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segunda-feira, 9 de julho de 2012

DEPOIMENTO PRESTADO POR CARREIRA ALVIM, NO RIO DE JANEIRO, E QUE O CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA NÃO LEU.


  
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO

(Notas Taquigráficas  SAJ/CORTAQ)                                (Audiência, 16/4/2010)

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(continuação)

(...) informações, colhendo o parecer do Ministério Público e decidindo, afinal, como entender de direito."

No entanto, a Desembargadora JULIETA LÍDIA LUNZ entendeu o seguinte - transcrição literal: 


"Nesse sentido, Senhor Presidente, eu verifico que existem sim elementos seguros que dizem da necessidade de que seja concedido esse pleito inicial, vez que a exploração daquilo que estampa nos contratos aleatórios, em verdade, não ferem nem a dignidade dos contratos e nem as finalidades contidas na Constituição.  

Quanto aos pressupostos processuais, Vossa Excelência, Desembargador  REIS FRIEDE, melhor do que ninguém, verifica que estão presentes. Nesse sentido, eu defiro a liminar, Senhor Presidente."

E deferiu.   

(Lê)
"Após a discussão, o Desembargador CARREIRA ALVIM, acompanhando o entendimento da Desembargadora JULIETA LUNZ, votou nestes termos:
'Pelo exposto, dou provimento à apelação para reformar a sentença, deferir a inicial, concedendo, desde logo, a liminar postulada, nos termos da inicial, em face da urgência da medida e do dano diuturnamente experimentado pelas impetrantes, impedidas de exercer as suas atividades em virtude do ato impugnado'."

Acompanhando a desembargadora JULIETA. O que aconteceu?

Nesse mandado de segurança, em embargos de declaração, a [outra] Desembargadora [quando da especialização das Turmas] negou provimento, manteve a sentença recorrida, cassando expressamente a liminar anteriormente deferida.                                                                                                                                                                                                                                                                                                              .                                                                                                                                                                                                             
Vossa Excelência percebeu que nenhuma das decisões que eu dei funcionou? Quer dizer, são muito burros esses bingueiros para querer pagar por uma coisa que não tinha eficácia! Eles  sabiam que eu dava e o Tribunal cassava. Quando eu não dava, era a Turma, que cassava. Quer  dizer, tem muito dinheiro para aplicar mal, para tentar corromper a autoridade.  
Aqui vem o caso Betec, que vamos falar sobre ele. Já contei para Vossas Excelências, mas está aqui, para que se bem entenda... E Vossa Excelência me perguntou assim, em uma das (...)
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                                                                                                                           47
(continua na próxima semana)

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