OPERAÇÃO HURRICANE, DEFLAGRADA PELA POLICIA FEDERAL, JUNTAMENTE COM O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PARA DESMORALIZAR UM JUIZ E IMPEDI-LO DE CHEGAR A PRESIDENCIA DO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO.
quinta-feira, 29 de abril de 2021
RECURSOS CÍVEIS E TUTELA PROVISÓRIA NA JUSTIÇA ELEITORAL
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domingo, 11 de junho de 2017
JUSTIÇA ELEITORAL É COISA DE SUBDESENVOLVIDO
Você sabia que a Justiça Eleitoral só existe em países subdesenvolvidos
como o Brasil, tendo sido criada para evitar as fraudes nas eleições ao
tempo de Getúlio Vargas? Sabia também
que o TSE, pelo que vimos na operação Lava Jato, converteu-se numa
autêntica máquina de lavar dinheiro sujo? Sabia também que quando o TSE
profere suas decisões, elas já não têm mais nenhuma eficácia? SAIBA
DISSO ENTÃO.
IMPEDIMENTO DE MINISTRO DO TSE
Se
um ministro foi advogado de Dilma, antes de ser indicado por Temer para
o TSE, é evidente que ele é IMPEDIDO para participar de julgamento em
que está em jogo interesse de sua ex-cliente.
LEMBRANDO UM MINISTRO QUE FEZ BOA HISTÓRIA NO STF
O
ministro Adalto Lucio Cardoso foi voto solitario em 1971 contra a
censura prévia à imprensa, e, por isso, deixou a toga na bancada do STF,
onde tinha assento, e abandonou (renunciou) a Corte. Resultado: os
ministros que apoiaram o Governo da época com o seu voto, estão hoje no
lixo da História. Ninguém sabe quem foram. Será também este o destino
dos ministros do TSE que votaram para livrar a chapa Dilma-Temer da
cassação? A História tem lá as suas vinganças. É esperar para conferir.
NOVA COLEÇÃO DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL
"Quem
teve a chance de ouvir o voto do ministro Herman Benjamim no TSE sabe
que nunca se falará de corrupção política no Brasil sem mencionar seus
argumentos.
Ninguém, contudo, constrangerá os quatro "vencedores" por conta dos seus votos, porque ninguém haverá de se lembrar deles."
Afinal, todos sabem que Napoleão Bonaparte foi vencido na Batalha de waterloo, mas pocos sabem quem venceu Napoleão Bonaparte.
Ninguém, contudo, constrangerá os quatro "vencedores" por conta dos seus votos, porque ninguém haverá de se lembrar deles."
Afinal, todos sabem que Napoleão Bonaparte foi vencido na Batalha de waterloo, mas pocos sabem quem venceu Napoleão Bonaparte.
LEMBRANDO LOMBROSO
CITAÇÃO do Desembargador Carreira Alvim José Eduardo:
"Como dizia o sábio Lombroso, há décadas: "NÃO HÁ ABSURDO POR MAIOR QUE
SEJA QUE NÃO POSSA MERECER O PARECER FAVORÁVEL DE UM JURISTA" (ou o
voto de um ministro)".
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
MENSAGEM DE UM GRADUANDO EM DIREITO
Bom dia professor!
Assisti à sua brilhante palestra no Congresso Jurídico ocorrido no Ouro Minas Palace Hotel.
Quero apenas deixar minha admiração e respeito por Vossa Excelência e dizer que levarei para toda a vida uma lição que nos deu durante sua palestra, a respeito de se dispor a ouvir mais as pessoas, pois não é possível colocar sentimentos no papel.
Muito obrigado pelos seus ensinamentos.
Héber Magalhães de Oliveira (Rede de Ensino Doctum).
MENSAGEM DE UMA LEITORA DO FURACÃO
Caros editores,
Peço que transmitam ao Autor meus parabéns pela coragem de levar aos cidadãos brasileiros uma luz sobre a triste realidade da (in)justiça brasileira. Estou lendo o livro e já comprei dois para presentear. É um livro que todo cidadão brasileiro deve ler, para conhecer sobre os órgãos que deveriam trabalhar para o provo! À medida que leio, mais me indigno com os "métodos" dos operadores do Direito em nosso país.
Um abraço,
Neuza Rodrigues.
COMECE AGORA A SUA COLEÇÃO
Encontram-se à venda os volumes I a V dos meus Comentários ao Novo Código de Processo Civil, editado pela Juruá-Editora, estando os demais volumes de VI a XV no prelo.
A compra pode ser feita pelo site www.jurua.com.br.
DE MÃOS DADA COM O DIREITO E A VISÃO CLASSISTA DA OAB-GO
De mãos dadas com o direito e a política classista da OAB-GO
(Continuação)
Mais maduro e compelido pela responsabilidade, voltei-me inteiramente
para a profis- são. Passei a advogar em todas as áreas. Tornei-me uma espécie
de clínico geral do direito, como todo iniciante de carreira, posição hoje
insustentável no mundo jurídico.
Advoguei por alguns anos na área do
direito eleitoral, época em que assinalei como marco a criação do Partido da
Frente Liberal (PFL), cujo diretório em Goiás era presidido pelo então deputado
estadual Vilmar Rocha. Não havia ainda o Estado do Tocantins.
Igualmente marcante
em minha vida foi meu ingresso na política classista da Ordem dos Advogados do
Brasil, Seção de Goiás. Na representação da advocacia brasileira, no Estado,
exerci os cargos de conselheiro, diretor secretário, diretor da Caixa de Assistência,
na secional de Goiás, e conselheiro federal, representando a delegação de Goiás
no Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.
Por indicação da
OAB-GO exerci o cargo de conselheiro no Conselho de Política Criminal e
Penitenciária. Por várias vezes integrei bancas examinadoras de concurso para
juiz substituto do trabalho, do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região. A
primeira banca foi presidida pelo então ministro do Tribunal Superior do
Trabalho (TST), Marco Aurélio de Mello, hoje ministro do Supremo Tribunal
Federal (STF). As demais também coordenadas por ministros proeminentes do TST,
juízes e procuradores do trabalho, com os quais, apesar do breve convívio,
soube desfrutar de seus conhecimentos jurídicos e humanos.
Também atuei como
juiz do Tribunal da Federação Goiana de Futebol, ao lado de João Pessoa de
Souza, Eurico Barbosa, Osmar Cabral, Celso Roberto Cunha, Roberto Cury,
Expedito Miranda, Paulo Póvoa e outros mais. O procurador do tribunal era o
sempre bem-humorado Otoniel de Souza Diniz, que além de juiz de direito
aposentado também foi juiz de futebol.
(Continua na próxima semana)
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Trecho do livro QUANDO O PODER É
INJUSTO (Editora Kelps), de autoria de Eládio Augusto Amorim Mesquita.
EM BUSCA DE UM SONHO
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Em busca de um sonho
Quando resolvi fazer o
concurso para juiz federal, fui desaconselhado por muitos amigos, que achavam
um despropósito um procurador da República, com grandes chances de chegar a
ministro do então Tribunal Federal de Recursos, pretendesse começar uma
carreira de magistrado; mas, para mim, o importante era justamente isso, o
“recomeçar” uma carreira, para quem sempre, como eu, tivera o desejo de fazer
justiça, e não apenas contribuir para que ela fosse feita.
Mesmo como procurador da
República, eu sentia os juízes tão distantes da realidade, que gritava forte na
minha alma aquela vontade de ser um juiz, mais próximo daqueles que pedem
justiça, com a porta do meu gabinete aberta a quem quisesse falar comigo, fosse
quem fosse, na hora em que fosse, e sobre o que fosse. E consegui ser o juiz
que sempre sonhei, embora isso tenha incomodado muita gente, especialmente os
detentores da força e do poder, e que mais tarde viriam colocar-me no olho de
um furacão.
A minha chegada ao Rio de
Janeiro, como juiz da 19ª Vara Federal, foi meio tumultuada, porque tivemos que
romper com todo um passado em Brasília, e não tínhamos muita intimidade com a
cidade grande, tendo a minha mulher deixado para trás o cargo que lá ocupava, e
as minhas filhas todos os seus amigos. Mas a minha vontade de realizar-me como
juiz era mais forte do que tudo isso, e eu tinha certeza de que a mudança
valeria a pena.
Naquela época, a minha relação com os meus
colegas juízes, no Rio de Janeiro tornou mais fácil a adaptação, pois passamos
a recebê-los na nossa casa, para jantares regados a muita poesia, música e
afetividade mineiras. Nos encontros que promovíamos, recebíamos não só os
juízes federais, como também advogados, membros do Ministério Público, e até empresários
e outros profissionais, formando grupos tão agradáveis para conversar, que a
saída só começava lá pela alta madrugada.
(continua na próxima semana)
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Trecho
do livro "OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO" (Geração
Editorial), encontrável nas livrarias Saraiva e Travessa, e também em
www.livrariasaraiva.com.br, www.travessa.com.br; www.bondefaro.com.br;
www.estantevirtual.com.br e em outras livrarias do Brasil, também na
versão e-Book.
domingo, 8 de março de 2015
FURACÃO CONTINUA VENDENDO AQUI E LÁ FORA
Se você pretender presentear um operador do direito (juiz, Ministério Público, procurador, advogado, desembargador, ministro etc.) dê de presente o livro OPERAÇÃO HURRICANE: UM JUIZ NO OLHO DO FURACÃO, porque a leitura fará bem a ele, e, por tabela, à justiça brasileira e aos jurisdicionados em geral.
UM NOVO CPC PARA UMA JUSTIÇA GAGÁ
Está chegando o novo Código de Processo Civil, ou seja, o antigo Código com uma plástica de fazer inveja aos melhores Códigos do Mundo, mas, infelizmente, vai encontrar uma Justiça velha, doente, quase parando, e que não precisa mais da venda, porque já está cega mesmo, e nem da espada porque não tem força para manejá-la, a não ser quando empurrada pelo Poder Midiático.
CONSELHOS A UM JUIZ JEJUNO
NÃO EXISTE PROCESSO DIFÍCIL; EXISTE PROCESSO MAL LIDO. Assim, se vc está encontrando dificuldades, não consegue achar a solução, compreender a causa ou vislumbrar uma solução: pare, respire, faça outro processo, e depois volte ao processo “difícil”. Releia com calma e verá que, dentro dele, havia uma solução – seja processual (no mais das vezes), seja de ordem material (algum documento, um depoimento, uma contradição).
OS PROCESSOS SÃO COMO COBRAS: AS GRANDES DÃO MEDO, MAS SURUCUCU NÃO TEM
VENENO PODEROSO. JÁ AS PEQUENAS, COMO AS CORAIS, MATAM. Logo, não tenha medo de
processos volumosos: no mais das vezes, é tudo “barulho de folha”, ou seja, são
páginas e páginas inúteis, com documentos repetidos ou sem necessidade. Já os
pequenos podem ser cruéis: trazem rapidamente a tese, a antítese e pedem sua
síntese.
MAGISTRATURA É MEIO DE VIDA, NÃO É MEIO DE MORTE. Assim, nunca deixe de
descansar, seja assistindo TV, lendo um livro não-jurídico, jogando videogame,
praticando esporte (ou alguma dança) ou fazendo algo mais gostosinho, mas
impublicável aqui.
EM DIREITO, TUDO DEPENDE. Não adianta firmar posições, ser inflexível ou
acatar apenas uma doutrina. A Vida é dinâmica, e a solução de um caso nem
sempre se adequa ao caso semelhante. Isso é equidade e para isso vc, juiz,
existe. Por isso, não tema reconsiderar, retratar-se ou, em audiência, chamar
“conclusos” para verificar melhor a solução do caso.
PROCESSO É INSTRUMENTO, não é fim em si
mesmo. A menos que o erro seja escancarado, criador de uma estrovenga jurídica,
busque solucionar o caso por meio das regras de direito material e probatório.
Meio adequado é como roupa: às vezes dá para ajustar num corpo imperfeito.
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Postado por Bruno Machado Miano (Juiz de direito de Mogi das Cruzes), surrupiado do JUDEX.
QUANDO TERMINARÁ A OPERAÇÃO LAVA-JATO?
A mídia vem divulgando que a OPERAÇÃO LAVA-JATO terminará dentro em 2 (anos), o que é de se estranhar, porque a OPERAÇÃO FURACÃO começou no STF, por irresponsabilidade de um dos seus ministros, em abril de 2007, tendo sido transferida para o STJ, onde se encontra até hoje, e já decorridos quase 8 (oito) anos, não há terra à vista, ou seja, data para terminar.
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