OS HOMENS, MAS NÃO PARA DEUS.


"Quando acreditam na inocência de quem é inocente, por palavras ou gestos, isso alivia a angústia de se esperar pela justiça, que tarda para os homens, mas não para Deus, que não faltará, porque Ele é fiel." (Anônimo)

O QUE MAIS DÓI É SER CONDENADO PELO QUE NÃO SE FEZ

"Lamentável que fatos como estes ainda aconteçam em nosso judiciário. Fui condenado, há pouco tempo, por uma juíza de minha comarca, ao pagamento de uma indenização de danos morais bem acima de minhas condições financeiras. Bem! Consegui baixar o respectivo valor junto ao tribunal justiça do meu Estado; mas o que mais doí no ser humano é ser condenado por atos que ele não cometeu, ser julgado, taxado e humilhado por fatos que ele não realizou: o meu caso. Senti na minha pele o que V. Sª sentiu. Mas pode acreditar: DEUS é maior que todas estas injustiças." (Moreira Henrique)

PARA MEDITAR DUAS VEZES


"A vida é feita de etapas, cada uma delas com um propósito diferente. Isso quer dizer que nem todas serão maravilhosas. Quando vier a tempestade, não fuja nem tenha medo. Passada a tempestade, o sol surgirá para seu alívio."

PALAVRAS DE FAUSTO SILVA DEPOIS DO JOGO


"PAIS QUE NÃO TEM JUSTIÇA É O PAÍS DA BAGUNÇA".
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NOTA: Eu, que fui vítima dela, que o diga.

APRESENTAÇÃO DO LIVRO DO FURACÃO

(continuação)
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Antes de ser levado para a carceragem em Brasília, fui despido para ser examinado numa sala onde se encontravam um homem e uma mulher que, depois, me disseram ser uma médica, para fazer o exame de corpo de delito. Mais tarde fui posto num avião para Brasília, juntamente com todos os demais, algemado e conduzido em condições nada confortantes, pois fui do Rio de Janeiro a Brasília com uma goteira em cima de minha cabeça.
Isso ocorreu numa sexta-feira, e já no domingo a Rede Globo de Televisão pôs no ar uma reportagem mostrando os policiais federais entrando nas casas dos donos de bingo, derrubando paredes a marretadas em busca de dinheiro escondido, com os donos de bingo, alguns dos quais bastante idosos e até um ancião, sendo levados algemados pelos federais.
Nessa reportagem, anunciava a repórter que “nunca antes no Brasil tantos poderosos caíram juntos em tão pouco tempo”, enfatizando que eu era um dos presos, juntamente com o desembargador Ricardo Regueira, por estarmos, segundo ela, envolvidos com a máfia dos bingos.

Sem qualquer explicação sobre o dinheiro encontrado na casa de um bingueiro, a câmera mostrava pilhas e pilhas de cédulas artisticamente dispostas para mostrar volume, exibindo em seguimento fotos minhas e do desembargador Regueira, a sugerir que aquele dinheiro era nosso e que era propina para autorizar o funcionamento de bingo, cujas decisões nem sequer tinham sido proferidas por nós. 
(continua na próxima semana)
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Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável, inclusive na versão e-book, nas livrarias SARAIVA e TRAVESSA, e em www.livrarias.saraiva.com.br, www.travessa.com.br, www.livrariacultura.com.br e também em www.estantevirtual.com.br, www.bondfaro.com.br e em outras livrarias do País.