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domingo, 11 de setembro de 2011

REFERIA-SE AO MINISTRO CEZAR PELUSO

"Dizia mais o missivista que, longe de querer questionar o mandado expedido por outro magistrado – referia-se ao ministro Cezar Peluso – não sabia até que ponto tais medidas configuram, muito mais que cortar na carne, um verdadeiro suicídio institucional, talvez desnecessário, porque em momento algum fora demonstrado pela imprensa ou pela Polícia Federal que se tratava de uma medida judicial, porque anunciavam sempre que “A Polícia Federal prendeu (...)”.
Registrou esse juiz também que os juízes de varas criminais sempre defenderam o cumprimento do ordenamento em favor dos réus, e no meu caso a Associação por um dos seus diretores da segunda região deveria acompanhar o caso e contribuir para assegurar-me o Estado Democrático de Direito.
                  E concluiu, dizendo que estávamos vivendo uma exposição terrível, e logo teríamos vergonha de dizer que somos juízes federais."

                (Trecho do livro "Operação Hurricane: Um juiz no olho do furacão", encontrável on line no www.bondfaro.com.br).

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