OPERAÇÃO HURRICANE, DEFLAGRADA PELA POLICIA FEDERAL, JUNTAMENTE COM O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PARA DESMORALIZAR UM JUIZ E IMPEDI-LO DE CHEGAR A PRESIDENCIA DO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO.
domingo, 23 de junho de 2013
SOLIDARIEDADE QUE CHEGA PELA REDE SOCIAL
A justiça do Brasil até agora só tem cometido injustiças (...) Mas vamos fazer o possíve para defendê-lo, nem que seja no Face, pois ele tem grande repercussão. (Francisco V. C. Carvalho)
ATENÇÃO ACREANOS! QUEREM SABER O QUE ACONTECEU NO ACRE? LEIAM O FURACÃO.
"Ei Leonildo Rosas. Sugiro-te a aquisição do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO, para que vejas que o que estamos vivendo aqui no Acre não é privilégio somente nosso. O professor e desembargador Carreira Alvim que o diga" (Daniel Faria).
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NOTA: O livro pode ser encontrado em toda livraria SARAIVA, e comprado até pela internet em www.saraiva.com.br, www.estantevirtual.com.br, www.bondfaro.com.br e até no Ponto Frio, Extra Supermecados, Livraria Laselva (nos aeropostos) e em outras livrarias do País.
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NOTA: O livro pode ser encontrado em toda livraria SARAIVA, e comprado até pela internet em www.saraiva.com.br, www.estantevirtual.com.br, www.bondfaro.com.br e até no Ponto Frio, Extra Supermecados, Livraria Laselva (nos aeropostos) e em outras livrarias do País.
O FURACÃO PELO MUNDO
Na semana que passou, o blog do furacão foi acessado, dentre outros países, nos EUA, Rússia, Portugal, Ucrânia, Alemanha, Japão, Espanha, França e Eslováquia.
Houve quem em Portugal, lendo o blog, me dissesse que pensava que vivíamos numa democracia.
Houve quem em Portugal, lendo o blog, me dissesse que pensava que vivíamos numa democracia.
POR FALAR EM MINISTRO (...) AFINAL, ONDE ESTAMOS?
"Um ministro do STF está sendo processado por uma das maiores editoras de livros jurídicos do país. O digníssimo teria plagiado um texto relacionado ao processo civil. A ação corre no Tribunal de Justiça do Distrito Federal".
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Fonte: Ilimar Franco em Panorama Político (O GLOBO, de 23.6.2013, p. 2).
NOTA: Interessante é que, em tais casos, o jornal nunca revela o nome? Respeito não é, porque ele não respeita ninguém. Seria medo?
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Fonte: Ilimar Franco em Panorama Político (O GLOBO, de 23.6.2013, p. 2).
NOTA: Interessante é que, em tais casos, o jornal nunca revela o nome? Respeito não é, porque ele não respeita ninguém. Seria medo?
TUMA JR. CONTA COMO MINISTROS DO STF FORAM GRAMPEADOS PELA POLÍCIA FEDERAL
Por Pedro Canário
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No início de janeiro de 2009, toda a
equipe de policiais lotados no aeroporto Santos Dumont, inclusive esse
delegado, foi dispensada e transferida para diferentes setores da PF do RJ.
Durante o levantamento feito, ficou
evidente que a escuta realizada no STF foi feita com a utilização de
equipamentos de gravação digital sem fio, de origem francesa, produto de um
acordo feito entre o governo da França e o do Brasil.
Além disso, a maior parte dos componentes
da equipe que trabalhou nessa escuta e em outras, legais ou não, fez curso de
especialização nessa área na França.
Surpreendentemente, já em outubro de
2009 o mesmo agente Fraga recebeu um e-mail que o informava do cancelamento da
viagem que havia realizado a Brasília por determinação da Direx/DPF, alegando
que o motivo do cancelamento é que havia se tratado apenas de uma simulação.
Conversei hoje com o agente federa
Fraga, o qual não se opôs a que o nome dele fosse citado, bem como se colocou à
disposição para fornecer mais detalhes sobre esse caso e outros que tem
conhecimento. Estou à disposição para qualquer outra informação.
Um grande abraço, Edson Oliveira”
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MORRE UMA DAS VÍTIMAS DO FURACÃO
(continuação)
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O desembargador Ricardo Regueira nunca chamou o carcereiro de “carcereiro”
e muito menos de “agente”, como nos fora recomendado quando da nossa chegada,
mas de “companheiro”, tratamento que abre o coração de qualquer um por mais
duro que seja.
O desembargador e eu éramos presença constante nos noticiários da Rede
Globo, pois se lá não estivéssemos a notícia não despertava interesse e os seus
jornais não vendiam; e talvez por isso a mídia tenha a mania de requentar
notícias velhas quando não surgem novos escândalos para alimentar o seu furor.
Quando estávamos na carceragem da Polícia Federal em Brasília, e eu disse
ao desembargador Ricardo Regueira que, quando morresse, eu queria ser cremado,
para que minhas cinzas fossem jogadas na praia, ele me retrucou dizendo que não
deixaria isso acontecer, porque queria encontrar comigo no Paraíso e lá não
entram os cremados.
O tempo passou, saímos da prisão, retomei as minhas
atividades no magistério, na Faculdade Nacional de Direito, e palestras pelo
Brasil, recomecei a escrever, atualizando meus livros, mas o desembargador Ricardo
Regueira a vida não conseguiu voltar ao normal, porque ele já vinha de uma prisão
anterior –, em que tinha sido acusado de vender sentença, mas cujo processo
acabara arquivado pelo Supremo Tribunal Federal, com o voto do mesmo ministro
Cezar Peluso, que de novo mandara prendê-lo ao argumento de integrar ele a
máfia dos caça-níqueis –, e a morte do seu filho, ainda jovem, que ele afirmava
ter sido uma execução, e que nunca foi esclarecida pela polícia, minou toda a
sua resistência, e ele acabou falecendo."
(continua na próxima semana)
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Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial), encontrável nas livrarias SARAIVA, e em www.saraiva.com.br, www.estantevirtual.com.br, www.bondfaro.com.br e nas livrarias de todo o País.
segunda-feira, 17 de junho de 2013
VAMOS SER REALISTAS E HONESTOS COM O JURAMENTO DO ADVOGADO
JURAMENTO DO ADVOGADO
“Prometo exercer a advocacia com dignidade e independência, observar a ética, os deveres e prerrogativas profissionais e defender a Constituição, a ordem jurídica do Estado Democrático, os direitos humanos, a justiça social, a boa aplicação das leis, a rápida administração da Justiça e o aperfeiçoamento da cultura e das instituições jurídicas”.
Os bacharéis em Direito não podem continuar a fazer um JURAMENTO, por ocasião da colação de grau, que não valerá nada, se não vierem a ser aprovados no exame da OAB, pois isso é um PERJÚRIO, para não dizer um SACRILÉGIO. Nas formaturas, não se pode exigir dos bacharéis em Direito tal juramento, que deve ser feito SOMENTE depois da aprovação no exame de Ordem, perante essa instituição.
Os bacharéis em Direito não podem continuar a fazer um JURAMENTO, por ocasião da colação de grau, que não valerá nada, se não vierem a ser aprovados no exame da OAB, pois isso é um PERJÚRIO, para não dizer um SACRILÉGIO. Nas formaturas, não se pode exigir dos bacharéis em Direito tal juramento, que deve ser feito SOMENTE depois da aprovação no exame de Ordem, perante essa instituição.
ISSO É MUITO SÉRIO, e deve ser discutido com as Faculdades de Direito e com o MEC?
Vamos ser realistas, sem ficar fazendo de conta que o que as Faculdades de Direito formam são ADVOGADOS, porque não são. São, na verdade, CANDIDATOS A ADVOGADOS, se aprovados no Exame de Ordem.
Vamos ser realistas, sem ficar fazendo de conta que o que as Faculdades de Direito formam são ADVOGADOS, porque não são. São, na verdade, CANDIDATOS A ADVOGADOS, se aprovados no Exame de Ordem.
Visitem o site www.carreiraalvim.webnode.com e mandem suas mensagens.
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