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domingo, 23 de outubro de 2011

ACADÊMICO DA UNIVERSIDADE ANHANGUERA-UNIDERP SE PREOCUPA COM O FUTURO DA SUA PROFISSÃO DEPOIS DE OUVIR A PALESTRA DE CARREIRA ALVIM SOBRE O "FURACÃO".

"Meu nome é Roney Junqueira Azambuja, sou acadêmico do décimo semestre do curso de Direito da Unversidade Anhanguera Uniderp.
Primeiramente agradeço pela oportunidade ímpar de ter trazido para tão perto dos acadêmicos a verdade, nua e crua.
Os últimos nove semestres e meio eu aprendi, logo, passei a acreditar, que toda decisão emanada pelo Estado, na pessoa do Juiz, que criasse, modificasse ou extinguisse um direito da pessoa devesse ter, necessariamente, sua devida fundamentação. Bem, pelo menos acreditava nisso até as 19:45h da noite da palestra.
Mas quero delimitar como foco da minha pergunta na atuação do(s) advogado(s) que V. Exa. provavelmente constituiu e usar como parâmetro da questão a premissa " toda decisão deve ser fundamentada", consoante mandamento constitucional vislumbrado no art. 93, IX de nossa Lei Maior.
É, entao, verdadeiramente possível ter atados pés e mãos, ser amordaçado e vendado, por melhor que seja, o advogado pelo judiciário?
Assim como na fábula de La Fontaine do Lobo e do Cordeiro: "Contra a força não há argumentos?"
Confidencio a V. Exa. que fiquei bastante preocupado, pois pretendo, e tudo se encaminha para isso, ser um advogado bastante comprometido e, consequentemente, galgar os adocicados e fartos frutos de uma carreira bem sucedida. Mas como transpor tamanhos percalços? Como me comportar em uma situação onde meus argumentos, embora cristalinos acerca de um tema, não surtam os devidos efeitos por causa da corrupção e ganância do homem?
Enfim, espero um dia que, atraves da educação e da cultura o povo brasileiro, tudo isso mude, e que situações constrangedoras como estas constem apenas nos livros de história do Brasil."

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