domingo, 20 de maio de 2012

PALESTRAS GRATUITAS SOBRE O FURACÃO

As entidades e instituições que se interessarem por palestra sobre a "Operação Furacão", gratuitamente, contatem-me pelo e-mail carreira.alvim@yahoo.com.br


BLOG É ACESSADO NO EXTERIOR E NO BRASIL.

O blog vem sendo acompanhado no Exterior, tendo sido acessado nos Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, Rússia, Argentina, Bélgica, China, Espanha e Portugral, e, no Brasil, foram, até hoje 24.331 acessos.

A VERDADE E O TEMPO NAS PALAVRAS DA PRESIDENTA.

"A força pode esconder a verdade, a tirania pode impedi-la de circular livremente, o medo pode adiá-la, mas o tempo acaba por trazê-la à luz". (Dilma Rousseff).
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NOTA: Estas sábias palavras parecem feitas para a verdade sobre a "Operação Furacão", homiziada debaixo dos tapetes da Justiça, que por conta de ter uma venda nos olhos não a enxergou.

SERÁ QUE O MINISTRO CEZAR PELUSO SABE QUE O "OPERACIONAL" DA POLÍCIA FEDERAL VALE MAIS DO QUE AS PRERROGATIVAS CONSTITUCIONAIS DOS MAGISTRADOS?

No último dia 14, proferi palestra na abertura da JORNADA JURÍDICA CESA 2012, em Barbacena (MG), sob o tema "O valor das garantias constitucionais dos juízes brasileiros", onde tive a oportunidade de mostrar as barbaridades cometidas contra as minhas prerrogativas, enquanto magistrado, pela Polícia Federal, por ter o ministro Cezar Peluso, então vice-presidente do STF, e, depois, seu presidente, determinado a minha prisão.
Naquela oportunidade, fui preso sem a exibição de um mandado de prisão, e, sempre que invocava as prerrogativas da magistratura, para não sofrer contrangimentos desnecessários, os agentes da Polícia Federal e delegados me respondiam: "ISSO É OPERACIONAL EXCELÊNCIA, NADA TENDO A VER COM AS PRERROGATIVAS DE VOSSA EXCELÊNCIA".

O FATO E A VERSÃO DO FATO: NA POLÍTICA E NA JUSTIÇA.


"Na política, realmente, o que prevalece é a versão, não o fato, por mais absurda que seja a primeira. E, no caso em questão -- uma denúncia que pretendia criar constrangimentos ao candidato da oposição e ao ministro do Exército -- era mesmo."
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Extraído de História de Mora .

Na justiça também é assim, porque os fatos noticiados na Operação Hurricane são verdadeiros, mas a versão dos fatos é produto de manipulação da Polícia Federal (Ézio vicente da Silva), encampada pelo ex-procurador-geral da República (Antônio Fernando de Souza) e aceita pelo ministro Cezar Peluso (Supremo Tribunal Federal).

ALGUÉM CONHECE A MINHA HISTÓRIA



     "Conheço a história de sua honrada e trabalhadora família, para saber que tudo o que relata aconteceu assim mesmo.
     Só um pequeno detalhe conheço também: suas irmãs são mais novas que o senhor, e não mais velhas. E com o óbito de seu pai tornou-se o arrimo de sua família, quando tinha pouco mais de vinte anos, um adolescente estudioso e inteligente, que não se curvou aos embates da vida."
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NOTA - Mensagem deixada por um Anônimo na postagem "COMEÇO DE UMA JORNADA".

OBS: Na verdade, era apenas uma irmã mais velha que eu, Maria Regina, pois todas as demais (seis) eram mais novas.

CHEGADA DE UMA GUERREIRA (continuação)


"Assim que Maria Helena soube da minha prisão, acionou a Associação dos Juízes Federais de Minas Gerais, e, depois, a Associação dos Juízes Federais do Brasil, para que se posicionassem a respeito da minha prisão, porque o que estava em jogo não era apenas a minha prisão, mas a prisão de um membro da Associação nacional, e, antes disso, um membro atuante do Poder Judiciário. Essa história eu conto num trecho próprio.
No meu caso, a minha filha Luciana, que teve o pai e o marido presos na malfadada operação, foi a ponte de ligação entre eu e a minha família, e comportou-se como uma guerreira, que me surpreendeu a mim próprio.
Nunca imaginei que a minha filha advogada, nas circunstâncias em que fora involuntariamente envolvida numa trama maquiavélica, com o pai e o marido presos, tivesse a garra que teve para suportar os sofrimentos impostos a pessoas que lhe eram extremamente caras.
Ela se tornara mãe há exatos quatro meses, antes da operação furacão, cujo filho, João Silvério ainda mamava no peito, quando se viu obrigada a deixá-lo para ir para Brasília, a fim de dar apoio a mim e ao seu marido, apoio este que só o advogado que é membro da família pode dar.
O meu neto João Silvério tem hoje quatro anos, tal qual meu outro neto João Pedro, tendo a minha neta Maria Luíza cinco aninhos de vida, sendo esse trio o meu suporte, para aguentar o que me restara depois do furacão.
A companhia constante dos meus netos me foi proporcionada, contraditoriamente, pelo maldito furacão, pois, estando afastado do Tribunal, tenho mais tempo para conviver com eles; e chego até a ter pena dos demais desembargadores que se perdem, diuturnamente, nas pilhas de processos, e morrerão um dia sem saber o que é conviver com os netos e ter o aconchego da família.
A garra dos Carreira Alvim se revelou em toda a sua extensão pelas mãos de Luciana, que armada de coragem e destemor, jamais se curvou à opressão da força policial, com medo de “desagradar” a Polícia Federal."
(continua na próxima semana)
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Trecho do livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO (Geração Editorial, já na 3ª edição), encontrável para compra em www.saraiva.com.br e em www.bondfaro.com.br