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domingo, 14 de abril de 2013

O QUE MAIS ME CORROI É SABER QUE ESSE POVO MATOU MEU PAI.

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"O que mais me corrói é saber que esse povo matou meu pai - sendo ele não apenas totalmente inocente, como sendo pública e notória a sua inocência - e que nunca haverá julgamento, pois ele é/foi e será sempre a pessoa mais honesta, caridosa e boa que passou por esse meio de gente pútrida, egoísta e cheia de ego, que faz de tudo para conseguir o que quer. Ele passou mais de 7 anos a ser investigado e nunca encontraram nada. Foi acusado sem provas, humilhado de todas as formas e passou por provações que nem gosto de imaginar e sempre se manteve firme. E isso tudo ainda depois de ter um filho brutalmente assassinado. Daí esses falsos moralistas que têm todos o rabo preso, inventaram essa última farsa, ou melhor, pantomina, que foi a gota d'água para acabar com a pessoa mais iluminada que eu conheci em minha vida. E não é por ser meu pai, pois quem o conheceu, sabe do que estou a falar." (Carol Regueira)
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NOTA: Carol Regueira é filha do saudoso desembargador federal RICARDO REGUEIRA, injustamente acusado de me ter cooptado para dar decisão a favor de bingos, mas que, na verdade, tanto ele quanto eu, nas duas vezes em que votamos sobre "funcionamento de bingos" votamos contra. Ele é uma vítima fatal da irresponsabilidade das nossas instituições (leia-se Élzio Vicente da Silva, ex-procurador-geral Antônio Fernando de Souza e ex-ministro Cezar Peluso do STF), porque a morte de Ricardo Regueira foi determinada pela impossibilidade de suportar o peso de tanta injustiça. Só quem sofreu, pode avaliar. 
Eu estou vivo, porque fiz da minha INDIGNAÇÃO uma fortaleza: "Quando o homem perde a capacidade de se indignar é porque se transformou num repolho."
Eu preciso estar vivo para ver a punição desses irresponsáveis, porque, do contrário, o processo será arquivado, e terei morrido como "bandido", quando, nesse caso, os bandidos são "outros".

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